Comprove que você não tem nada de bom pra fazer da vida e envie você também a sua crítica! Basta falar comigo no meio de comunicação de sua escolha!

Star Wars: Clone Wars
- Enviada por Darth Melkor, 18/08/08 - 08:46.
Quem me conhece sabe: sou um cara fanático pela série Star Wars; tenho os seis filmes, revistas, baixei trocentas músicas para meu computador, assisto a filmes de fãs, participo de fóruns na internet (onde conheci o dono deste blog), me delicio com as referências que outros filmes fazem à série, assisti ao desenho Guerras Clônicas (em 2D) que passou no Cartoon Network alguns anos atrás, eu inclusive já deixei a setinha do mouse que aparece na tela do pc no formato de um sabre-de-luz. Assim, mesmo sendo um enorme fã, foi com enorme decepção que eu voltei do cinema após assistir ao pavoroso Star Wars: The Clone Wars.
Terminada a história de Star Wars no cinema com o filme Star Wars Episódio III – A Vingança dos Sith, George Lucas, o criador e dono da saga galáctica, decidiu criar uma série animada que se passaria entre os episódios II e III retratando a Guerra dos Clones, além de uma futura série de TV live action (com atores em carne e osso). A série animada tinha como propósito ser passada na TV, porém, Lucas decidiu reunir os três primeiros episódios e os lançou no cinema, como uma espécie de aperitivo do que passará na televisão. Em Star Wars: The Clone Wars a guerra entre a república galáctica e o grupo separatista está em seu auge, quando piratas seqüestram o filho do mafioso Jabba, o Hutt. Prevendo a possibilidade de um acordo com Hutt, que permitiria o uso de suas rotas comerciais, os Jedi se oferecem para salvar o filho do criminoso, porém, o seqüestro do filho de Jabba pode esconder mais mistérios do que aparenta. Para essa missão, Anakin Skywalker contará com a ajuda de sua padawan (discípula) Ahsoka Tano.
Vou dizer logo de cara as duas únicas coisas que gostei nessa animação: o fato de se ver Obi-Wan conversando com o comandante Cody (que atira nele após o Imperador dar a ordem 66 no Episódio III); assim como Obi-Wan estar em batalha com o “osso duro” (clone que aparece na batalha espacial do começo de Episódio III). Coisa de fã, nenhuma pessoa normal gostaria disso, dada sua irrelevância geral, assim só restam aspectos negativos para o filme.
Primeiro e principal: Ahsoka Tano. Essa padawan foi uma péssima escolha dos roteiristas para criar uma identificação do público mais jovem com a estória sendo contada. O relacionamento dela com Anakin é algo que beira o irritante, com os dois a todo o momento fazendo piadinhas que não agradam a ninguém, inclusive o público infantil.
Aliás, as gags apresentadas são sofríveis, os roteiristas escolheram os droids de combate como alívio cômico, fazendo esses seres falarem frases longuíssimas ou frases “engraçadinhas” como “essa não”, o que subverte totalmente a imagem deles apresentada nos filmes, como sendo robôs de ação e falas extremamente limitadas.
Outro aspecto decepcionante do filme é a animação em si mesma, que não é da qualidade que se divulgava/esperava, entende-se que é o primeiro trabalho da Lucasfilm Animation, mas com todo o arsenal tecnológico do qual Lucas dispõe, a expectativa era de que a qualidade do material produzido (pelo menos esteticamente falando) fosse bem maior. A animação só funciona realmente quando se mostram as batalhas espaciais ou alguma nave voando no céu/espaço, no mais, não há nada em The Clone Wars que se assemelhe às produções da Pixar ou Dreamworks.
Diga-se de passagem, as cenas de batalha/combates com sabres-de-luz que deveriam ser o “tchan” do filme são extremamente burocráticas e sem graça, aliás, a batalha entre os clones e os separatistas do começo do filme é longuíssima, massacrando o expectador com o tempo de sua duração. Acredito que se tivesse sido lançado na Televisão, dividido em episódios e com os devidos intervalos comerciais, a experiência seria bem mais palatável, uma vez que seria diluída. Foi um enorme erro lançar esse filme nos cinemas, a edição do filme é frenética demais, algo condizente com o que se veria em uma tela de TV, mas que atrapalha na tela grande.
E o que falar da trilha sonora? Horrível, baseada levemente (e bota levemente nisso) nas grandiosas composições concebidas por John Williams, a trilha do filme incomoda no momento que entra em cena, seja no momento que for. Há um momento em que se toca algo parecido com um rock n’ roll e outro em que se assemelhava com uma dança árabe.
E agora eu vou falar de um assunto mais restrito às pessoas que são extremamente fãs de Star Wars. A série, pela força que criou, gerou o chamado universo expandido, que são estórias correlatas e complementares ao que é mostrado nos filmes. Eu não vou muito com a cara do universo expandido, ele é bagunçado demais, e esse The Clone Wars só serviu para acrescentar bagunça. Vejamos: Na série animada guerras clônicas (que teve 25 capítulos) fomos apresentados à personagem de Asajj Ventress, discípula do Dookan. Ela e Anakin Skywalker se enfrentam e ela é “morta” por ele (capítulo 19), nesse ponto da história, Anakin ainda é um padawan. No final do capítulo 21 Anakin é consagrado Cavaleiro Jedi. No capítulo 22 Anakin e Obi-Wan são enviados à uma missão no planeta Nilvaan. Justamente quando eles terminam essa missão, são chamados à Coruscant pois a mesma está sob ataque dos separatistas (capítulo 25), e isso, é o começo do Episódio III.
Na história de revistas em quadrinhos “Obsessão” Anakin (já um mestre Jedi) e Obi-Wan, muito antes do Episódio III procuram rastros de Asajj Ventress, que suspeitam não estar morta. No planeta Boz Pity eles finalmente reencontram Ventress (que passou um longo tempo em um tubo de recuperação), que desiludida com seu mestre Dookan, foge para “longe dos Jedi, de Dookan, desta Guerra...” (palavras da moça). Essa história entra em contradição com o apresentado em guerras clônicas, pois na série animada, logo após Anakin derrotar Ventress, ele vira Cavaleiro Jedi, vai para uma última missão antes dos eventos de Episódio III. Na revista em quadrinhos, Anakin é a muito Cavaleiro Jedi, falta muito para os eventos de Episódio III e vai atrás de Ventress, que renuncia a tudo e foge para longe de todos.
Já em Star Wars: The Clone Wars, Anakin há tempos é Cavaleiro Jedi, ganha uma padawan e defronta Ventress, que é aliada de Dookan. Ou seja, totalmente contraditório com as duas estórias acima descritas. Ou seja, o universo expandido que já é uma salada não precisava de mais essa história para “bagunçar o pagode”.
Star Wars: The Clone Wars é algo totalmente desnecessário. Ainda bem que, creio, não fará muito sucesso; na sala em que assisti o filme havia apenas 8 pessoas.
(Nota do editor (eu!! \o/ ): Ah, as pessoas cismam de mexer com meu pobre Universo Expandido. Vamos lá. Meu nobre camarada Melkor citou que Asajj Ventress enfrenta o Anakin no episódio 19 do desenho antigo de Clone Wars, e que ela “morreu”, devidamente entre aspas. Ele diz também que no 21 o Anakin vira um cavaleiro Jedi, e que do 22 pra frente já culmina no episódio 3. Fato. Só que tem o pequeno detalhe de que, no final do episódio 21, o Anakin está com o cabelo curto, aquele cabelo tosco do episódio 2. Ao passo que, no início do episódio 22, ele está com o cabelo grande, aquele cabelo tosco do episódio 3. Ou seja, além da cerveja, podemos concluir que tem um tempinho bom entre o episódio 21 e o 22. Tempo esse que é suficiente para, por exemplo, ocorrerem os eventos dessa tragédia de animação que foi para o cinema, no qual eles encontram a Asajj Ventress viva, e ela foge. Tempo suficiente também para que, em determinada revista em quadrinhos, a Ventress vá até Coruscant em missão para assassinar um par de Jedi, enfrentando de novo o Anakin e sendo dada novamente como morta. Por fim, tempo suficiente para que ocorram os eventos do “Obsessão”, no qual um atônito Obi-Wan descobre que a Asajj ainda estava viva, sendo que ele achava que ela tinha morrido por causa da luta em Coruscant, e não por causa do desenho antigo de Clone Wars. Ai depois é o que o Melkor falou, ela foge para “longe dos Jedi, de Dooku (Dookan é o caralho), desta Guerra...”.)
Wall-e
- Enviada por Darth Melkor, 04/07/08 - 08:46.
Certos filmes, ao entrarem em cartaz, ganham cotações que os qualificam como “ótimos”, “excelentes” e até de “o melhor filme do ano”. São raros os casos de filmes que, de cara, ganham status de “obra-prima”, isso geralmente só acontece com o transcorrer do tempo, sendo reconhecido somente tardiamente como a obra-prima que realmente é. Cito como exemplo o fantástico Era uma vez no oeste..., de Sérgio Leone.
Na modesta opinião de quem vos escreve, Wall-e já nasce como obra-prima, pois esse novo empreendimento da Pixar (hoje pertencente aos estúdios Walt Disney) além de ser um ótimo passatempo humorado e impecável tecnicamente, é ainda de uma profundidade temática ímpar, colocando essa animação como a melhor da Pixar.
Em Wall-e o Planeta Terra torna-se um local insustentável para a sobrevivência da vida humana, vez que a quantidade de lixo acumulada é assustadora. Assim, os humanos saem em um “cruzeiro” de cinco anos pelo espaço, enquanto vários robôs da série wall-e ficam aqui para compactar todo o lixo da Terra, porém, 700 anos depois ninguém retornou, e sobra apenas um robô (o “wall-e” do título) que continua a exercer sua função. Curioso e solitário a chegada de uma “robozinha” transforma sua vida, fazendo-o entrar nas mais diversas aventuras.
Wall-e começa bem antes mesmo de começar, pois o curta “Presto” que é apresentado antes do filme propriamente dito, é fenomenal, engraçadíssimo, demonstrando o verdadeiro timing cômico do pessoal da Pixar.
E como não poderia deixar de ser num filme da Pixar, a animação, tecnicamente falando, é simplesmente soberba, o grau de realidade dos desenhos é incrível, fazendo o espectador realmente crer que os elementos apresentados em cena são reais, e não mera computação gráfica. Isso só torna o filme mais interessante, já que a premissa de que um robô possa ter sentimentos seria altamente inverossímil, mas a composição do robô wall-e (que lembra muito o Jhonny 5) com o corpo todo mecânico mas com olhos profundamente humanos te faz acreditar que aquela máquina possua, de fato, sentimentos.
Wall-e é muito bem animado, tecnicamente falando. Wall-e é muito engraçado, e possui uma história romântica entre robôs que verdadeiramente funciona. Mas, em minha opinião, a grandeza do filme reside em sua profundidade temática. É digno de aplausos (em pé) que em um filme voltado ao público infanto-juvenil encare tão abertamente uma crítica tão contundente a certos aspectos da sociedade que vemos hoje em dia.
Para começar, a Terra foi abandonada pelos humanos em razão do grande acúmulo de lixo, algo que encaro como não sendo totalmente absurdo, vez que a questão do lixo se torna cada vez mais um problema para humanidade, os Estados Unidos, por exemplo, apesar de não serem a maior população do mundo, é a que mais produz lixo, e considerando que países como China, Índia, Rússia e Brasil atingem níveis de desenvolvimento cada vez maiores, produzindo assim mais lixo; a situação apresentada pelo filme, em que a Terra atinge um nível de saturação por causa da grande quantidade de restos da humanidade, não é algo assim tão irreal.
Outro ponto criticado pelo filme são os hábitos sociais dos humanos, que ao longo do tempo se tornaram extremamente gordos já que sua alimentação consiste basicamente em comer porcarias servidas em um “copão”. Atividades físicas não existem, já que as pessoas nem caminhar mais precisam, sendo levadas de um canto ao outro por cadeiras flutuantes. O contato humano foi praticamente abolido, mesmo as pessoas estando uma ao lado do outro, elas preferem se comunicar através de meios eletrônicos, que ditam ainda as formas de comportamento, como a tendência da moda, nem me pergunte como os filhos são feitos. Ora, não há como negar que as pessoas hoje se encontram assim, recentemente assisti no “Programa do Jô” uma nutróloga falando que nos últimos vinte anos o número de crianças obesas no Brasil aumentou mais de 200%. Também, as pessoas hoje em dia preferem muito mais manter um contato eletrônico (via MSN ou orkut) do que encontrá-las face a face. E a mídia definitivamente dita as regras comportamentais nos tempos atuais, só lembrarmos o caso da menina Isabela, em que, apesar de ainda não terem sido sequer julgados pela Justiça, já foram condenados pelos meios de imprensa, que levou a uma condenação geral pela população.
Assim, o único personagem humano do filme é robô wall-e, que possui medo, é extremamente curioso e acaba se apaixonando. Seres humanos têm uma característica peculiar: são contraditórios. Quer contradição maior do que um robô que tem como diretriz básica limpar a Terra do lixo ter como principal hobbie acumular tranqueiras? O robô wall-e, por ser o único com características humanas acaba por levar a humanidade aos outros personagens, como às duas pessoas que encontra na nave espacial e a outro robô, que passa a acenar após wall-e lhe dirigir o mesmo gesto. Da mesma maneira é tematicamente interessante que wall-e, um robô solitário, acabe encontrando uma companheira de nome “Eva”.
Recheado de referências (o robô AUTO, que controla a espaçonave onde estão os humanos é uma clara referência ao Hall 9000 de 2001: Uma odisséia no espaço), há por fim uma crítica às grandes corporações, já que os humanos foram levados embora da Terra graças à empresa BNL, responsável posterior à obesidade e alienação das pessoas (que não sabem sequer o que é dançar).
Wall-e é bom até mesmo depois que acaba, já que através de ilustrações mostra-se a reconstrução da Terra, e as primeiras ilustrações são ao estilo de pinturas rupestres, dos homens das cavernas, e à medida que a Terra vai renascendo, as pinturas se tornam mais elaboradas e coloridas, terminando em uma aquarela cheia de cores.
Isso tudo faz com que Wall-e seja, até o momento, o melhor filme da Pixar, um dos melhores do ano, e já no nascimento pode ser proclamada como obra-prima.
Fim dos Tempos
O Incrível Hulk
- Enviada por Darth Melkor, 16/06/08 - 20:02.
Quando comecei meu curso universitário tinham umas matérias extra-curso obrigatórias a ser assistidas. Uma delas era filosofia. Meu professor de filosofia, que considero um dos melhores que já tive, ensinou que a mente humana é bipolar. Explico: como você sabe que o preto é preto? Você sabe que o preto é preto, porque tem o branco, e o preto não é branco, o preto é preto. Em resumo, a mente humana assimila as coisas fazendo comparações, definindo parâmetros. Dessa forma, como você sabe que um filme é bom? Ora, você sabe que um filme é bom porque você já viu filmes ruins, desagradáveis, e um filme bom é totalmente diferente do filme ruim.
Graças a Deus existem os filmes ruins, afinal de contas, como saberíamos que um filme é realmente bom se não tivéssemos um filme ruim para nossa mente bipolar fazer comparações? Fim dos tempos novo “filme” de M. Night Shyamalan (sim, o mesmo de O sexto sentido) é ruim de doer; “ruim que nem dor de barriga em dia de verão”, diria minha avó, e a culpa disso é de Shyamalan, o roteirista/produtor/Diretor do longa.
Fim dos tempos mostra que um grande número de pessoas começam a suicidar-se em razão de um neurotoxina que inibe o instinto de auto-preservação humana (hein?). Primeiramente atribuído a um ataque terrorista, tal hipótese é descartada em razão de que a amplitude do ataque seria “grande demais” para ser atribuída a um grupo terrorista Acompanhamos a tentativa de Elliot Moore (Mark Wahlberg), sua esposa e uma garota filha de uma amigo do casal, em tentar sobreviver à onda de suicídios.
Como já deu pra perceber, os problemas começam no roteiro (e todos os problemas conseqüentemente derivam disso). O conceito de uma neurotoxina que inibe o sentido de auto-preservação dos seres humanos é algo totalmente ridículo na minha opinião, ora, não sou nenhum expert em biologia e posso até estar escrevendo besteira, mas a premissa do filme é que a gente só se mantém vivo em razão de um elemento meramente químico, sem este, tenderíamos ao suicídio, não há nenhuma espécie de controle consciente sobre nossas vidas, mantemo-nos vivos tão somente em razão de um agente químico cerebral, que, anulado por uma neurotoxina, nos tira toda a vontade de viver.
Não há problema nenhum em fazer coisas extremamente exageradas (ou alguém realmente acredita nos poderes Jedi de Star Wars?), o problema é que o filme tenta se pautar em um nível de realidade, e infelizmente não há nada de paupável para o público se amparar nessa invenção absurda criada por Shyamalan.
Ademais, fora a tal da neurotoxina, o roteiro não se esforça em desenvolver os personagens ou deixar a situação entendível para o público. Por exemplo: primeiramente a neurotoxina é atribuída a ataques terroristas, mas depois, refuta-se essa idéia, pois tal ataque seria grande demais para ser terrorista. Eu realmente não entendi porque bulhufas essa explicação foi dada, já que por se tratar de agente químico, que se espalha pelo ar, o ataque realmente tomaria proporções altíssimas. Mas eu sei o que aconteceu: Shyamalan primeiro quis criar uma expectativa, uma tensão no público para que este se perguntasse o que estava acontecendo e depois, precisando descartar essa idéia para implantar o verdadeiro sentido, lançou mão deste argumento, no mínimo, mal pensado. Totalmente descartável também a presença de alguns personagens no filme, como o de John Leguizamo, em que se investe em uma subtrama rapidamente descartada.
A impressão que fica é que Shyamalan busca tão somente o susto fácil, como na cena em que mostra um grupo de pessoas enforcadas, não se quer contar uma história, mas apenas manter um amontoado de tensão e sustos, falhando até nesta tentativa. O fim da picada foi a cena em que os personagens tentam fugir do vento (sim, DO VENTO!!!!), nesse momento eu não me segurei, e soltei um sonoro PQP dentro do cinema. No final do filme ainda se apela para o dramalhão.
As atuações mostram-se igualmente desastrosas como o filme, Zooey Deschanel está em cena, enquadrada na câmera, e até fala algumas coisas, só isso, não há nada que lembre algo parecido com atuação; e Mark Wahlberg está claramente desconfortável e superficial em seu papel, falando de forma extremamente pausada e com uma inflexão de voz que me fez lembrar um cara bobão, não há nada ali que lembre sua vigorosa atuação em Os Infiltrados.
Qual o resultado disso tudo: pessoas conversando durante a sessão de cinema e comentários do tipo “perdi duas horas da minha vida” na saída. Shyamalan definitivamente perdeu a mão, ficando cada vez mais marcado como um Diretor de um filme só. Nunca foi tão ruim a mente humana ser bipolar.
Antes que o diabo saiba que você está morto
- Enviada por Darth Melkor, 14/06/08 - 11:52.
Quando a sessão de O Incrível Hulk acabou fui contente para minha casa, pois compartilhava a sensação de ter assistido a um filme muito bom e que, afinal de contas, o gênero de filmes baseados em heróis de histórias em quadrinhos não estava degringolando, sensação esta que adquiri após assistir aos pavorosos Homem-aranha 3 e Quarteto Fantástico 2 ano passado; e que agora foi totalmente dissipada depois do ótimo Homem de Ferro e deste filme do Hulk; e como ainda teremos um promissor Batman – Cavaleiro das Trevas, estou muito animado com esse gênero de filmes.
Nessa nova aventura do Hulk, Bruce Banner refugia-se no Rio de Janeiro após a malsucedida experiência com raios gama, em busca de sossego para descobrir uma cura para seu problema (Hulk). Porém, o General Ross começa uma impiedosa caçada atrás de Banner, já que ele considera o Hulk como sendo um projeto pertencente ao governo dos Estados Unidos. No meio disso tudo, o militar Emil Blonsky encara Hulk como um fascinante e terrível adversário, e acaba indo às últimas conseqüências para superar seu inimigo.
Ao contrário do filme de Ang Lee, que parece mais interessado em abordar os aspectos dramáticos que Hulk provoca em Bruce Banner, nesse O Incrível Hulk, prima-se a ação pura e simples, em resumo, enquanto o primeiro filme tenta ser tanto um filme pipocão assim como um filme de arte, nesse novo empreendimento é evidente que quer ser apenas um entretenimento.
E, de fato, o filme é muito bom, vez que as cenas de ação são filmadas com uma incrível segurança pelo Diretor Louis Terrier (o mesmo de Cão de Briga). Hipnotizantes do começo ao fim (principalmente a cena de fuga na favela do Rio de Janeiro e a do conflito no Campus Universitário), as seqüências são muito bem orquestradas e plausíveis, afinal de contas é preciso um pouco de licença poética para se imaginar um bichão verde de três metros de altura tendo o corpo crivado de balas e nada lhe acontecendo, e você realmente crê naquilo que é mostrado no filme. E para meu prazer pessoal, digo que o Michael Bay deveria pegar umas aulas com o Louis Terrier de como se dirigir cenas de Ação.
Aliás, cabe ressaltar que as escolhas do filme foram na maioria das vezes acertadas, a introdução do filme, por exemplo, que te explica como a história chegou àquele ponto apenas com imagens e manchetes de jornal, nenhuma palavra é dita. Tal escolha é interessantíssima, pois evitou uma meia-hora de filme, deixando-o mais ágil. Cito ainda como bom exemplo a primeira Aparição do Hulk, numa fábrica de guaraná (amarelo) do Rio de Janeiro; mostrando Hulk inteiramente nas sombras, sem revelar nenhum detalhe de seu corpo tal opção é fascinante porque deixa o público na expectativa de como é o monstrão verde, além de ser um elemento de tensão para os personagens que tentam lhe capturar, que não entendem o que está acontecendo. Por fim, há de se destacar uma seqüência com câmera na mão no momento em que o Abominável finalmente surge em tela, devo admitir que foi um recurso que não esperava num filme desse, e que encaixou perfeitamente no longa, pois, a exemplo de Cloverfield, transmite para o público toda a tensão que a aparição da criatura provoca nas pessoas próximas ao local.
Mas é claro que há alguns defeitos, como por exemplo, o incômodo clichê do encontro entre Bruce Banner e Betty Ross, que acontece na chuva (pra variar). Há ainda a cena em que Bruce Banner pula do helicóptero para se transformar em Hulk, nesse momento coloca-se uma exagerada trilha sonora, que tenta conferir dramaticidade à cena e ainda por cima há um flerte com câmera lenta no momento em que ele finalmente se joga. Mas apesar de totalmente dispensável, isso não acaba por estragar o filme no geral.
Quanto às atuações, o destaque vai para Edward Norton e Tim Roth (que interpretam Banner/Hulk e Blonsky/Abominável). Edward Norton interpretou na medida um homem amargurado que tenta apenas se livrar de um monstro interior, que afinal de contas, não é apenas um monstro interior, ademais, é sempre bom ver um gringo tentando falar português. Já Tim Roth encarna muito bem seu Blonsky, e é interessante notar como ele vai se degradando física e moralmente até se transformar no Abominável; com o perdão do (horrível) trocadilho, digamos que ao decorrer do filme ele vai ficando cada vais mais... abominável (hmmmm). William Hurt está totalmente no automático nesse filme e Lyv Tyler realmente incomoda, pois ela não consegue empregar nenhum peso dramático ao seu personagem, aliás, a construção que ela fez de Betty Ross consiste simplesmente em uma voz sussurrada e olhos constantemente marejados. E Tim Blake Nelsom com o seu Samuel Sterns está ótimo como alívio cômico.
Relativamente ao Hulk e Abominável, digitalmente falando, eles não são totalmente convincentes, há algum problema de muito grave na textura orgânica dos corpos feitos digitalmente, as cenas feitas à luz do dia e quando estão muito próximas dos personagens simplesmente não batem, mas assim como algumas poucas más escolhas feitas pelo Diretor, isso não estraga o filme.
Há ainda maravilhosas aparições nesse Hulk, a de Stan Lee, como não poderia deixar de ser, é hilária, Lou Ferrigno (o Hulk do seriado de TV) também faz uma pontinha, e pasmem, Tony Stark (Robert Downey Jr.) aparece, falando sobre a criação de um grupo de defesa (os Vingadores). Enfim, Hulk é um filme extremamente agradável de assistir se o que se procura é um filme de entretenimento realmente interessante (daqueles que o Michael Bay pensa que faz, mas não da conta de fazer).
As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian
- Enviada por Darth Melkor, 08/06/08 - 08:46.
Quando o filme Antes que o diabo saiba que você está morto começa, somos apresentados aos personagens de Andy Hanson e sua esposa Gina, que estão fazendo sexo em um motel do Rio de Janeiro, e logo após a prática do ato, conversam em um tom bastante feliz. Então, a tela fica negra e aparece a frase “passe meia-hora no paraíso” e depois o título “antes que o Diabo saiba que você está morto”. Tal frase é genial, pois aqueles dois ou três minutos em que vemos Andy e Gina na cama são os únicos em que há alguma espécie de felicidade (a “meia-hora” de paraíso que o diretor no proporciona); todos os eventos em seguida são marcados por acontecimentos infelizes e desastrosos (já que o Diabo descobriu que você está morto, ele te leva ao inferno).
A trama do longa gira em torno dos irmãos Andy e Hank Hanson que, falidos financeiramente, decidem assaltar a joalheria dos próprios pais, imaginando ser esse um serviço fácil vez que conhecem bem o local e os riscos, imaginam, mínimos. Porém, o assalto não é bem sucedido, e o pai dos dois, Charles Hanson, começa uma caçada em busca dos marginais.
Ante a mera leitura da trama do filme podemos equivocadamente pensar que se trata de um básico thriller de suspense, mas a coisa vai além disso, o diretor Sidney Lumet (também diretor dos clássicos Serpico e Um dia de cão) parece estar mais interessado nos impactos que as ações mal-sucedidas provocam nos personagens e, principalmente, nos espectadores.
Depois da “falsa” apresentação de Andy e Gina como um casal feliz, vemos que na realidade, Andy é uma pessoa que constantemente aplica golpes na empresa imobiliária em que trabalha e usuário constante de vários tipo de droga. Interpretado com maestria pelo sempre brilhante Philip Seymour Hoffman (um dos melhores atores da atualidade), Andy é, superficialmente, uma pessoa extremamente segura, com total controle e confiança sobre suas ações, mostrando pequenos traços de insegurança apenas quando se encontra sozinho. Porém, à medida que as coisas vão dando errado, esse controle aparente é perdido, levando o personagem à beira da insanidade ao final do terceiro ato.
Já Hank Hanson (também belamente interpretado por Ethan Hawke) é totalmente o oposto de Andy, altamente inseguro, ele é atormentado pela ex-mulher que cobra as pensões atrasadas da filha; pela amante, esposa de seu irmão, que não se dispõe a deixar o marido em razão de Hank não ter condição de sustentar os dois; e até pela própria filha pequena, que se sente humilhada por não poder ter as mesmas coisas que seus colegas de classe.
Na minha resenha a respeito de As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian comentei como os irmãos daquele filme não pareciam de fato ser irmãos, mas tão somente pessoas que estavam dizendo coisas aos outros, já em “Antes que o Diabo...” vemos que realmente Philip Seymour Hoffman e Ethan Hawke parecem, de fato, ser da mesma família, possuindo uma ótima química em cena, demonstrando que Andy, o seguro, exerce um claro domínio sobre o inseguro Hank (note que o motivo que Andy expõe para não participar do assalto não passa simplesmente de uma história da carochinha, totalmente aceita por Hank, ademais, Andy constantemente chama Hank de “fresco” ou “viado” sem que exista qualquer tipo de reação). Mas dos dois, o destaque vai mesmo para Philip Seymour Hoffman, já que o personagem de Ethan Hawke que, apesar de não ser unidimensional, apresenta sempre a mesma faceta insegura e inconstante, enquanto Hoffman evolui seu Andy de um sujeito seguro a insano.
A fotografia desse filme é um caso à parte, inteligentemente mostrando os personagens principais constantemente envolto em sombras (para evidenciar que nenhum deles é “puro”), o filme em nenhum momento exibe cores quentes, delineando assim a frieza dos acontecimentos e as sucessivas tragédias que acontecem. A edição do filme também é um show à parte, não sendo linear em nenhum momento, contando a história dos irmãos Hanson e seu pai Charles, separadamente, às vezes em flash back e às vezes em flash foward, e à medida que a trama evolui a sensação de tensão aumenta.
Mas como dito anteriormente, o que parece mover o longa não é ação, do assalto à tentativa de encobrir tudo, mas sim no impacto que essas ações causam nos personagens e no espectador. Andy, um cara seguro (por assim dizer) ao ser informado de que uma auditoria será feita em sua empresa decide realizar o assalto na joalheria de seus pais e faz a proposta à Hank. Interessante notar que os motivos que levam Andy a escolher justamente um assalto ao estabelecimento de seus pais são mais subjetivos que objetivos, vez que Andy não se dá bem com o seu pai, sentindo-se um filho desprestigiado, assim, o roubo também funciona como uma espécie de punição à essa falta do amor por parte do pai. Mais interessante ainda que a segurança de Andy começa a desabar exatamente após seu pai ter pedido desculpas por todos os erros que cometera. Já Hank se vê forçado a participar do assalto em face de sua vida fracassada, não conseguindo pagar a pensão da filha, que estuda em uma escola cara e devendo dinheiro até para bartenders, assim o roubo é a conseqüência natural de seu fracasso financeiro e pessoal.
Já para o espectador o filme é uma experiência frustrante, não por o filme ser ruim (o filme, como já deu pra notar, é ótimo), mas sim por que as situações apresentadas são cada vez mais pesadas, tornando-se angustiante acompanhar aquilo, isso porque apesar de saber que os irmãos moralmente estão errados, você torce para que eles acabem se safando, mas por outro lado você também tem consciência de que eles merecem alguma espécie de punição (ah, como é maravilhoso o mundo do cinema). A incerteza que ronda o desfecho da história é que deixa tudo angustiante (e interessante).
Contando ainda com belíssimas participações de Albert Finney e Marisa Tomei (que paga uns peitinhos), Antes que o diabo saiba que você está morto é um ótimo filme que não se limita a ser um mero thriller. Ponto para Sidney Lumet.
Speed Racer
- Enviada por Darth Melkor, 02/06/08 - 00:47.
Esse cara que vos escreve (e o termo é “esse cara” porque seria muita presunção da minha parte utilizar o termo “crítico”) é um grande fã de cinema. A partir do ano da graça de 2006 eu passei a ver e entender cinemas com outros olhos, e dessa maneira, filmes que antes eu tinha até apreciado passaram a ser analisados mais detidamente, de forma mais apurada. Pois bem, no final de 2005 eu tinha assistido no cinema As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupas, e apesar de reconhecer o fato de não ter sido um dos melhores filmes já feitos, tinha achado ele satisfatório.
Tendo em vista o lançamento nos cinemas de As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian, resolvi alugar o primeiro filme da série para me reiterar da história, afinal de contas, nunca li a festejada obra do inglês C.S. Lewis. O resultado: descobri (ou entendi) que As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupas é um filme pavoroso, “ruim que nem falta de ar”, diria um tio meu, o filme é extremamente apressado, atropelando uma coisa em cima da outra, as atuações são muito ruins, a trilha sonora é exageradíssima e os efeitos especiais são risíveis (diferença de luminosidade em chroma-key não é admissível no cinema moderno, e isso acontece muito no filme; ademais, os animais feitos digitalmente às vezes convencem, mas em muitos momentos são extremamente falsos). Dessa forma, fui com um pé atrás assistir o Príncipe Caspian, mas surpreendentemente esse novo filme (que é apenas razoável) consegue ser imensamente superior ao primeiro filme da série.
Nesse novo filme, encontramos os irmãos Pevensie um ano depois dos eventos de O leão, a feiticeira e o guarda-roupas, agora morando em Londres ainda em meio à 2ª Guerra Mundial. Porém, em Nárnia se passaram 1.300 anos, e aquela terra mítica foi invadida pelos Telmarinos, um povo além-mar (por assim dizer), que aniquilou a maioria do povo narniense. Os Telmarinos são liderados por Lorde Miraz, já que o Príncipe Caspian, sobrinho de Miraz, não tem idade para assumir a Coroa, entretanto, após o nascimento do filho varão de Miraz, príncipe Caspian tem que fugir para preservar a vida. Assim, para reconquistar seu reino e devolver a liberdade a Nárnia, ele convoca (involuntariamente) os irmãos Pevensie para ajudá-lo na empreitada.
Interessante notar que o plano de abertura do filme (com a câmera se abrindo em uma panorâmica enquanto aparece o título do filme) mostra a intenção dos produtores em conferir uma identidade e regularidade à série, que é composta de sete crônicas: O leão, a feiticeira e o guarda-roupas; Príncipe Caspian; A viagem do peregrino da Alvorada; A cadeira de Prata; O cavalo e seu menino; O sobrinho do mago e A última batalha (essas crônicas, diga-se de passagem, não acontecem em ordem cronológica). Porém, as primeiras notícias informam que a bilheteria do filme no dia da estréia foi inferior ao do primeiro filme, o que pode por em risco o futuro da série.
Bem, ao filme: Muitos defeitos do primeiro longa se fazem sentir em Príncipe Caspian; por exemplo, a trilha sonora, que tenta ditar as emoções do filme e muitas vezes acaba incomodando, tem ainda uma musiquinha estridente que insistiram em manter nessa película. Ademais os atores que interpretam os irmãos Pevensie têm que urgentemente aprender a atuar, a inexpressividade deles em cena é algo que beira ao inimaginável, assim, obviamente a interação que deveria existir entre pessoas que supostamente são irmãs é inexistente, passando a impressão de que são apenas pessoas falando coisas pra outras. É desagradável o fato de que até a pequena Georgie Henley (que interpreta Lúcia Pevensie), que era a personagem de maior carisma no primeiro filme é totalmente apática nesse. Some-se a isso o Príncipe Caspian, interpretado por Ben Barnes, que apesar da boa aparência (para as garotas) ainda tem muito que aprender em matéria de interpretação. Do elenco, ponto para Sergio Castellitto, que interpreta Miraz.
Mas o filme tem muitos aspectos positivos, dessa vez as coisas não são feitas de forma apressada, o filme toma o tempo devido para explicar as coisas (apesar de achar o tempo de duração talvez um pouco longo demais); os ratinhos mosqueteiros foram uma ótima escolha como alívio cômico do filme; e as cenas de batalha do filme são extremamente convincentes e bem feitas (e o mais importante, há estratégia militar entre as partes envolvidas nas contendas, ao contrário do primeiro filme). Ponto positivo ainda para a cena de invasão do castelo dos Telmarinos que é muito tensa, sendo um dos momentos fortes da película.
Se em As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupas Aslam (o leão) é uma óbvia referência a Jesus Cristo (que voluntariamente aceita o sacrifício para salvar o pecado de outros) em As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian os Telmarinos são uma clara referência aos espanhóis (isso fica fortalecido pelo aspecto físico empregado e o sotaque), que conquistadores de um novo mundo, destroem totalmente com a sociedade ali antes existente (os narnienses), assim como os espanhóis acabaram com as culturas da América Central. Ainda relativamente a Aslam, ele é bem mais desenvolvido em Príncipe Caspian, já que no primeiro filme ele é apenas um leão que ao soltar um bafinho descongela seus amigos; já nesse longa, além de toda a aura mística que envolve sua aparição/não aparição (a questão da fé, que novamente remete a Jesus), ele demonstra que possui outros poderes, convocando aliados e restaurando membros perdidos de amigos.
Outro ponto interessante a se destacar é que continua uma certa semelhança entre As Crônicas de Nárnia e a série de filmes O Senhor dos Anéis, aliás, é bem sabido que C.S. Lewis era amigo íntimo de J.R.R. Tolkien, Autor de O Senhor dos Anéis, e não há como negar que a cena do Rio destruindo o exército e as árvores entrando em combate são uma óbvia referência à obra de Tolkien, tanto no aspecto literário como no cinematográfico. Há ainda uma batalha mano-a-mano que me fez lembrar imediatamente de Gladiador.
Por fim, ressalto os efeitos especiais, que estão impecáveis (o que significa dizer tão somente que cumpriram sua obrigação), os animais digitais convencem e (graças aos deuses) não há nenhuma cena com defeito de Chroma-key.
As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian é um filme regular, que apresentou uma evolução significativa em relação ao seu predecessor, o que me faz pensar que se a série continuar evoluindo nesse nível, teremos realmente bons filmes pela frente.
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal
- Landau,o renegado, 25/03/08 - 15:40. Também em Landau
Ir ao cinema para se divertir de forma descompromissada. É exatamente essa a premissa do novo filme Speed Racer.
Essa versão para a telona desse clássico desenho japonês consegue ser agradável para o público de qualquer idade e ser fiel ao desenho original.
Um ótimo elenco selecionado para representar cada membro da família Racer. Destaque para o Gorducho e o macaco Zequinha que roubam a cena diversas vezes com suas trapalhadas.
Na trama do filme, Speed Racer se destaca em corridas, atrai a atenção de uma grande empresa que deseja patrocina-lo, porém para isso é necessário que Speed Racer se envolva no jogo sujo de armação de resultados. O garoto respeitando seus valores integros não embarca nessa e começa a sentir a dificuldade de se ir contra essas forças poderosas. É essa situação que atrai o Corredor X, para que Speed Racer ajude a desmascarar esse jogo sujo.
Muitas corridas psicodélicas, ao estilo do jogo F-Zero, com uma overdose de imagens coloridas piscando por todo lado, que para os mais desavisados poderia ser algo desagradável ou dar ao filme um visual muito falso, porém não incomoda, e dá ao filme bem essa sensação de estar assistindo ao desenho.
As manobras mais mirabolantes com os carros são realizadas em velocidades tão altas quanto às das corridas de Pod Racer de Star Wars, portanto as coisas mais mentirosas do mundo são vistas. Lembre-se, assista descompromissadamente! Não fique querendo justificar a física das coisas.
Temos no filme tanto a versão clássica do carro Mach 5, que agrada aos fãs da velha-guarda, quanto uma versão modernizada do carro: o Mach 6, para nao deixar o filme um tanto engessado e permitir que Speed Racer compita com outros carros bastante modernos, como o Green Energy, carro movido a Bio Combustível da Petrobras! Sim, a gigante brasileira dos combustíveis, numa inteligente jogada de marketing, conseguiu através de um patrocínio, colocar um carro de corrida temático, nas cores verde e amarelo, com o nome da empresa, Lubrax e Bio Combustível pintados em sua carenagem. Não sei se é suficiente para que pessoas de fora do Brasil consigam reconhecer do que se trata e lembrar da empresa, mas com certeza muitos brasileiros perceberam que essa propaganda estava lá. E considerando que esse é o tipo de filme que facilmente renderá algum tipo de versão para video-game, a Petrobras ainda pode contar com a sorte de no jogo, seu carro ser aquele que todo mundo gosta, não é nem o do heroi, nem do vilão do jogo, mas é de algum coadjuvante que tem um carro bastante estável e todo mundo joga com ele. Veremos!
Um ótimo filme para assistir a qualquer momento.
Melhor citação: "Está em alemão" - "Menos as falas do macaco!"
10.000 A.C
- Enviada por Darth Melkor, 23/05/08 - 23:06.
Existem algumas franquias na história do cinema que se tornam mitológicas, por exemplo, as séries Star Wars e 007, não importa quantos filmes de Guerra nas Estrelas e James Bond sejam feitos, eles sempre vão levar milhões às salas de cinema. Já, por outro lado, as séries Loucademia de Polícia e Highlander (que pretendem ressuscitar), apesar de relevantes em suas épocas, sem sombra de dúvidas seriam um retumbante fracasso de crítica e bilheteria.
A cinesérie Indiana Jones é indubitavelmente uma franquia que se tornou mitológica, e os três filmes “originais” (por assim dizer), apesar de terem em torno de vinte anos, já podem ser considerados clássicos do cinema. É aí que reside o trunfo de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, pois a trinca George Lucas/Steven Spielberg/Harrison Ford fez de tudo para nesse filme reviver toda a aura existente naqueles “clássicos”, o que acaba se tornando uma faca de dois gumes, pois quem não acompanhou os três primeiros ou não possui nenhuma espécie de apreço pela franquia, provavelmente não vai gostar desse novo Indiana Jones.
A trama de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal acontece no ano de 1957, em que os soviéticos buscam o misterioso artefato da caveira de cristal como forma de dominação mundial, vez que essa peça representaria uma nova etapa de armamento na Guerra Fria, vez que a tal caveira de cristal possibilitaria a seu possuidor dominar a mente das pessoas, assim, os soviéticos poderiam transformar todo mundo em comunistas.
Como já citado anteriormente, todos os elementos de Indiana Jones estão presentes, o logo da Paramount se transformando em um elemento físico da abertura do filme, ou, quando Indiana Jones viaja a um de seus destinos, aparece o mapa com a linha em vermelho, as cenas de luta com veículos em movimento, enfim, tudo o que se espera de um filme Indiana Jones.
Podemos citar como aspecto negativo desse filme a trama, que apesar de simplificada acima, se apresenta de mais difícil compreensão ao público, ao contrário do que acontecia na “trilogia clássica” (por assim dizer), pois consumiu um tempo demasiado extenso da projeção para ser explicado. Foi incômodo particularmente o fato de esse Indiana Jones se relacionar com eventos ligados à ETs, afinal de contas, Indiana Jones sempre foi relacionado à elementos místicos, de fundo religioso (cristão e hindu), porém, dentro da “lógica” do filme, os ETs trazem um quê de misticidade e, porque não dizer, de religiosidade, afinal, “depende de quem é seu Deus”.
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, em contrapartida aos outros filmes da série, utiliza-se muito dos efeitos especiais, o que, ao contrário do que diz a maioria da crítica especializada, foram bem encaixadas e como não poderia deixar de ser, foram feitas com extrema habilidade pela ILM, porém, não deixa de ser estranho ver cenas com extremo recurso de efeitos especiais em um filme que, em síntese, é uma homenagem às matinês da década de 40 e, agora, a filmes B da década de 50.
Quanto às atuações pode-se dizer que são satisfatórias, Harrison Ford conhece melhor do quê ninguém seu personagem, e é com habilidade que ele encarna Indy vinte anos depois, fato que é constantemente lembrado no filme, e diga-se de passagem, as cenas de ação com Indy “vovô” convencem. Já Cate Blanchett não fez jus ao fato de ser considerada “a melhor atriz de Holywood na atualidade”, uma vez que sua personagem é meio que interpretada no piloto automático. Devo admitir que Karen Allen me incomodou, uma vez que ela quase sempre aparece sorrindo em cena, mesmo quando os personagens estão em um constante perigo, parecia que Karen Allen estava emocionada de estar gravando um novo Indiana Jones. Mas das atuações, a melhor foi a de Shia LaBeouf, que emprega uma fantástica energia a seu Mutt Williams, e seu relacionamento com Indy é um dos pontos fortes do filme, nos fazendo lembrar da relação de Ford com Connery em A última Cruzada.
Vale destacar ainda as homenagens feitas por esse filme, mais explicitamente, a Contatos Imediatos de Terceiro Grau (logo no começo do filme, quando o símbolo da Paramount se transforma em elemento físico e logo após ele é “modificado”, se assemelhando à montanha de Contatos); à American Graffitti (Loucuras de Verão), com os carros da década de 50 pegando um racha; e por fim, há uma deliciosa referência à Star Wars, quando Indiana Jones diz “I have a bad feeling about this”.
Uma pena que quem não é fã da série ou não tão familiarizado com os filmes não vai gostar dessa película, vez que talvez toda essa aura evocada não faça sentido ou possa parecer algo bobo.Mas em suma, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é um filme que, apesar de ser o mais fraco da série, consegue evocar todos os sentimentos proporcionados pelos filmes anteriores, o que significa que consegue te divertir, que afinal de contas, é o objetivo único do filme.
Rambo IV
- Enviada por Darth Melkor, 15/03/08 - 23:06.
O objetivo máximo do cinema é o entretenimento, é fazer com que o espectador passe um belo par de horas acompanhando uma história em um mundo diferente do seu, não importe o quão similar seja com a realidade existente. Obviamente existem filmes em que não se busca o entretenimento como ferramenta principal, um exemplo disso é o visceral “Irreversível”. Há, porém, filmes que conseguem conjugar tanto o entretenimento como uma mensagem maior, que nos faz pensar, um exemplo disso é “A Lista de Schindler”.
Obviamente, o objetivo de “10.000 a.C.” é simplesmente a distração, não há nenhuma mensagem de fundo a ser passada. Nada de errado com filmes desse gênero, a série Indiana Jones, por exemplo, busca também só o divertimento da platéia, e acaba se encaixando em todas as listas de melhores filmes de todos os tempos. Então, o que há de errado com “10.000 a.C.”?
Primeiramente, como sempre se faz necessário em resenhas de filmes, vamos ao “plot resume”: Há cerca de dezessete mil anos atrás, uma tribo nômade africana vê cada vez mais se aproximar a destruição de seu povo, em razão do gradual desaparecimento dos Mannat (mamutes). É quando aparece uma bela criança de olhos azuis (Evolet), de outra tribo que foi exterminada, surgindo assim a profecia que o homem que matasse o grande Mannat na última caçada, se apaixonaria por Evolet e levaria a tribo à uma época de bonança. Esse homem é D’Leh, só que depois que ele “mata” o mamutão, surgem guerreiros à cavalo de outro tribo que raptam a garota. A função de D’Leh agora, é salvar a garota.
Como já se viu, não se pode esperar grandes coisas do roteiro. O interessante desse filme é notar que ele é baseado no famoso “arquétipo do herói”, vejamos: D’Leh é filho de um antigo herói de seu povo que supostamente fugiu da tribo. Ele tem um mentor, “Tic’Tic”, que vai lhe ensinar “o caminho das pedras”, e ao final passar a grande lança branca, herança da tribo e de seu pai, por fim, ele ainda deve salvar sua amada Evolet. Alguém percebeu as semelhanças com Star Wars? O Arquétipo do herói é mais que batido em filmes, e o fato de “10.000 a.C.” ser totalmente baseado em uma fórmula tão batida e ainda assim não funcionar é simplesmente entristecedor.
O grande problema do filme é o fato de que você não consegue se envolver com os personagens e com a história, você não partilha dos medos e angústias de D’Leh (que no começo do filme é bem covardão e no final é um herói bem destemido). Há também o fato de que o casal D’Leh e Evolet não convence, não há a transmissão para o público de que aqueles dois personagens realmente se amam. E apesar da decisão acertada do Diretor Roland Emmerich (Independece Day, O dia depois de amanhã) de só usar atores desconhecidos (o mais “famosinho” ali é Cliff Curtis, eterno coadjuvante em filmes como “A fonte da vida”, “Traffic” e “Training Day”) para potencializar a sensação de desconhecimento com aquela terra inóspita de dezessete mil anos atrás, faltou algo mais ao elenco.
O que sobra então? Os efeitos visuais, e infelizmente esses também decepcionam em vários momentos, há situações em que a colagem foi tão mal feita que você percebe o chroma-key por detrás dos atores, em razão da diferença de luminosidade. Os animais (mamutes e tigre dente-de-sabre) às vezes convencem, mas na maioria das vezes fica mais que perceptível que a textura simplesmente não encaixa. Por fim, há ainda uma cena de destruição de uma pirâmide que pretensamente deveria ser grandiosa, e acaba por ser o ponto mais fraco do filme. Nota pessoal para a trilha sonora do filme, que tenta ditar a emoção nas cenas de ação, e acaba por se tornar extremamente desconfortável.
“10.000 a.C.” pega emprestado ainda conceitos de “Apocalypto” e (pasmem) “300”, e acaba (mais uma vez) não tendo sucesso. Em suma, é extremamente triste quando um filme que busca tão somente a diversão descompromissada se sai tão mal. É realmente muito triste.
Rambo IV
- Enviada por Darth Melkor, 10/03/08 - 17:40.
O maior personagem de ação da década de 80 está de volta. Sim, pois apesar da eterna disputa entre Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone como o maior ator de filmes de ação da década perdida, é inegável que Rambo é o maior (e mais famoso) personagem, que gerou uma gama de outros produtos, como quadrinhos, desenhos para televisão (passava na Record até um tempo atrás) e bonequinhos (foda-se quem chama os bonequinhos de “action figures”).
“Plot resume” do filme (tb odeio os malditos “plot resume”): John Rambo é um (rá) amargurado ex-soldado de 60 anos de idade que vive em algum canto da Indonésia, sobrevivendo de caçar cobras (uia!) para atrações turísticas (A Indonésia parece não ter realmente muitas atrações turísticas). Um dia chegam uns missionários da Igreja Universal, dizendo que vão levar conforto espiritual e otras cositas bacanas pro pessoal da Birmânia (Mianmar), um país em conflito em que TODOS os militares aparentemente são seguidores de uma seita sádica. Os missionários querem que (adivinhem) Rambo os leve até o país vizinho. O cara primeiramente recusa, mas depois que a mocinha de “Dexter” faz carinha de chororó e fala alguma coisa melosa, Rambo, bom coração que é, decide levar a galera. Mas (imaginem só vocês) o grupo evangélico é capturado pelos militares sádicos, e John Rambo se incube (ao lado de uns mercenários) de resgatá-los.
“Rambo IV” mantém toda a aura de “Rambo II – A missão” e “Rambo III”, o que implica dizer que este é um filme de ação oitentista, em que se prima a diversão. Infelizmente, filmes à lá década de 80 não fazem mais tanto sucesso, então Stallone para dar algum vigor à esse filme investe no carisma de seu personagem e no realismo absurdo das cenas de violência, extremamente bem feitas (e acreditem, Michael Bay deveria pegar umas aulas com o Stallone de como se filmar uma cena de ação).
Como era de se esperar, o filme tem muitos defeitos. O que me deixou particularmente incomodado foi o sadismo dos militares birmaneses. Obviamente, Stallone como Diretor e Co-roteirista tinha que criar um artifício para que encarássemos os soldados como os inimigos do filme, aqueles que você deve torcer contra. E para criar esse efeito no espectador ele mostra os birmaneses (só os militares do governo, os rebeldes são pessoas bastante legais) cometendo estupros, atos de pedofilia, jogos um tanto quanto idiotas envolvendo a vida de pessoas capturadas, empalamento, e a morte cruel e indiscriminada de crianças, velhinhos, e da camponesa de nobre coração que vai todos os dias ao bosque recolher lenha. Esse tipo de coisa é absurda demais, em “Rambo II” os soviéticos torturam Rambo; em “Rambo III” torturam o Coronel Trautman, mas nesses filmes as coisas tinham um propósito, obter informação do soldado adversário, em “Rambo IV” os birmaneses realizam seus atos pelo simples prazer de matar, de realizar um sadismo mórbido.
Mas o bem da verdade é que essas coisas são irrelevantes em um filme de Rambo, o que importa realmente é ver o Sly matando os malvados inimigos da forma mais bizarra possível (NA UNHA!!!), ao mesmo momento em que solta suas famosas frases de efeito (creio que “live for nothing... or die for something” vai virar um hit em nicks de MSN de garotos de 13 anos). Outro ponto forte do filme é o som, que vai te deixar completamente surdo, mas também vai fazer vc se sentir dentro do conflito.
“Rambo IV” é um filme assistível se vc desligar o cérebro e simplesmente se deliciar com a ação descompromissada e divertida. O filme não busca (embora alguns pensem isso) trazer à tona alguma questão filosófica ou política (coisa que “Rambo I”, o melhor da série, fez, e muito bem). A intenção aqui é um filme descartável, que busca a simples diversão... ponto em que se sai razoavelmente bem. E o que é um alívio em face à enxurrada de dramas que assolam os cinemas atualmente.
Sweeney Todd - A lenda do terrível barbeiro de mãos com navalhas que deixa nobres cavalheiros sem cabeça na fantástica fábrica de tortas da rua Fleet
- Landau,o renegado, 02/03/08 - 15:40. Também em Landau
Logo no começo do filme temos alguma matança aleatória de asiáticos...
o nível de sangue-frio impressiona... mas provavelmente só é assim pq
ver asiáticos morrendo não comove a censura americana...
Stallone está monstruoso... bombado pra caramba... mas também...
enquanto a maioria dos ex-soldados se conformam em envelhecer,
participar de encontros de veteranos e desfiles de 4 de Julho,
o nosso ilustre John Rambo está no seu ambiente: no meio do mato e pronto
para a ação.
Uns missionários se metem na besteira de querer ir ajudar no meio de uma guerra
em Mianmar e o líder da Igreja contrata um grupo de mercenários para salva-los.
Cabe a Rambo, guia-los até onde ele anteriormente também havia guiado os missionários.
Basicamente então... rátátátátátátátátátátátá...
bang... bang... bang... head shot!
ratátátátátátáta... bang... ratátátátátá... double kill...
bang bang... triple kill....
BOOOOOOOMMMMMMMMMMMMMM.....
rátátátátátátátá... bang... bang...
Por fim... Rambo volta finalmente pra casa.
O que dá uma ótima idéia a quem estava no cinema.
Melhor citação: "fuck the world!"
"go home!"
V de Vingança
- Landau,o renegado, 02/03/08 - 14:40. Também em Landau
Para os que já estranhavam...
eu estar um tanto ausente...
e que já não esperavam...
o meu retorno e me mostrar presente...
O bonequinho ali ao lado...
não está só pra encher linguiça...
sumi porque me havia dado...
um tanto quanto de preguiça...
Ao cinema fui novamente...
incumbido de uma missão...
assistir atentamente...
o filme da sessão...
Sweeney Todd é um barbeiro...
cheio de rancor...
seu palpite é certeiro...
sim... Tim Burton, o diretor...
Snape, um juiz malvado...
no papel... por merecimento...
Helena Bonham Carter ao seu lado...
apenas por casamento...
Borat, um cômico concorrente...
conhece Barker do passado...
ameaça revela-lo ao presente...
e acaba assassinado...
Ao Fantasma... meu perdão...
muita música se torna um tédio...
mas aqui temos uma exceção...
recomendo: assistam ao Todd...
Melhor citação: "Finalmente, meu braço está inteiro novamente!"

Quotes:
Evey: "Quem é você?
V:"Quem? Na situação o correto seria 'o que?' E o que eu sou é um homem de máscara."
Evey:"Isso eu posso ver!"
V:"Claro que pode! Eu não estou questionando seu poder de observação, estou apenas mostrando o paradoxo de se perguntar a alguém usando máscara quem ele é."
King Kong
- Landau,o renegado, 11/12/05 - 01:02. Também em Landau
O filme produzido pelos criadores de Matrix, inspirado no gibi de Alan Moore, é um bom filme, capaz de entreter o público e passar uma leve mensagem. Mas ao mesmo tempo para as pessoas que tiveram a chance de ler o gibi, também é um filme que comete certas 'liberdades' que podem comprometer a idéia original.
A trama mostra V, um misterioso terrorista que se veste como o antigo conspirador Guy Fawkes que tentou realmente explodir o parlamento britânico em 1605. Mascarado, ostentando um eterno sorriso, V é a imagem oposta da sociedade atual da Inglaterra no ano de 1997 (no filme os acontecimentos foram transportados pra mais ou menos 2015). Após a 3a. Guerra Mundial, praticamente o que restou do mundo foi a Europa, e na Inglaterra há um governo autoritário e controlador, nos moldes do livro 1984. O governo vigia tudo, sabe, vê e escuta tudo. No gibi graças a um computador chamado Destino, no filme isso não existe, mas dá pra tolerar. O líder desse governo é Adam Susan (no filme Sutler), líder da Cabeça, organismo que controla todas as ramificações do governo (Boca, o orgão de imprensa que controla rádio e TV; Nariz, o orgão de investigação; Olho, orgão que cuida da vigilância das câmeras pelo país todo; Orelha, o órgão de investigação, escuta e espionagem e Dedo, a polícia).
Nessa Inglaterra alternativa, há Evey Hammond, uma jovem orfã de 16 anos que devido sua pouca renda, resolve sair pra tentar se prostituir (no filme ela apenas sai pra encontrar um amigo, seria puritanismo no filme?) e quem é a primeira pessoa que ela aborda? Infelizmente um policial da Dedo, que diz que tem autonomia para puni-la, e então surge V, que combate e neutraliza esses policiais salvando Evey. No gibi ele apenas leva ela pra um telhado. No filme ele faz uma longa apresentação recitando um longo texto trava língua recheado de palavras começadas pela letra V, esse texto é uma referência ao gibi, uma vez que boa parte das palavras-chaves da narração dele são os nomes dos capítulos da estória do gibi, lógicamente todos começados com V. O dia é 5 de novembro de 1997, aniversário da tentativa do antigo conspirador Guy Fawkes de explodir o parlamento. No gibi ele realmente explode o parlamento britânico (prédio onde se reúnem os lordes e onde fica o Big Ben), já no filme ele explode inicialmente a principal corte criminal de Londres, a Old Bailey.
Então V leva a jovem Evey Hammond para seu esconderijo, a galeria sombria, um local subterrâneo onde ele guarda muitos livros (no gibi devidamente organizados em estantes e não o caos que é no filme), artigos de arte e posteres de filmes antigos. V mantém o mistério sobre sua pessoa mas começa a fascinar a jovem Evey, até que ela se assusta quando ele mata o ex-cmdte. Lewis Prothero, principal ícone da comunicação do governo (no filme ele é como se fosse um apresentador de TV que faz seu programa, já no gibi ele é apenas a pessoa que empresta a voz para no rádio fazer o programa Voz do Destino, como se fosse o computador Destino falando com o povo). No filme V mata Lewis Prothero simplesmente, no gibi temos as primeiras dicas da sua origem, pois V sequestra Prothero, leva ao seu esconderijo, monta um cenário parecido com o Campo de Concentração de Larkhill, inclusive com o corredor com as 5 salas numeradas em algarismos romanos onde, claro, V ocupava a sala V. O então Cmdte. Lewis Prothero foi quem comandou uma operação em que foi testado a aplicação de enzimas das glândulas hipófise e pineal em prisioneiros. Nessa experiência V ficou louco, e é a forma como ele se vinga. Prothero é um colecionador de bonecas, e V queima a coleção de bonecas de Prothero nos fornos da mesma forma como os prisioneiros eram eliminados em Larkhill. Prothero no gibi não morre, mas é entregue às autoridades louco, maquiado como uma boneca, repetindo apenas "ma-mãe" até que ao ouvir a palavra "cinco" ele passa a repetir "sala cinco". Nesse instante o governo está abalado pela explosão de um prédio e a perda de uma de suas principais formas de comunicação. V já é uma ameça que faz com que o líder (bastante autoritário no filme, no gibi nem tanto autoritário, mais alguém que passa o tempo diante do computador Destino e que crê que o computador tenha vida própria e o ame!) exija que todos os órgãos investiguem, e o principal nessa investigação é o chefe do Nariz, Sr. Finch.
Nesse ponto no gibi V faz uma visita à estátua da justiça, no alto da cúpula da Old Bailey. Dialoga com a estátua, acusando-a de ser um amante traído, pois ela antes pura, se tornou uma meretriz se deitando com homens de farda, e que ele agora como um amante traído iria embora deixando apenas um ultimo presente, uma caixa com formato de coração fechada com laço. BOOM! V explode a Old Bailey, a corte de justiça de Londres.
Então V dá mais um passo em sua vingança, dessa vez com o apoio de Evey, vestida como ninfeta, para servir de isca ao pedófilo Bispo Lilliman, que descobrimos que também trabalhou em Larkhill. Algo bastante sutil no filme mas que fica explícito no gibi é a crítica à fé. V faz o bispo ficar de joelhos e pergunta a ele se no milagre da transubstanciação a hóstia se torna o corpo de Cristo. O bispo confirma ameaçado. V insiste se não importa o que aquilo seja, se tornará o corpo de Cristo, o bispo confirma e é obrigado por V a comer uma hóstia envenenada com cianureto. O bispo morre... tudo isso ao som (no gibi) da 5a. Sinfonia de Beethoven (e qual a razão disso? a 5a. sinfonia é aquela que começa 'tan tan tan tuummmm' e se vc olhar no código morse, a letra V é representada por ponto-ponto-ponto-traço... ou seja 'tan tan tan tuummm').
V deixa uma rosa junto ao corpo do bispo.
No filme antes de V entrar pra salvar Evey das mãos do bispo, esta praticamente o entrega, contando o que sabe, no gibi ela ainda é fiel a V, mas após a morte do bispo ela não concorda com seus atos e diz que não vai mais ajuda-lo.
V, sem falar nada para Evey, parte para mais uma parte de sua vingança, dessa vez contra a Dra. Delia, mais uma antiga funcionária de Larkhill, agora trabalhando como legista, que examinou o corpo do bispo Lilliman e recebeu a rosa achada junto ao corpo para investiga-la, que ela percebe que é uma espécie de rosa que deveria estar extinta. V invade o quarto dela enquanto ela dorme, ela acorda e eles conversam. Ela sabe que ele é o homem do quarto 5, diz que se arrepende por aquele passado e comenta que recebeu uma das rosas que ele cultivava em Larkhill, ele diz ter trazido uma para ela. Ela pergunta se ele irá mata-la e ele diz que já fez isso enquanto ela dormia, mostrando uma seringa que ele usou para injetar veneno nela. Ela morre sem sofrer (no gibi antes de morrer o último pedido dela é rever o rosto dele, que ele atende). Na cabeceira de cama dela há o diário dos dias que ela trabalhou em Larkhill, que V deixa lá, e o Sr. Finch lê e descobre mais sobre as origens de V, as experiencias que passou em Larkhill, e como escapou, usando os fertilizantes e solventes que ele conseguiu ter acesso por cuidar da horta e do jardim para produzir gás mostarda e napalm. Agora Finch sabe que ele escapou explodindo Larkhill, fugindo em meio ás chamas, e sabe que parte de sua vingança foi contra os envolvidos em Larkhill, que nesses 4 anos desde que escapou (isso no gibi, no filme isso já seria há mais de 10 anos) ele matou mais de 40 pessoas ligadas a Larkhill e que esses ultimos 3, Prothero, Lilliman e Delia foram deixados por último. Mas será que a sua vingança era apenas isso ou algo mais? Nesse meio tempo V já voltou ao seu esconderijo, e sabendo que Evey já dizia que não colaboraria ele a engana, e larga ela na rua sozinha (no filme ela abandona V espontâneamente e promete voltar antes do fim da vingança dele).
No gibi então temos o ataque em que V invade a Torre Jordan, sede da TV e coloca no ar a sua Vtv, onde ele faz um longo discurso para o povo contra o governo e a postura que o povo aceitou passivamente.
Evey abandonada nas ruas procura ajuda com seu amigo Gordon, que não é artista de TV, mas sim uma pessoa comum meio metida com gangsters. E é esse envolvimento que faz com que Gordon seja morto, Evey não pode fazer nada, entao ela acha um revolver na casa de Gordon e resolve sair pra se vingar matando quem matou Gordon, é aí que ela é pega e capturada.
Levada presa, ela é interrogada para dar informações sobre V, mas ela resiste. Uma das suas principais motivações para resistir é a estória da pessoa da cela ao lado da sua, Valerie, que escreve sua biografia num papel higiênico poucos dias antes de morrer e passa para Evey por um buraco de rato entre as celas. Evey se apega aquilo para resistir, e quando ela escuta a sentença final, que se não falará irá ser executada ela resiste, e então seu captor diz que ela está livre então.
As máscaras caem, esse tempo todo ela estava sob poder de V, que estava dobrando ela e formando a personalidade dela assim como a dele foi formada, para que ela visse as coisas sob a perspectiva que ele vê. Ela se revolta e aos poucos aceita, e então V a leva para o terraço, para tomar ar, já que ela estava manifestando uma crise de asma, e então V diz para ela sentir a chuva, pois agora ela estava livre, livre da prisão que ela mesma havia se colocado nessa vida.
Evey então entrega a carta de Valerie, dizendo que até a carta havia sido uma farsa de V, e então V diz que a carta é autêntica, e que ele a recebeu da mesma forma, e então ele mostra posteres de Valerie, uma antiga atriz que havia sido presa pelo governo por ser lésbica, pois quando esse governo tomou o poder prendeu e caçou tudo que fosse diferente.
O próximo passo de V no gibi foi, como se fosse o concerto de uma orquestra, executar a Overture 1812 de Tchaikovisky (que originalmente em alguns trechos deve ser executada ao som de canhões disparando) e explodir a Torre Jordan de TV e o prédio do antigo correio, afetando assim Ouvido e Olhos, ao mesmo tempo em que V anuncia que por 3 dias o povo não será vigiado, que terá de volta sua liberdade e privacidade. V está criando o caos. Os pequenos sinais de vandalismo começam com a menina de óculos fundo de garrafas, falando palavrão diante de uma câmera, depois pixando palavrão no chão e o V num muro. O governo coloca a colocar tropas na rua. A violência começa. Nesse meio tempo V tem parte de sua vingança pela traição dos líderes que corromperam sua amada justiça, atacando a amada do líder Adam Susan.
Sr. Finch resolve visitar Larkhill, mas ao contrário de ter apenas um pressentimento, ele lá ingere 4 comprimidos de LSD, começa a ter delírios que o ajudam a entender V e sua mente doentia.
V finalmente mostra o trem para Evey, mostra primeiro explosivos, e ela diz que não irá ajudar em mortes, ele então diz que não é necessário mais os explosivos, que a anarquia é movida por 2 forças, uma destruidora e uma construtora, que os destruidores derrubam impérios e então os criadores usando esses destroços erguem mundos melhores e que agora se deve jogar fora esses explosivos, então eles os depositam no trem. Evey pergunta qual a razão do trem, mas V não responde.
Sr. Finch voltando a Londres, acaba descobrindo onde é o esconderijo de V, a estação de metrô Victoria! Ele entra nos subsolos, vê o trem, e caminhando por seus corredores encontra finalmente V que nao está surpreso. Nesse meio tempo o líder Adam Susan pra tentar melhorar a imagem do governo está fazendo um desfile em automóvel, e tem seu destino decidido por uma das personagens das tramas paralelas do gibi.
Sr. Finch acerta um tiro em V, e este o acerta com uma facada e vai embora. Sr. Finch vê sangue e ainda em meio à alguma loucura começa a comemorar a morte de V.
Enquanto os grandes do governo discutem a situação com a morte do líder, Finch surge anunciando a morte de V, para surpresa de todos. Logo essa informação é retransmitida na rádio e nos alto-falantes da cidade, em tentativa de recuperar o controle da situação, afirmando que se V não aparecesse até a meia-noite ele poderia ser considerado oficialmente morto.
Enquanto isso, V avança por dentro de seu esconderijo até onde está Evey, para cair aos seus pés ferido, morrendo. Ele diz para Evey que seu tempo passou e que agora ela deve conhecer a face por detrás da máscara mas nunca conhecer o rosto dele e em seu último pedido ele diz que a linha do metrô está bloqueada entre as estações Whitehall e St. James, e pede um funeral viking. V morre.
Evey começa a andar pelo esconderijo pensando, quase na saída ela resolve voltar, afinal tudo só pode ser mais uma das farsas de V. Ela encontra o corpo dele lá caído, morto como estava. V está morto. Ela começa a imaginar quem estaria por detrás da máscara, ela se imagina indo até o corpo, removendo a mascara e vendo um rosto (que infelizmente eu não consigo reconhecer), depois a cena se repete e ela vê o rosto de seu amigo Gordon, a cena se repete e ela vê seu pai, a cena se repete e ela vê seu próprio rosto, o rosto ingênuo da noite que ela saiu para fazer programa. Então ela compreende como conhecer a face por detrás da máscara sem conhecer o rosto dele. Ela caminha pela galeria sombria até o camarim de V e veste a máscara.
Sr.Finch decide abandonar Londres, o caos toma conta das ruas, todos aguardam se V irá reaparecer. Então se escutam o som das badaladas do Big Ben anunciando a meia-noite, até que eles se lembram que o Big Ben já foi destruído 1 ano atrás, e então surge V num telhado anunciando que as notícias sobre sua morte foram exageradas e dizendo que no dia seguinte a Rua Downing, sede do governo.
No dia seguinte, Evey ainda vestida como V, deposita o corpo de V no trem, junto com todos os explosivos e as flores, e aciona o mecanismo, o trem parte em direção ao trecho que os trilhos estão bloqueados entre as estações Whitehall e St. James, exatamente abaixo da Rua Downing, a sede da Cabeça e do governo. Evey pega o elevador e vai para o telhado assistir a explosão. Então ela volta pra dentro da galeria para cuidar de um jovem membro do partido que havia se ferido na confusão da noite anterior e ela havia levado para o esconderijo. Ele acorda e ela dá as boas vindas à galeria sombria. Dá-se a entender que ela começará a dar a esse homem a mesma educação que ela recebeu. Em meio à alguma confusão ainda o Sr. Finch vai embora a pé de Londres.
Fim
Agora que a versão do gibi foi contada, algumas considerações:
O filme peca ao transformar a figura de V em muito humana, ao contrário do gibi onde ele é uma figura isenta, realmente praticamente apenas uma idéia. No filme ele diz ter se apaixonado por Evey, quando na verdade ele apenas a estava educando, formando a força criadora que sucederia a força destruidora que ele era. O papel de Evey é ajudar na construção de um novo mundo após V derrubar o atual.
Além disso sendo ele a figura de um ideal, ela não se corromperia fazendo um acordo com o inimigo, como no filme V faz com Creedy, chefe da Dedo, para ter acesso ao líder Adam Susan. o destino do líder é decidido por uma das personagens das tramas paralelas que foram descartadas no filme. Eu considero que V fazendo acordo com Creedy algo muito baixo. Ainda que se exista a citação à Fausto e o pacto com o demônio, no filme deixa V no lugar de Fausto fazendo o pacto com o demônio Creedy, sendo que a idéia original do gibi é a figura de Evey fazendo o pacto com o demônio V.
O excesso de independência de Evey, ao ponto dela partir da galeria sombria por vontade própria e não expulsa como no gibi também é algo que vai contra o original. Evey não pode ser independente, ela deve ser frágil pra ser moldada por V se tornando forte.
No filme os pais de Evey são ativistas que são presos pelo governo enquanto ela assiste sem reação embaixo de uma cama, e posteriormente ela acaba estando numa situação igual quando seu amigo Gordon é levado também. Isso de assistir embaixo da cama é coisa de Kill Bill. Não há nada disso no gibi. A mãe de Evey morreu doente quando ela tinha 10 anos em 1991. Seu pai nem a deixou ver o corpo. No aniversário dela de 12 anos em 1993, seu pai foi preso. Ela nunca mais o viu. É nesse mesmo ano que V escapa de Larkhill. E 4 anos depois, quando Evey tem a idade de 16 é que ela sai na fatídica noite para tentar se prostituir e é salva por V. A noite de 5 de novembro de 1997. NO filme se dá a entender que isso é mais ou menos em 2015. No filme também diz que V passou pelo menos 10 anos refazendo os trilhos do trem, sendo que no gibi ele escapou apenas há 4 anos. Agora convenhamos, onde que um homem sozinho poderia fazer o trabalho de uma empreiteira? Po é bem mais fácil se tolerar que simplesmente os metrôs estavam abandonados.
No filme a música Overture 1812 de Tchaikovisky é executada no inicio do filme quando V explode a Old Bailey e novamente no final quando ele explode o Parlamento. E a quinta sinfonia no filme não é executada no mesmo momento que no gibi, que é na morte do Bispo Lilliman. No gibi primeiro V explode o parlamento, algum tempo depois a Old Bailey junto com a estátua da justiça, a morte do Padre Lilliman é ao som da 5a. Sinfonia, que na sua batida serve de assinatura, "tan tan tan tuummm", ponto-ponto-ponto-traço, letra V no código Morse. Após isso sim ele explode a torre de TV e o prédio dos correios ao som da Overture 1812, e por fim o trem serve para explodir a sede do governo na Rua Downing e não o Parlamento, como mostrado no filme.
Além disso no gibi não há nada disso de V enviar máscaras para as pessoas usarem nas ruas, afinal a figura de V não é para servir de culto à pessoa, e sim à idéia, as pessoas não vão para as ruas pela máscara ou pela pessoa de V mas sim quando o governo perde o poder de controle sobre elas e então elas começam a agir por conta própria, nesse primeiro instante ainda caóticamente, pois ainda falta a força criadora que será representada por Evey.
As contradições de acontecimentos, assim como a ausência do computador Destino são toleráveis. Porém a alteração no perfil de V e de Evey não!

As Crônicas de Nárnia
- Landau,o renegado, 31/02/77 - 01:02. Também em Landau
King Kong é um remake da versão original de 1933, dirigido por Peter Jackson (a.k.a. "maldito diretor de visão limitada" por seu trabalho em Senhor dos Anéis). Mas esse filme serviu para mostrar que até Peter Jackson pode trabalhar bem. O roteiro está bastante fiel ao original de 1933, seguindo a linha "diretor de cinema que vai à ilha remota para filmar" ao contrário da porcaria dos anos 70 em que havia uma empresa petrolífera. Jack Black está perfeito no papel do diretor um tanto insano Carl Denham. O mesmo ator que serviu de base corporal pra movimentação de Gollum em Senhor dos Anéis, serviu aqui para o Kong, e ficou muito bom pois você percebe algumas atitudes um tanto humanas do gorila assim como muitas atitudes de macaco mesmo, como ele sacudindo a moça. Mas não é como Kong que Andy Serkis chama atenção, mas sim como um marinheiro com todos os trejeitos do Popeye: cachimbo, tatuagem no braço e o cacoete de manter um olho fechado. Muito bom!
Nesse filme a tribo da ilha parece um monte de gente que acabou de sair da lama, todo mundo meio sujo. O estilo do povo da tribo como no filme de 1933 não foi descartado, pois quando há a apresentação do King Kong em Nova York, é apresentado um show com a apresentação de uma tribo no palco exatamente como a tribo verdadeira era no filme de 1933, foi uma referência legal.
Enquanto os aventureiros estão na ilha há uma luta entre Kong e 2 tiranossauros que é agoniante, pois eles todos caem num abismo e ficam todos meio enroscados em cipós, a todo tempo os tiranossauros quase pegando a mulher. No final, o combate de Kong contra os aviões e o sofrimento da mocinha vendo a morte do gorila é de fazer chorar.
Muito bom o filme e recomendo aos curiosos assistirem a versão de 1933 também.

Um filme bom para ser assistido de forma despretenciosa, pois sua estória distrai e entretem, mas é fraca em diversos aspectos.
As Crônicas de Nárnia
Você pega uma colher do Desventuras em Série, mistura num copo de Caverna do Dragão e acrescenta uma pitadinha de Senhor dos Anéis. Ai deixa parado algumas horas pra perder um pouquinho da graça dessas três coisas. E xablim!!, você tem o Crônicas de Nárnia! Ah, claro, tem que passar numa peneira antes pra tirar qualquer coisa mais pesada, afinal eh um filme da Disney.
Harry Potter e o Cálice de Fogo
- Landau,o renegado, 11/12/05 - 01:02. Também em Landau
O filme conta a estória de 4 irmãos que durante a Segunda Guerra Mundial são enviados para uma fazenda no interior da Inglaterra, para evitar sofrer com os bombardeios à Londres. A fazenda em que eles chegam pra ficarem alojados é de um velho professor bastante recluso e a governanta a todo tempo proibe as crianças de correrem ou fazerem barulho. Em suas tentativas de brincar a irmã mais nova acaba descobrindo uma passagem para um mundo de fantasia dentro de um guarda-roupas.
Lá eles conhecem o fauno Sr. Tumnus e se juntam ao Leão Aslam (uma alegoria a Jesus Cristo, o leão de Judá) para combater a Feiticeira Branca que havia aprisionado um dos irmãos. Nesse combate o leão Aslan se sacrifica para salvar o menino (como Jesus tb se sacrificou) e ainda por cima ressuscita! (tb como Jesus!)
A parte tosca é que antes do combate a irmã mais velha recebe um arco-e-flecha e a irmã mais nova recebe uma faca. A faca nem é utilizada e o maldito arco-e-flecha só é usado uma vez no treino e uma mísera vez no combate. No final do filme os 4 irmãos são coroados reis de Nárnia e recebem títulos. A irmã mais velha merecia o título de "A Inútil".

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 16/12/05 - 11:23
A história começa durante um ataque aéreo à Inglaterra, durante a Segunda Guerra. Preocupada com a segurança de seus filhos, a mãe manda os rebentos para uma casa distante, onde mora um professor cujo relacionamento com a família eu não faço a mais vaga idéia. Chegando lá, as crianças Peter, Susan (uma mistura da Arwen com a Angelina Jolie, além de clone da garota do Desventuras), Edmund (versão minicraque de um primo meu) e Lucy, se deparam com uma enorme casa, onde só moram o professor e uma governanta pentelha. Como todo grupo de crianças que se preze em tais condições, eles acabam fazendo merda, e na tentativa de se esconder da governanta, acabam entrando no tal do Armário do título, que é na verdade um portal para o mundo mágico de Nárnia.
Até ae vc via mta coisa do Desventuras (diga-se de passagem que o professor eh a cara do Conde Olaf). Ai agora começa a parte mais SdA. Nárnia passa por um inverno de 100 anos, causado pela Feiticeira Branca, que domina o lugar. Porém, as forças do bem (!?!), lideradas pelo leão Aslam, estão se preparando para contra-atacar. E segundo uma profecia (sempre ela!!!), 4 humanos irão chegar para decidir a guerra. Ai já viu né....
O filme tem seus altos e baixos. É sempre bom ver centauros e minotauros se esmurrando, mas tem horas que ele é infantil demais. Ah vá, ver Papai Noel aparecendo pra distribuir armas mágicas pras crianças (se ainda fosse o Mestre dos Magos pelo menos) é demais. Fora que eu odeio quando nego mata um personagem pra ressucitar depois. Pelo menos deram uma explicação aceitável, mas mesmo assim é chato. Você já ve o personagem morrendo pensando "Bah...ele vai voltar mesmo...". E ai ele vai e volta. Hunf.
Até os efeitos especiais sobem e descem. Os personagens tão bem legais. Os animais falam direitinho (por sinal, mto foda a voz daquele lobo) e tudo mais. Inclusive, uma das coisas que eu nunca mais vou ver na minha vida eh um castor com arco e flecha. Mas tinham umas cenas que o paisagem ao fundo dos personagens era escabrosamente falsa. Porra, alguém me arrume uma lona verde que eu fazia uma montagem mais bonitinha (por sinal, ninguém tem uma lona verde ae mesmo não?? ehaueh).
No fim das contas, o filme até vale pela diversão e tals. Só não vai esperando um SdA da vida...
Melhor citação: "Os anões vão pela frente, os minotauros vão pela esquerda e os gigantes ficam na reserva."
(melhor estratégia EVER)
O novo filme é bom... mas não é ótimo, ainda prefiro o 2o. filme dentre todos...
pois esse filme teve seu início muito acelerado e cortando diversas partes do
livro...
Todos os eventos e confusões da família Weasley visitando os Dursley para levar
Harry para a Copa de Quadribol foram cortados... Harry simplesmente já estava na
Copa... quer dizer... no exato início do filme... ele está acordando na casa dos
Weasley saindo para ir à Copa... depois... cadê a copa? só há a apresentação dos
times... e nada de jogo... tudo bem... um jogo de quadribol não é algo que
acrescente ao filme... mas é algo mais que foi cortado... Aí sim vem um grave
erro... ao contrário do livro... no filme... Bartô Crouch Jr. não estava preso
por seu pai... invisível... e sendo cuidado pela elfa-doméstica Winky... ele
simplesmente estava por si só... tá, isso aí ainda dá pra aguentar... mas quando
os Comensais da Morte atacam... eles nem sequer vêem a Marca Negra... após a
confusão causada por eles... a área de acampamento do público está simplesmente
deserta... quando Bartô Crouch Jr. invoca Morsmordre fazendo a Marca Negra
surgir no céu... pra ninguém ver!!! Os Comensais não estavam lá para vê-la, nem
o público pra se assustar... grave erro! O filme acelera bastante para chegar
finalmente à Hogwarts e o Torneio Tribruxo... aí sim o filme começa a ficar
legal... apesar de um tanto acelerado... Há erros que os fãs puristas não
aceitam... como o fato das gêmeas Pavarti Patil e Padma Patil, nos livros serem
das casas Grifinória e Corvinal... no filme serem ambas da Grifinória...
Para o Torneio Tribruxo, somos apresentados à delegação da escola francesa de
magia de Beauxbaton, com sua diretora Madame Maxime, e a escola do norte da
Europa, possívelmente de algum dos países da península escandinava, Durmstrang,
e seu diretor Igor Karkarorff... Porém um defeito do filme é fazer os alunos que
serão escolhidos campeões pra participar do Torneio Tribruxo entrar em destaque
em relação aos outros alunos... afinal não há pq Fleur Delacour entrar em
destaque se ela ainda não havia sido escolhida... só podemos tolerar que Victor
Krum entre em destaque por ser um jogador famoso de Quadribol...
Sobre as atuações... novamente o destaque vai para o performático Rupert Grint,
que interpreta o ruivo Rony Weasley, afinal ele sabe fazer caras e bocas, sabe
interpretar e demonstrar o que o personagem precisa... parabéns também para
Matthew Lewis que interpreta muito bem o papel de Neville Longbottom...
O filme é bom, mas tb é preocupante, afinal foi muito retalhado, então é um
perigoso sinal para o que aguarda o 5o. livro, o mais extenso, quando for
adaptado para o cinema...
Senhor das Armas
- Landau,o renegado, 11/12/05 - 01:02. Também em Landau
As provas do
torneio seguem bem... até o final revelador do filme...
Já uma
das piores atuações é de Stanislav Ianevski, o ator que faz Victor Krum...
poderia ser substituído por um manequim que ninguém perceberia a
diferença...
Melhores citações:
"Eu matei Harry Potter!!"
"Agora, Sr. Weasley, coloque sua mão direita na minha cintura. - Onde?!"
Ótimo filme contando sobre a vida de um negociante de armas internacional...
Apesar de falar sobre armas não é um filme violento... é mais um filme sobre
negociações do que sobre tiros... E a entrada do filme mostrando a saga de uma
bala é fantástica... O filme mostra Yuri Orlov, um ucraniano que veio com a
família para os Estados Unidos e resolve entrar no mercado de venda de armas por
perceber o imenso potencial que isso tem... Uma vez dentro ele não consegue mais
sair... e na verdade ele nem pretende sair... É muito interessante como ele lida
nas negociações... apesar das mais adversas situações acontecerem... ele
realmente é profissional nisso... Detalhe para a sequencia da feira de armas
em berlim... cara... aquilo é o sonho de todo homem... mulheres e armas... ahhh
que visão maravilhosa... Mas o melhor de tudo é quando ele vai comprar umas
arminhas com o tio dele... não tem nada melhor do que ele vendo a mercadoria
que está comprando... Tirando a parte politicamente correta de passar uma
mensagem no filme... o filme é ótimo... recomendo a todos...
Noiva Cadáver
Sin City
- Landau,o renegado, 21/11/05 - 01:02. Também em Landau
Melhor citação: "A pergunta é: como armar as outras 11?"
-Flávia Kings, 21/10/05 - 22:53
Aqui estou eu, novamente soprando as teias de aranha dessa tumba mórbida. Quem é vivo sempre aparece! E, aparentemente, quem está morto aparece também. Sim sim, de beloved departed são a maior atração desse mais novo filme do genial diretor Tim Burton.
Estrelam essa beleza as bitches mais famosas e frequentes dos filmes de Burton (pra variar): Helena Boham-Carter como noiva (a esposa do diretor. Nepotismo, hu?) e Johnny Depp como Victor Noivo (garoto dos olhos e filho não reconhecido). Só que dessa vez não vemos os rostos dos atores na telona: o filme é uma animação.
Há-Ha! Tim Burton ataca nos seus desenhos novamente. Burton, o despenteado louco como carinhosamente gosto de chamá-lo, já tinha atacado nesse ramo no filme "O Estranho mundo de Jack" de 1993 e volta com sua fórmula vencedora de animação-comédia-sombriamente-engraçada. "A Noiva Cadáver" é cheia de dança (assim como é "Os Fantasmas se Divertem"), piadas de trocadilhos e romances politicamente incorretos. Cá entre nós, esse filme... All about necrofilia! Mas bem, resumindo, Tim Burton é como a Disney cheirando cocaína.
A história é sobre Victor, um rapaz rico emergente que está prometido pela sua família para se casar com uma menina da elite, Victoria, de modo a família subir de posto na sociedade. Já Victória foi prometida pois sua família está secretamente pobre e deseja voltar a ser rica. O ensaio de casamento é marcado no dia anterior ao grande dia. Victor e Victória se vêm pela primeira vez e se apaixonam mas o ensaio vai todo errado. O pobre Victor é enxotado da mansão e vai treinar os votos matriomoniais na floresta escura. Ele diz os votos e coloca a aliança num graveto seco, porém, pouco ele sabe, que aquele graveto é uma mão cadavérica e *PUF*, ele desposa a noiva-cadáver.
Apartir dessa união, ele é carregado para o colorido e animado mundo dos mortos onde todas as loucuras e reviravoltas acontecem.
Vale muito à pena ver esse filme! Excelente. Dá até vontade de morrer porque, diabos, os mortos se divertem pra cacete! Só peca no fato de ser muito curto (uns 80 minutos). Mas ainda assim COMANDA CHUTANDO BUNDAS!
BEST QUOTE É-VAH:
Elder Gutknecht (Uma velha Caveira): "Why go up there when people are dying to get down here?" 
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 07/07/05 - 23:04
O filme é muito bom, possui uma ótima fotografia que conseguiu transmitir muito
bem a atmosfera do gibi... as estórias são bem desenvolvidas e o filme não fica
chato em nenhum instante. alguns podem considerar excesso gratuíto de violencia,
porém acho que está tudo na dose certa.
Quarteto Fantástico
Ótima adaptação dos quadrinhos para o cinema... o filme é divertido...
despretencioso... e tem seus personagens bem retratados... (apesar da Sue
Richards ser nova demais)... muito bom também as piadinhas espalhadas pelo
filme... principalmente entre o Tocha Humana e o Coisa...
Guerra dos Mundos
Aaah, vai, o filme não é tão ruim assim. Eu até achei mto legal. Claro, o final não é lá grandes coisa, inclusive já até fizeram um final desses uma vez. Mas antes disso a parada corre muito bem.
Batman Begins
Nada de bat-cartão de créditos! Nada de bat-mamilos! Nada de coisas felizes e coloridas! E nada de SchwaxnHe$%¨#@nneger com roupa de astronauta da Viradouro! AE PORRA! =))
Muito bom o filme do Batman... conseguiram reproduzir um clima legal para Gothan
City... mas os vilões são muito fracos... o filme perde nesse ponto. e um
disperdício de atuação para Liam Neeson... novamente caiu no clichê de ser
tutor...
Sr. e Sra. Smith
Guia do Mochileiro das Galáxias
Uma comédia boa ultimamente é uma coisa raríssima. E uma comédia de ficção científica então é uma parada rara independente da qualidade (porra, qual foi a última que eu vi? Evolução??). Ai começaram a sair umas fotos do Guia dos Mochileiros, e tirando aquele robô legalzão, parecia uma grande duma bosta. Mas bem, mta gente falava que a parada ia ser boa né. Ai depois saiu o trailler, e parecia que ia ser pior do que antes. Mas as críticas que saíram eram maravilhosas. Bem, vamos ver qual é a dessa bagaça então.
Star Wars - Episódio 3: A Vingança dos Sith
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 24/01/05 - 23:02
Finalmente após assistir Star Wars - Episode III - Revenge of the Sith por 4 vezes vou encarar a difícil tarefa de comentar sobre ele. Difícil pois é um filme por muito tempo esperado, então tentarei deixar de lado minhas expectativas pessoais para falar apenas do que eu achei do filme em si, como ele é, e não como eu gostaria que fosse.
Citações:
Cruzada
Após sair da ótima sessão de A Queda foi só agora que realmente aconteceu a queda... a queda de qualidade... pq esse Cruzada tem menos valor do que uma moeda de 1 cruzado hoje em dia...
Citação:
Tenho um enorme interesse por filmes de guerra, ainda mais quando é Segunda Grande Guerra... e nesse caso gostei da temática do filme, mostrar os fatos dos ultimos dias de Hitler...
Citação:
Robos é um filme de animação bastante divertido... que conta a estória do jovem Rodney e sua jornada partindo de Rivet Town para a cidade grande... Robot City... em busca de realizar seu sonho... com aquela ingenuidade do interior... e seu idealismo ele acaba conquistando diversos amigos...
Citação:
Bom, imagine o padre lah do Exorcista com um bowcaster e fumando feito um filho da puta enquanto mata demônios e coisas do genero e protege uma mocinha de filme comum, que sempre faz cagada quando nao deve.. Parabéns, acabou de imaginar Constantine. O filme eh moh legal =) Eu fui ver e nunca tinha sequer ouvido falar da hq dele nem nada, mais achei mto mto bom =) Demonho moh tiozinho pancudo de terninho, quando ele apareceu eu fiquei esperando entrar o Morgan Freeman (Deus do Todo Poderoso), aparecer pra mandar o demo pra pqp heuheueh. A historia em si do filme eh meio ruim, mais como um filme de tiro e bla bla bla eh bem bom =)
Citação:
O filme é musical e eu não sabia disso... apesar de já prever... fui assistir movido por impulso afinal só vi 5 segundos do comercial na TV e o nome do filme... mas já me interessou.... e confesso que não me decepcionei... adorei aliás...
Citação:
O filme é ótimo... não é preciso um orçamento gigantesco pra se fazer um ótimo filme... precisa-se sim de uma boa idéia... e de bons atores... (que não necessariamente significa os atores da moda ou cachês altos)...
Citação:
Elektra
Desventuras em Série
O Grito
O Grito - o filme é uma bosta... conseguiu o feito inédito de me fazer dormir no cinema... só tenho recordações de ver a Buffy... uma velha louca... uma casa... um gato preto... (eu gosto de gatos não o esqueceria)... um cabelo no teto... e um japinha que abria a boca... e depois disso só vi os créditos subindo quando fui acordado... parabéns, o filme é uma bosta.
A Lenda do Tesouro Perdido
Citação:
Blane Trinity
Citação:
Doze Homens e Outro Segredo
O filme é continuação de um filme que eu não vi... portanto me perdoe mas não peguei muita coisa do filme... manjei que essa trupe de ladrões possui membros com diversas especialidades... porém não identifiquei quase nenhuma delas...
Citação:
Papai Noel as Avessas
Os Incríveis
Citação:
"*ploc*" Garotinho embasbacado
Capitão Sky e o Mundo de Amanhã
-
Os Esquecidos
O Espanta Tubarões
Rei Arthur
Tipo, eu não conheço lá muito bem a história Rei Arthur não (talvez um pouco mais que a de Tróia, eheh). Eu sinceramente acho que o único filme semelhante que eu tinha visto antes desse foi o A Espada Era A Lei ("e isso faz o mundo andaaaaaarrrr!!!!!"), e ainda não acabei de ler os Duna pra começar a ler a trilogia do Bernard Cromwell (ou seja lah como se escreve isso). Depois eu faço umas consultas com meu primo que faz faculdade de história, eheh.
Supremacia Bourne
Nossa, faz tempo que eu vi o Identidade Bourne. Eu nem lembro muito bem dele, mas lembro que na época eu não gostei tanto, porque tinha achado meio confuso. Algo assim. Mas já o Supremacia Bourne eu gostei bastante. Ação, boa história, perseguições de carro (que é uma coisa muito style, quando o filme não é só sobre isso, eheh). E o melhor é que, apesar de ser um filme de espiões e tals, não tem aquelas bizarrices do 007 com seus carros invisíveis. Jason Bourne quebra os cara na unha, mermão!! ehaUHEUAHe =D
O Terminal
Logo no trailer, o filme me deixou bastante empolgado... Tive problemas com malditos colegas de faculdade, que tiraram toda minha motivação pra assisti-lo na estréia como sempre faço com a maioria dos filmes (praticamente todos os ultimos... exceto A Vila que fiquei sabendo do filme no sabado... e assisti no domingo) e esse agora.
A Vila
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 06/09/04 - 11:32
Bem, eu normalmente nem conto a história toda dos filmes e tal, só um spoiler ou outro de vez em quando. Mas esse eu faço questão de falar de absolutamente TUDO, só pra contrariar aquela bando de propaganda tosca, eheuaHEUAHE, que só serve pra criar expectativa que não tem nada a ver com o filme, já que não tem nada de "O Senhor final"(e inclusive, eu duvido que o Night Shyamalan consiga algum dia fazer um final que nem o do 6º Sentido).
Um filme bastante nóia ... totalmente sem sentido... (isso pq é do diretor de Sexto Sentido, huauauauau) que só me chamou a atenção devido a propaganda na TV dizer que os executivos da produtora pedem que não se conte o fim do filme aos amigos.
O filme mostra uma vila bem daquelas caipiras do interior dos Estados Unidos, totalmente fechada. Aos poucos, você entende porque ela é fechada. Simplesmente os habitantes não tem coragem de sair dos limites da vila, cercada por um bosque, com medo de seres sobrenaturais que vivem no nele. O filme passa um bom tempo mostrando a rotina da vila, de seus habitantes tentando conviver com a presença estranha dos tais seres. Porém, o ator principal do filme, teimoso afim de sair da cidade, por melhor das boas intenções, acaba fazendo os seres, chamados de Aqueles-De-Quem-Não-Falamos, ficarem irritados, com suas tentativas de cruzar o limite da vila.
Os animais aparecem esfolados... as portas da cidade marcadas de vermelho... a cor ruim, pois atrai os seres... enquanto o amarelo, amplamente usado na vila supostamente protege os moradores. A mocinha do filme é uma gatinha ruivinha cega interpretada por Bryce Dallas Howard, que acaba sendo obrigada a sair da vila para buscar remédios na cidade, para salvar uma vida, e nessa missão terá que enfrentar o mistério e os seres do bosque. Não vou te contar o fim do filme (os executivos da Touchstone Pictures me agradecem), mas eu te digo pra assistir pois eu gostei bastante... principalmente pela atriz principal =D.
Po, eu não lembro agora das falas direitinho, mas de citação certamente aquela parte no início, da irmã da Ivy toda feliz falando pro Lucius que ama ele, e depois cortando prela chorando porque ele tinha rejeitado ela. Hueahe, hilário...
O filme é sensacional! Mas ao mesmo tempo incomoda... É informação demais, durante 2h... que força vc a se manter ligado e com o cérebro funcionando bem pra assimilar tudo. Boa sacada para o bom humor do Michael Moore em narrar fatos de forma contundente e sarcástica. Fora a cara de pau do Michael Moore em alguns momentos, como tentando alistar os filhos dos senadores, ou lendo o texto do Ato Patriótico para os eles. Ponto positivo também, pois o Michael Moore conseguiu manter o seu discurso anti-Bush, falando de como ele foi burro e omisso no caso do 11 de setembro, mas nem por isso ele mostra sequer uma imagenzinha dos aviões batendo nos prédios ou os prédios desmoronando. Ótimo também ver como o Bush é pilantra, filho-da-puta corporativista, incapaz, incompetente entre outros adjetivos pejorativos (que dessa vez não são para o TieManiac, huauauauau). Além de tudo, o filme é feito por um americano, mostrando coisas de uma forma um pouco mais limpa (mas sem deixar de ser tendenciosa), e principalmente nos filtrando de receber essas informações (que poderiam ser mais uma vez tendenciadas) pela Rede Globo. Ótimo filme, uma pena que nós, além de meros expectadores desse filme, também sejamos apenas meros expectadores das eleições americanas, que elege o presidente dos estados unidos, mas interfere na nossa vida também. Cuidado com os republicanos! Eles querem dominar o mundo e nos escravizar!
Colateral
Olga
Eu, Robô
HellBoy
Bem, eu nunca li revista do HellBoy, e pelo trailler do filme eu também não esperava muita coisa (sei lá, pra mim aquele trailler não dizia nada...eheh..). Mas poutz, o filme é bem foda...
Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças
Tipo, tirando pelo elenco, o filme é bem daqueles meio cult assim... Daqueles que não passam em tantos cinemas...E daqueles que deve ter mta gente saindo do cinema se perguntando "what the fucka??" (e isso eu vi! ehuaheuah...).....
Garfield
Homem Aranha 2
cara... o filme é maravilhoso... talvez a melhor adaptação dos gibis pro cinema... e realmente... estou pensando em desbancar aquele lixo da DC (o Superchato) como a melhor adaptação... o Aranha é supremo... exatamente como eu lia nos gibis do meu primo (heheheh... ele que compre HA pq eu só gastava com X-Men).
de cara adorei a abertura... o diretor foi esperto em saber balancear a chatisse dos créditos iniciais... meteu artes de quadrinhos fazendo um prólogo... contando os principais eventos do filme anterior... ótima sacada... até para relembrar aqueles tontos que vão no cinema gratuitamente sem interesse profundo sobre o que rolou no filme anterior...
o filme me começa com Parker tentando levar a vida... morando num quartinho miserável em algum canto de NY... trampando de entregador de pizza... e sofrendo com o dono do imóvel que só cobra o aluguel... pior que o Seu Barriga... huauauauauauua... detalhe... a filha do dono do lugar é uma lourinha poko arrumada, mas que eu sei que é gatinha... cara... aquela má arrumação não me engana... gostei dela e das suas tranças...
o filme mostra a vida do aranha um caos... tipo assim despencando... ele vai mal no trampo... os cidadãos o veem com maus olhos (aquela do cara dizer que ele roubou o entregador de pizza é hilário)... a relação com a Mary Jane fica insuportável... os estudos vão mal... até pra pegar uns livros no chão ele se dá mal... os poderes falhando... (cara... aquilo é stress... só pode)... ele tá durango... ele é azarado até na sua relação com garçons... cara... é foda..
aí o velho amigo Harry... apresenta Otto Octavius... que é mó estiloso... bem aqueles caras geniais que ficam arrogantes... mas ainda assim é simpático... que está trabalhando pra OsCorp num projeto de fusão nuclear para geração de energia... no dia da experiência o negócio está saindo do controle... mas a arrogancia de Otto nao o deixa encerrar a experiência... kaputz... dá tudo errado... e ele sofre os principais efeitos... os braços mecânicos se fundem ao seu corpo e um maldito chip que o protegia de ser dominado pelos braços se quebra...
olha os defeitos... primeiro... o chip é totalmente exposto... sabe aqueles seus amigos babacas que chegam já te dando um tapa na nuca... bastaria um amigo desses pra ferrar com o Otto... e depois essa estória dos braços terem inteligência... ridículo pô... tentaram usar isso pra justificar o que o faria ficar mal... mas cara... bastava os braços serem apenas instrumentos controlados por impulsos elétricos enviados pelo cérebro do Otto... e deixar que apenas a arrogância dele o transformasse em vilão... fora que já que o aranha se meteu na experiência... que ele culpasse o erro por culpa do aranha ué... falha nesse ponto...
o Aranha depois disso tá fudido... pq o Octopus... em acordo com o Harry que continua culpando o Aranha pela morte do pai... faz o acordo... o Aranha em troca do Trício (que se não me engano seria na verdade Trítio... átomo de Hidrogênio com 1 eletron... 1 proton... e 3 neutrons) necessário para Octopus repetir a experiência...
muito loko o Octopus escalando o prédio e lutando com o Aranha nos parapeitos das janelas... cara... sensacional.... e o azarado do Stan Lee... que no primeiro filme tava embaixo do terraço que quase despenca... dessa vez tá embaixo de uns pedaços da parede que despencam... huauauauaua pelo menos ele salva a criancinha...
depois outra luta com o Octopus no alto no prédio... despencam em cima do metro (daqueles de superfície)... mais luta... a melhor luta... eles lutam até na lateral do trem... cara... sensacional... Octopus foge... mas o trem está desgovernado... e a cena mais tensa do filme... cara... o Aranha fazendo de tudo pra parar o trem... é tanta tensão que depois que a cena acabou eu percebi que eu estava apertando o encosto da cadeira com mó força... huauauauuaua....
o destaques do filme... J. Jonah Jameson... o cara é muito bem caracterizado... exatamente como no gibi... aquela do caviar foi sensacional... huauauauau totalmente sovina o cara...
Betty Brant... secretário do Jameson... dando uns flertes indiretos no Aranha...
Mary Jane... linda... deliciosa... cara... nao sei como o Aranha aguenta ficar na frente dela e ouvir coisas como "vc tem algo pra me dizer?" ou "me beija"... putz... eu amo Kirsten Dunst... desde Entrevista com o Vampiro...
o bosta do filme... o John Jameson... filho astronauta do Jameson... cara... ele é um bosta... ridículo... tosco... sem expressão nenhuma no filme...
as melhores partes... a cena do elevador e o evento em homenagem ao astronauta... pelo humor...
a cena do trem... pela ação e tensão...
as piores partes... pô... no túmulo do lado do Tio Ben... há 3 bandeirinhas americanas... em todas as casas da rua da Tia May... há uma bandeira dos estados unidos hasteada... e no final... o Aranha se pendurando... e lá num prédio tem outras 3 bandeiras americanas... que lixo... lixo...
mas o melhor de tudo é... NÃO TEM NADA DO JOTA QUEST... UHUUUUUU... Betty: Sua esposa na linha. Ela perdeu os cheques.
Cazuza - O Tempo Não Pára.
Melhor citação do filme:
Cazuza: "Você precisa beber! Álcool faz pate da vida! Está na bíblia! INFIEEEEL!"
Shrek 2
Nussa, fazia tempo que eu não ria assim em cinema (tirando, é claro, a cena do Páris apanhando no Tróia..)
Confesso que fui assistir com um pé atrás... Não havia assistido Shreck 1 até 4
dias antes da estréia do segundo... quando aluguei... e assistindo ao primeiro
nao gostei muito... por ser um filme curto... apenas 1h20m de duração... e pq
algumas muitas piadas nao eram espontâneas... eram um tanto forçadas... mas
mesmo assim fui assistir ao segundo... o filme é SENSACIONAL... muito
divertido... e apesar de ter acho que apenas 1h40m de duração... não parece
curto... e vc aproveita cada instante... O filme começa com a vida de
recém-casados de Shreck e Fiona... que logo são convocados a visitar os pais
dela... num reino muito, muito distante... eles vão pra lá e aí é risada atrás
de risada... Recomento a
todos assistirem... (mas assistam antes o primeiro filme pra entender melhor)
Pinoquio: I´m a real boy!
Filhos de Duna
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
O Dia Depois de Amanhã
Um filme surpreendente... você entra na sala de cinema esperando um bom filme...
e SURPRESA!!! O filme é uma porcaria. O filme mostra os efeitos que algumas
alterações climáticas causam no planeta quando há um problema com as correntes
marítimas de águas quentes. Os ambientalistas que percebem isso tentam alertar
quem? O presidente dos Estados Unidos? ERROU! Eles tentam alertar o vice...
(grande coisa)... que pra variar não tá nem aí... e então os problemas
climáticos se antecipam e aí começa a destruição de tudo... Se você quer
assistir ao filme apenas pra ver as cenas de destruição... tudo bem... os
efeitos são bem produzidos e você poderá ver ondas gigantes, o oceano invadindo
Nova York (maldita cidade construída em cima de uma macumba) e o gelo tomando
conta de tudo... Porém o diretor mostra isso as vezes de uma forma cansativa...
como se fosse uma cobertura jornalística que os noticiários americanos dariam
dos fatos... e o pior de tudo... existe pequenas estórias de pano de fundo
acontecendo em paralelo. O Dennis Quaid embarca numa jornada que não motiva...
enquanto vemos um outro núcleo formado principalmente por uns jovens que tentam
se abrigar do frio, com pouco agasalho e uma fogueirinha xexelenta... não
convence. Fora que tem uns lobos em CGI muito mal feitos... chegam a ser
ridículos. Pô, faz como o Coppola que usou um lobo/cão de verdade em Drácula de
Bram Stocker!!! O filme se foca muito no que acontece apenas nos Estados
Unidos fazendo breves menções de fatos em outros pontos do mundo. É uma
porcaria... só vale assistir se você quiser ver de que forma os Estados Unidos
conseguem ajuda internacional (um sonho que seria legal se fosse verdade), e por
algumas piadas que acontecem no núcleo dos jovens. Resumindo: se o preço do
ingresso não for te fazer falta... ainda assim pense antes de assistir...
Tróia
Van Helsing
Demolidor - O Homem Sem Medo
Kill Bill
O RETORNO DO TALENTOSO RIPLEY
"Oi. Ééé...hrum...eu já não te conheço de algum lugar?"
Maravilho! Simplesmente maravilhoso!! Nego se superou no quesito de adaptação de quadrinhos. Tudo bem que eu nunca li nenhuma das revistas inteira, mas pelo que eu já folheei, a parada ficou IDÊNTICA. E por isso, entenda que ficou BEM FODA.
O filme é dividido em três histórias independentes, todas passadas em Sin City e com os personagens se cruzando pelo caminho. A primeira delas é sobre Hartigan (Bruce Willis, provando que é um cara realmente duro de matar...haUEh), um dos poucos policiais honestos da cidade, que em sua última missão como policial, tem que salvar uma garotinha de um maníaco filho de um deputado (Nick Stahl, o carinha do Terminator 3). Depois, na melhor das três histórias, acompanhamos o fuderoso Marv (Mickey Rourke, assustadoramente igual...e ainda mais duro de matar que o Hartigan) procurando vingança pela morte de sua amada. E por fim, temos Dwight (o rei arthur Clive Owen) perseguindo o encrenqueiro Jackie Boy até uma região da cidade controlada pelas prostitutas.
A primeira coisa evidentemente assustadora nesse filme é o elenco. Como se esse bando de gente que eu me dei ao trabalho de catar o nome ae em cima já não fosse o suficiente pra qualquer filme, você ainda tem a Jessica Alba, Rosario Dawson, Brittany Murphy, Josh Harnnet, o grandão Michael Clarke Duncan, a gilmore girl Alexis Bledel (por sinal, ela interpretando uma prostituta rendeu várias piadinhas quando eu tava assistindo o filme com o Ricardo..eHuah) e o hobbit Elijah Wood. Porra, não é possível, metade dos recursos desse filme devem ter ido pra pagar esse povo. E foi muito bem investido, viu, pq geral manda mttto bem. Ênfase para o Mickey Rourke, cujo Marv é o cara mais foda do filme, e pro Elijah, que conseguiu a façanha de ficar apavorante mesmo estando parecido com o Harry Potter. Caralho, aquela cara de maníaco dele dava até medo, ehUAH. Ah, e menção honrosa também pra Miho, uma das prostitutas lá. A mulher destrói com espadas, arco e flecha, shurikens. Legolas é pros fracos.
O visual do filme também é outro espetáculo. Aquela coisa em preto e branco com cores aqui e acolá é POUCO foda, além de ajudar em algumas cenas mais violentas, como nos muitos e muitos desmembramentos. Da mesma forma, a maquiagem ficou perfeita, tanto na caracterização dos personagens quanto no banho de sangue.
Ou seja, em qualquer aspecto que você vá analisar, Sin City é um puta dum filme maravilhoso. Porrada e diálogos fantásticos pra todo lado. Seja você um fã da obra do Frank Miller (que por sinal faz uma ponta como um padre) ou um herege que acha que Sin City é um filme sobre construir cidades, pode ir pro cinema feliz e confiante que não vai se arrepender.
(Ah, e a cena que o Tarantino dirige é uma com o Clive Owen e o Benício Del Toro em um carro)
- Landau,o renegado, 21/11/05 - 01:02. Também em Landau
Detalhe para a lindíssima Alexis
Bledel...
Citação:
Eu não vou sentir prazer em mata-lo. Mas tudo o que rolar até lá ... vai ser divertido. 
- Landau,o renegado, 21/11/05 - 01:02. Também em Landau
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 07/07/05 - 23:05
Bem, a história do filme é bem simples. Tom Cruise é um operador de guindastes num porto, que recebe a tarefa de cuidar dos filhos, um jovem com cara de boboca (by Landau) e a Dakota Fanning (caralho, essa garota tá em todos!), enquanto sua esposa (a Éwoyn) viaja. O cara não se entende lá muito bem com os mulekes, até que de repente começam alguns eventos estranhos (velho, teve uma tempestade quando eu fui pra Ctba na última vez na qual o céu ficou igualzinho ao do filme...eahUEh), que culminam na invasão alienígena. E ai é cada um correndo prum lado e todo mundo correndo pra lugar nenhum.
Apartir disso vamos acompanhando a fuga dos protagonistas, que vão tentando acertar suas diferenças, enquanto os imensos Tripods vão acabando com a humanidade. Diga-se de passagem, aquela cena da igreja se despedaçando, do primeiro Tripod saindo do chão e depois devastando tudo é suprema. Eu que não queria topar com uma porra dessas pelo meu caminho. As cenas de ação ficaram todas muito boas, com efeitos especiais maravilhosos. Os robôs, os aliens, as paradas explodindo, tudo ficou muito, mas muito bem feito. E o Cruz-credo e garotinha até que mandam bem. Só o filho dele que parecia não ter a menor idéia do que estava fazendo ali. HEuhaueha, o cara fazia as caras de mal mais ridículas, e em momentos que ele nem deveria estar com cara de mal. Tosco tosco.
E o filme vai revezando bem entre o massacre dos alienígenas e os problemas familiares dos 3 até quase o fim da parada. Tudo bem que tem uns absurdos, tipo aquela porra de avião ter destroçado a casa toda e o carro ter ficado ali intacto, mas ninguém ia conseguir fazer um filme desses sem essas coisas, eheh. E o final, bem, eu já até esperava uma coisa dessas. Ultimamente nego tá preferindo saídas mais simples, e evitar coisas em grande escala tipo o final do Indepence Day. O que me deixou puto mesmo foi a volta sem mais nem menos de um mané que tinha sumido pelo caminho. Maldita covardia de quem escreveu o roteiro.
Mas bem, nada que vá destruir o filme todo. Claro que passa loooonge de Batmans e Episódios 3 da vida, mas ainda sim dá pra divertir na boa....=)

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 07/07/05 - 23:04
Depois de acabar com a honra do pobre morcego com aquele filme vergonhoso chamado Batman e Robin, finalmente a DC se redimiu. E se redimiu com louvor, pq joga os outros pro Cinema em Casa sem o menor esforço. Seguindo a linha começada pelo X-Men, de fazer filmes de super-heróis com um pé na realidade, os caras fizeram um Batman muito mais verossímil (na medida do possível né..eahueh) e sem perder o estilo dos quadrinhos.
A parada começa com Bruce Wayne indo até onde Judas perdeu a paciência de andar, em busca de treinamento e meios para "fazer justiça". Lá ele encontra o sempre-tutor Liam Nesson (pelo menos dessa vez o cara vai além disso, eheh), que lhe ensina todas as manhas do combate. Além disso, vemos vários flashbacks do crescimento da infância dele e, claro, da morte dos pais. De volta a Gotham, ele percebe que a cidade está totalmente decadente e nas mãos da corrupção, e começa os preparativos pra se tornar o homem morcego.
E isso é uma parada muito bacana. Diferente do antigo primeiro filme, aqui eles mostram passo a passo como o Bruce Wayne se torna o Batman. A Bat-Caverna ainda está sendo preparada, os equipamentos vão sendo pegos na Wayne Corporation, a roupa sendo feita e tudo mais. Mostra também ele criando seus contatos, como o futuro Comissário Gordon. A única coisa que eu achei meio esquisita era aquele Bat-móvel. Quer dizer, ele em si nem tava tão mal. Mas po, aquela parada do motorista descer quando vai atirar era horrorosa, parecia coisa de série japonesa. Já o uniforme e as tralhas do Batman tavam bem fodas. Nada de mto espalhafatosos, Bat-rangues (ehaueh, ainda bem que não colocaram esses nomes no filme, pq tem uns mto feios..ehaUEh) mais simples e eficazes. E porra, o Christian Bale é O Batman. O cara se dá ao trabalho até de mudar de voz quando coloca o uniforme.
Outro ponto que eles acertaram em cheio foi o Espantalho. Po, tudo bem que aquele visual dos quadrinhos funciona nos quadrinhos e no desenho animado, mas teria uma altíssima probabilidade de ficar rídiculo no cinema. Muito melhor do jeito que fizeram, que inclusive justificou e muito bem o uso da máscara. E aquele ator é muito foda! Inclusive, parabéns pra quem escreveu esse roteiro, porque misturar Ras Al Gul, Espantalho e Falcone no mesmo filme não é pra qualquer um hein (diga-se de passagem, só quero ver o que vão aprontar com a salada de vilões que tão prometendo pro HA3). O Ras Al Gul, no início, parece até que vai ser muito mal aproveitado, mas depois tudo é consertado mais pra frente. Tipo, destruiram com toda a mitologia do personagem, mas como também eu aposto que 90% de quem vai assistir ao filme não faz a menor idéia de quem ele seja, nem tem tanto problema.
Ou seja, se a franquia continuar assim daqui pra frente, a gente só vai ter alegria. Batman mais realista, mal pra caralho (destaque pra cena dele interrogando um policial lá...FODA), e respeitando os pobres dos fãs que já sofreram tanto tendo que aturar coisas como um Bane capanga da Hera Venenosa....
- Landau,o renegado, 21/11/05 - 01:02. Também em Landau
Citação:
"I won´t kill you, but I don´t have to save you. 
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 07/07/05 - 23:03
Aaaaaah, agora sim. Graças a deus que existem os filmes de ação (e as animações) pra salvarem o humor no cinema.
A história, que infelizmente não é sobre o sujeito que fala "Mr Aaaaaaaannnnnndddeeeeerrrrssssoooon", é sobre um casal de assassinos profissionais de companhias rivais (Brad Pitt e Angelina Jolie), cujos trabalhos são tão secretos que um não faz idéia da "outra identidade" do outro. Porém, ambos acabam sendo enviados para matar a mesma pessoa, e ai fudeu.
E olha que fudeu mesmo. Porque quando nas cenas que os dois tão tentando se matar, a porrada rola solta. A cena deles se quebrando em casa não deixa um único utensílio no lugar. Sem contar também que eu não faço idéia como eh que um nunca achou alguma arma escondida pelo outro na casa. Eles só não superaram o Justiceiro, que tinha uma granada escondida embaixo da pia.
Agora, o melhor mesmo são as partes engraçadas. Aaah, vai, não tem como não cair de rir daquelas caras do Brad Pitt. Ele morrendo de medo no jantar é fantástico. E o roteiro até que é bem bonzinho. Tudo bem que o final é meio tosco e previsível, mas também não se pode exigir demais do desfecho de um filme desses né.
Mas bem, é isso. Mta ação e cenas engraçadonas que valem a pena na boa ver o filme. E como eu tenho mais duas pra escrever ainda, e provavelmente esse bagulho não está nem mais em cartaz, fica por ae mesmo...

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 07/07/05 - 23:02
E bem, o filme era uma bosta.
Pra você ter uma idéia do caos que é a parada, ele começa com uma narração do José Wilker. Sim, mesmo na versão legendada, a narração, sabe deus por que cargas d´agua, é do José Wilker. Mas bem, tirando isso até que começa bem. O musical dos golfinhos é algo de outro mundo. Genial, genial. Agora, dai pra frente, eu acho que tinham no máximo umas 3 piadas aproventáveis.
A história dessa joça é a seguinte. Uns alienígenas feiosos destroem a Terra porque ela estava no caminho de uma via espacial. No último instante, o personagem principal, cujo nome eu esqueci assim que sai da sala do cinema, consegue escapar graças a ajuda de um velho amigo seu, que na verdade também era um alienígena. Juntos, eles pegam carona na nave do presidente da galáxia (??), um sujeito tosco ao limite, onde também estão uma outra terráquea e o robô deprimido, pessimista e melhor-coisa-do-filme Marvin. Eles partem então para os confins do Universo atrás da resposta da pergunta fundamental. Bem, algo assim. Faz muito tempo que eu vi isso, eheheh.
No fim das contas, eu acho que meu problema com esse filme é o tipo de humor dele. Eu particularmente achei uma bobeirada geral. Pelo menos o visual e a ambientação são fantásticos. Essa cena então, além de belíssima, me lembra MUITO, mas MUITO, o Outcast.
Bem, eu ainda acho que se for pra ver alguma coisa engraçada, mais vale ficar em casa e procurar no catálogo da Net todos os horários possíveis para assistir Whose Line is It Anyway. Meu amigo, aquilo sim é de outro planeta...
Aaaaah eh, o Guia em si. Cara, eu creio que no livro ele realmente tenha uma utilidade. Mas porra, aquilo serve pra alguma coisa no filme???
Citação:
"Estamos perdidos!! Ei..espere...o que eh isso...hmmmm..é, não é nada. Estamos perdidos!!!!"
(Caralho, se o filme fosse todo que nem essa parte, eu saia de lá sem ar de tanto rir)
"A resposta é...42."

Fantástico, fantástico. Simplesmente fantástico.
E bem, o Landau que faça alguma resenha super bem feita então. Eu vou só comentar o filme todo, que nem sempre..ehAUAEeuhUHE =).
Bem, o letreiro passa, e a câmera começa a descer, como nos outros episódios. A primeira cena já é maravilhosa, com o sol brilhando e as naves passando em direção a batalha. Uma Senhora batalha, diga-se de passagem. Uma penca de naves da República e da Confederação, vários caças, explosões e tudo mais. Mas infelizmente isso fica apenas como pano de fundo, e a ação se concentra só nos caças do Obi e do Ani. Não é nem que tenha ficado ruim, até porque as cenas são ótimas. Mas po, pra quem tava prometendo A Batalha espacial, podia ter sido um tantinho maior. E o Anakin podia ter mostrado mais que é O piloto.
Dai os Jedi invadem a nave do Grievous, pra resgatar o Palpi e tudo mais. Nossa, por mais que nego tenha falado que achou essa sequência meio infantil, eu achei o máximo. O R2-D2 é definitivamente o droid mais ninja que existe, eaHUEhaUEh. E poutz, ele ajuda bastante os Jedi. Ele liga aparelhos, desliga, movimenta, voa, queima droids (nego até aplaudiu nessa parte), dá choque, solta faíscas. Eu ainda acho que um dia ele puxa um sabre de luz e faz a festa ali, ehaeeaHUEh.
Depois temos a luta entre Ani, Obi e Dooku. Obi Wann, como sempre, mostrou que é um bolha quando se trata de lutar em dupla. Velho, TODA SANTA VEZ que ele faz isso ele se fode. Se fudeu no início da luta com o Maul, se fudeu na luta com o Dooku no AOTC, e se fode feeio de novo agora. Agora, o fim da luta foi, pra mim, a primeira cena fabulosa do filme. Ali é a primeira das muitas e muitas vezes que o Palpatine fica fazendo a cabeça do Anakin pra ele ir pro lado negro. Ele falando pro Ani matar o Dooku, que olha com uma puta cara de espantando pro Palpi. E depois ele falando pro Anakin largar o Obi ali inconsciente, pq não daria tempo de salva-lo. Mto mto bom.
Ai temos a aparição do Grievous. Cara, como ficou foda aquele CG. O bicho parecia que tava ali mesmo, mto bem feito. E eu não achava que nego ia levar o Clone Wars tão a sério. No último episódio do desenho, o Grievous toma um teco absuurdo do Mace Windu, e passou o filme todo tossindo, mancando e tudo mais.
Já em Coruscant, temos Ani com a Pad se reencontrando, sendo que os diálogos pelo menos foram melhores que os de AOTC. Ai vem os pesadelos do Anakin com a morte da Padmé, e o Palpatine perturbando mais a cabeça dele depois. Cara, o Palpatine é um gênio. Ele fica ali na moita, só na ginga, manipulando o mané do Anakin, ehUEh. Indica ele pra ser membro do Conselho, o Conselho vai e até aceita, mas não o deixa ser Mestre, afinal o garoto ainda eh mto imaturo pra isso. E lá vai o Anakin ficar com mais raiva dos jedi.
Interessante que o Mace Windu é sempre o que dá as más noticias. Foi ele que falou pro Anakin que não poderia ser treinado, foi ele que falou que não seria Mestre, e tudo mais. O "Corvo da Tempestade" praticamente, como já diria o Tolkien, heeh.
Já a cena que me causava mais medo em matéria de "estraçalhar o UE" foi maravilhosa, e nem chegou a contradizer nada. Anakin e Palpatine no teatro, Palpatine contando uma antiga lenda Sith sobre alguém que podia impedir as pessoas de morrerem. "Opaaa", pensa o Anakin. E eu posso aprender isso?? Claro, mas não com os Jedi. Mas um passo em direção ao Lado Negro...
Obi vai caçar o Grevious, Yoda vai pra Kashyyyk, Anakin fica em Coruscant.
Em Utapau (e viva a criatividade do GL para nomes), Obi Wann, montado numa lagartixa importado de Harry Potter (que eu jurava que voava, quando via fotos), encontra o General e seus droids. Pula no meio de todo mundo, acaba com os Magma Droids, e parte pruma rápida luta com o Grevious. Os braços do Grevious girando com os sabres de luz ficaram bem bacanas, ele graças a deus não usou um sabre de luz nos pés, e o CG ficou bem style. O Obi até corta as mãos dele com certa facilidade, mas considerando que eu acho ele O cara, e que o Grevious já tava meio capenga mesmo, nem tem nada demais. O veículo do Grevious cabou que ficou legal tb, e o final da luta serviu pra mostrar que os Jedi as vezes tem que se virar com o que tiver em mãos. Só achei que os órgãos do Grievous tavam ali mto expostos. Agora, o comentário do Obi depois foi fantástico...""So uncivilized".
A batalha dos Wookies me lembrou MTO o Galatic Battlefront. E o Chewie, como eu sempre soube, apareceu só pra falar que apareceu mesmo, pq não faz nada. Acho que foi só pra homenagear o Patrick Mayhew. Agora, o Yoda. Cara, como o CG do Yoda ficou bom, hein? Eu já achava o do AOTC bacana, mas esse agora ficou sensacional.
Em Coruscant, Anakin descobre que Palpatine é o Lord Negro dos Sith, e com certe hesitação, decide avisar ao Conselho.
E agora, meu filho..e agora, o que já tava mto bom fica ABSURDAMENTE FODA.
Após avisar Mace Windu e ser deixado de lado, vemos Anakin sozinho na sala do Conselho, olhando para janela, enquanto a Amidala faz a mesma coisa no apartamento dela, com uma senhora música de fundo. Cena linda linda. Ai fudeu. Mace Windu chega com mais 3 Jedi na sala do Palpatine. "Chancelor, you are under arrest". O início do que se segue depois é uma escabrosidade (?!?!) sem igual. O Palpi pulando daquela mesa foi mto bizarro. Eu teria reclamado até se fosse o Maul que fizesse aquilo, a não que o Ray Park conseguisse fazer aquilo sem ajuda de CG (o que, pensando bem, é até capaz..ehaUEh). E po, os jedi tavam ali de braços abertos pra apanhar depois. Agora, a luta contra o Mace pelo menos seguiu na boa. Nada do Palpatine ficar pulando muito. Diga-se de passagem, ele é uma piada com sabres de luz. Termina sendo desarmado pelo Mace, e só não um punhado de retalhos pq o Anakin chegou na hora, para uma das melhores cenas de toda a Saga.
Tempestade, Palpi ao lado da janela estraçalhada, com o Mace louco pra jogar sua cabeça bem longe. Anakin chega, e implora para que Mace não mate o Palpi, afinal ele está indefeso e merece ser julgado. Oras, ele está até certo, afinal, há o Código Jedi. Mas Mace argumenta que não haveria como realizar um julgamento, afinal Palpatine controla todo mundo, o que também não deixa de ser verdade. A questão é que Palpatine é o cara mais manipulador que existe. Se fez de indefeso, ficou lembrando que sem ele o Anakin nunca salvaria a Padmé, que havia um complô dos Jedi contra a República, e no fim das contas o Anakin cabou atacando o Mace. Até a transformação do Palpatine foi incrível.
Skywalker acaba se tornando discípulo do mestre Sith, que ordena que ele acabe com os Jedi no Templo. Enquanto isso, Palpatine dá a Ordem 66 aos clonetroopers.
E nossa, que cena triste. Cara, dava um aperto tão grande ver os Jedi sendo traídos ali, morrendo na maioria das vezes sem nem ver quem é que tava atirando. O único que teve algum esboço de reação foi o Ki Adi Mundi, mas dava pra ver na cara dele o desespero, aquela coisa de "Ei, porque vcs tão fazendo isso comigo!?!?". De resto, foi um massacre total, afinal, NUNCA que os Jedi iam esperar aquilo. Os caras tem a Força, mas não tem o sentido aranha, eheh. Definitivamente um plano perfeito. E o Yoda sofrendo quando sentiu o que estava acontecendo, que pena do pobre velhinho.
E depois o Anakin invadindo o Templo. Ali ele já tinha perdido a cabeça de vez. Aquela cena dos younglings foi genial.
Por fim, temos os dois duelos finais. De um lado, Yoda chega triunfante varando os Royal Guards na parede, sem fazer o menor esforço. Te falar que eu até queria ver os Royal Guards em ação nesse filme, mas nada seria melhor que aquilo, ehUEHUeh. E depois o Yoda ainda jogou o Palpatine por cima da mesa dele. Melhor estabaco ever!! Com os sabres, Palpatine mostrou novamente que não nasceu pra isso, tanto que só mostrou serviço mesmo quando apelava pra Força. E por sinal, ele jogando as cadeiras do Senado no Yoda ficou mto, mas mto foda.
Do outro lado da galáxia, Anakin já havia exterminado impiedosamente os líderes da Federação. Ai, depois de uma conversa fabulosa com a Padmé, ele viu que o Obi tinha ido junto com ela na nave. Eu achei um tanto quanto estúpido por parte do Obi aparecer ali naquela hora, porque era óbvio que o Anakin ia ficar puto e descontar na Amidala. E foi o que ele fez. Force grip e mulher ao chão. Outra cena maravilhosa. E então Anakin e Obi Wann partem pra luta. Depois de 12 minutos (tem gente que falou que cronometrou) de luta, Obi ganha terreno e diz pro Anakin que acabou. Oras, Anakin estava numa plataforma boiando na lava, e o Obi estava totalmente em vantagem em terra firme. Mas não, Anakin supervalorizou seus poderes, achou que era o foda, e se fudeu feio. Mas mto feio. Cara, eu nunca imaginei que fosse ser assim, mas assim ficou perfeito. E outra coisa que eu nunca imaginei foi que o Obi largasse o Ani ali pra morrer. Acho que foi o que mais me surpreendeu no filme.
No fim, uma sequência fantástica intercalando o nascimento dos gêmeos e a criação do Vader. E velho, a cena do capacete descendo e a primeira respiração do Vader são MTO, MAS MTO FODAS. E o Obi Wann levando o Luke para a família Lars, que termina com o garoto no colo, olhando para o por do sol em Tatooine, é uma cena absolutamente maravilhosa. Não tinha como o filme terminar melhor. Simplesmente lindo.
Uma coisa genial desse filme é que, apesar de você saber perfeitamente quem está de que lado, não há ninguém que seja exclusivamente bom ou mal. Você por exemplo o Anakin. Por mais que ele tenha feito um monte de atrocidade, ele fez aquilo achando estar fazendo o certo, achando que realmente iria salvar a Amidala e a República. Por outro lado, você ve por exemplo o Mace Windu. Eu não tenho a menor dúvida de que se o Mace matasse o Palpi, ele iria acabar tomando o poder do Senado e aprontando alguma merda depois. Diga-se de passagem, não se pode nem dizer que tudo que o Palpatine falava era mentira, visto que o Conselho realmente não confiava no Anakin e realmente planejava tira-lo do poder.
Ah véio, esse filme pra mim foi maravilhoso. Depende muito da expectativa de cada fã e tal, conheço gente que esperava coisa completamente diferente e que acabou por isso não gostando do filme. Mas pra mim, isso ae era tudo que eu queria ver fechando a Saga...
- Landau,o renegado, 08/05/05 - 01:02. Também em Landau
O filme começa bastante interessante com a missão de resgate do Chanceler Palpatine, somos apresentados ao General Grievous (e a trilha sonora nesse instante é uma das melhores que já ouvi) e revemos o Conde Dooku. Alguns acharam a morte de Dooku muito prematura, mas eu não, afinal temos um antigo jedi experiente agora convertido ao lado negro combatendo um jedi ainda novo, porém o jedi experiente tem a velhice como ponto fraco e o jedi novo não é um jedi qualquer é o escolhido, jedi talentoso e habilidoso, que pode por suas habilidades a prova durante a Guerra dos Clones, apesar de Dooku possuir mais potencial do que usou, foi surpreendido por um golpe certeiro que o deixou rendido. Bastante interessante também a postura de Palpatine que não esconde sua maldade diante de Anakin, apenas pois Obi-Wan está desacordado. Palpatine ainda tenta fazer Anakin simplesmente deixar de lado seu mestre, mas ainda falta bastante para que Anakin tombe ao lado negro e os princípios de Anakin o fazem resgatar Obi-Wan.
Personagem paralelo nesse resgate é R2-D2 que no início desse filme assume o papel cômico, demonstrando tantas habilidades que até mesmo poderia ser um jedi. Uma habilidade que não gostei foi ele ter conseguido pegar o comunicador arremessado no ar. Ficou irreal. Porém ele usar choques contra inimigos foi bastante interessante, afinal é um recurso que ele utiliza contra Salacious Crumb e contra os Ewoks em Retorno de Jedi. Novamente da habilidade de R2-D2 de voar utilizando jatos em suas pernas não gostei, afinal é um recurso que ele não utiliza na Trilogia Clássica e em algumas oportunidades faz a Trilogia Clássica ficar sem sentido o porque dele não utilizar deles. Pior ainda o uso dos jatos é o fato deles serem usados pra incendiar uma grande poça de óleo que acaba com 2 Battle Droids. Se droids são tão vulneráveis ao fogo, por que se perde tempo combatendo-os com tiros laser? Usem napalm! Mas toda essa parte cômica é perdoável pois dá ao início do filme um clima leve e descontraído, contribuindo para seu declínio evidente no decorrer do filme. Interessante também que vemos R2-D2 dar aqueles passinhos como se estivesse andando com pernas ao invés de rodas, movimento que não foi feito antes da Nova Trilogia, igual a Trilogia Clássica quando muitas vezes ele se movia dessa forma, ainda que estranha para um robo, assim como o vemos usar aquele visor tipo um periscópio para enxergar de dentro da pilha de droids destruídos, como ele fez para enxergar quando caiu no pantano de Dagobah. Faz uma ponte interessante com a Trilogia Clássica, .
Voltando ao resgate, Palpatine e os jedi acabam ficando pendurados num poço de elevador, e como meu amigo Andarilho comentou, bastante ironica a cara de medo de Palpatine pendurado com medo de cair no poço do elevador, como se fosse já um sinal do seu destino final na Trilogia Clássica. O resgate fracassado os leva diretamente ao encontro do General Grievous, personagem bastante interessante. Nesse ponto do filme ainda há o aspecto cômico nos droids, quando um deles entrega os sabres de luz dos jedi ao Gal. Grievous, que pega grosseiramente, e o droid responde com um "de nada", ou também quando vemos droids pensando em fugir! Que diabos de programa é esse que eles possuem que permite tal pensamento?
No filme Gal. Grievous decepciona um pouco, ainda mais para quem não tiver assistido Clone Wars para saber a razão pela qual ele parece ser fraco, mas mesmo para quem viu Mace feri-lo gravemente no capítulo 25 de Clone Wars, Grievous acaba ficando decepcionante por não demonstrar toda a habilidade que ele possui no desenho.
O filme prossegue com uma aterrisagem forçada no planeta, mostrando uma cena que me lembrou bastante Impacto Profundo, quando a parte pequena do meteoro acaba caindo na Terra. Detalhe que antes disso a nave se parte ao meio. Seria isso uma referência ao Titanic de James Cameron, amigo de George Lucas? O resgate é concluído e o chanceler é recebido por um grupo de senadores. Nesse ponto há um dialogo entre Anakin e Obi-Wan que está na porta de uma nave. Acabei reparando que os reflexos de naves que passam no vidro da nave se repetem várias vezes, uma nave bastante quadrada que vai para o lado esquerdo, e pouco depois acima de onde ela passa vem duas naves compridas para o lado direito. Esses reflexos aparecem umas 3 vezes. Ahh, não vamos esquecer que pouco antes da nave dos jedi pousar trazendo o chanceler para esse grupo de senadores vemos uma fragata corelliana pousando num hangar próximo, uma clara homenagem à Millenium Falcon (logicamente que dentro da história do filme não podemos considera-la sendo a mesma nave).
Temos uma cena de romance entre Anakin e Padme Amidala que é interessante por seu diálogo. Anakin diz que Padme é linda. Ela diz que é por estar apaixonada. Ele responde que na verdade é por ele estar apaixonado. Ela questiona se o amor o deixou cego. Ele diz que não foi isso que quis dizer e ela sentencia que mesmo assim é verdade. Talvez outras pessoas não tenham dado valor a essas palavras, mas veja como Padme estava correta: o amor deixou Anakin cego, tão cego a ponto de cometer os atos que virão por causa desse amor.
Depois temos a ida de Anakin ao balé/ópera para conversar com Palpatine, onde antes dele entrar, enquanto ele sobe escadas vemos facilmente a participação de George Lucas ao lado de sua filha no filme como figurantes.
A construção da queda de Anakin continua quando as dúvidas começam a aparecer: medo de perder Padme; conselho de Yoda de se desgarrar das coisas; promessa de Palpatine de poderes capazes de impedir a morte; a desconfiança do Conselho Jedi ao chanceler e à relação entre ele e Anakin; a desconfiança (forjada e proposital) de Palpatine de que os jedi querem tomar o poder; a revelação de Palpatine ser o Sith Lord; a postura arrogante de Mace Windu no duelo com Palpatine, onde o chanceler soube ser esperto e se fazer de vítima perfeitamente.
Diante de uma situação tão confusa, foi apenas uma coisa que fez Anakin decidir que caminho trilhar: o amor por Padme, como ela mesma disse o cegou. Mace Windu sofre as consequencias de sua arrogancia, apesar de não se poder dizer com certeza que tenha morrido, afinal não vimos seu corpo morto. Se Boba pode escapar do Sarlaac, não se surpreendam se Mace estiver vivo.
Yoda em Kashyyyk comanda uma batalha que foi feita como homenagem ao amigo de George Lucas, Steven Spielberg. Os elementos de Resgate do Soldado Ryan são evidentes. Como meu amigo Slau comentou há até aquela bomba grudenta, colocada no veículo inimigo por um wookie que dá o grito do Tarzan, como meu amigo Goleth comentou. Grito por grito também temos o Wilhelm no inicío do filme, quando um clone canhoeiro cai após a explosão do seu canhão.
Num primeiro instante, a versão deformada de Palpatine parece ser bizarra, muito mal feita, mas basta que ele coloque o capuz para vermos como ele está perfeitamente parecido com o Imperador em Retorno de Jedi, mesmo que algumas vezes antes dele por o capuz eu tenha me lembrado do Dracula, talvez outra homenagem, dessa vez ao seu amigo Francis Ford Coppola.
Outro aspecto curioso do filme é a cena em que Obi-Wan vai pegar sua nave para ir a Utapau, procurar por Gal. Grievous. Enquanto ele conversa com Comandante Cody, há no fundo várias naves estacionadas e clones fazendo aqueles reparos e aquelas soldas, exatamente como no hangar antes da batalha final de ANH ou na Echo Base em Roth. Aquele som de solda e aquela imagem das faíscas fazem conexão perfeita com a Trilogia Clássica.
Muitos disseram que a queda de Anakin foi muito brusca, mas não foi. Temos que encarar que ela começou há muito tempo, quando Anakin matou os tusken, quando Anakin derrotou Assajj Ventress em Clone Wars, quando Anakin desrespeita o Conselho Jedi mantendo o relacionamento escondido com Padme, durante todo o tempo em que Palpatine inflou o ego de Anakin dizendo que ele era o mais poderoso de todos e que o Conselho Jedi não enxergava isso... e que os ultimos eventos, a morte de Dooku, a postura dos jedi e principalmente a arrogancia de Mace Windu e sua falta de conduta ao tentar matar o Supremo Chanceler, fazem com que toda a imagem da realidade que Palpatine criou para Anakin enxergar faça sentido.
O batismo de Darth Vader dentro do filme é um pouco fraco, afinal parece que é um nome qualquer, quando todos nós queriamos um simbolismo mais forte, mas o nome que vem de Dark Father, pai sombrio, aqui fora do filme, dentro do filme parece ser apenas um nome, talvez tenha algum significado na antiga lingua dos Sith, mas aí Palpatine não demonstra as suas razões para o nome.
Gal. Grievous é explorado pela ultima vez, em seu combate contra Obi-Wan. Alguns disseram que ele porta os sabres de Anakin e Obi-Wan e que isso seria errado. Não sou especialista em sabres mas talvez sejam apenas sabres parecidos. Interessante o desfecho da batalha com Obi-Wan tendo que recorrer a uma forma tão incivilizada. Ligação direta com a Trilogia Clássica e mais um ponto que constroi a personalidade de Obi-Wan.
A execução da Ordem 66 talvez seja o momento mais pesado do filme, pois vemos jedi sendo mortos covardemente. Ki-Adi ainda tenta se defender, Ayla Secura não tem essa chance. Plo-Koon é atingido por 'fogo amigo' (será que seu radar não mostraria ataque vindo de nave amiga?). Luminara Unduli apesar de aparecer muito brevemente na primeira cena de Kashyyyk não tem mostrado o seu destino. Yoda por sua vez se safa, é ajudado por Chewbacca (totalmente descartável nesse filme) e parte de Kashyyyk numa nave que respeitada suas proporções lembra um pouco a partida de E.T.
Anakin entra no Templo Jedi com pelotões de clones e demonstra sua total corrupção ao lado negro sendo impiedoso com os younglings. As palavras de Palpatine não poderiam ser mais adequadas: "Every single jedi is now an enemy of the Republic! Do what must be done! Do not hesitate! Show no mercy!"
Palpatine indo ao senado e declarando que a República será remodelada em Império, para manter a paz na sociedade, e sendo aclamado com aplausos por todos é uma cena memorável. Principalmente porque houve muita discussão quanto a como o Império era visto na galáxia, e eu sempre acreditei que o Império tinha uma boa parcela da população em seu favor, afinal, Palpatine foi o herói que libertou a galáxia da ameaça dos Separatistas, e que depois acaba se tornando aquele que protege a sociedade contra a ameaça terrorista dos rebeldes da Aliança. Tudo é questão de marketing. E Palpatine soube fazer o seu. Não é a toa que eu creio claramente que o Império recrutava soldados e que havia bastante jovens dispostos a se unirem e servirem ao Império. "Não pergunte o que o Império pode fazer por você mas o que você pode fazer pelo Império!". Ser stormtrooper e viver uma vida de aventura e emoção, viajando para diversos locais, e servindo ao governo que protege sua sociedade pode ser uma forma de vida bastante interessante para pobres jovens de sistemas remotos. Mas o detalhe interessante dessa sequencia é que enquanto todos estão ali aplaudindo o vilão, Padme está refletindo sobre isso, dizendo que a democracia morre com o som de aplausos, e para demonstrar essa sua pureza, sua inocência, o detalhe em seu penteado, o objeto que prende seu cabelo forma em sua cabeça a forma de uma auréola, como se desse à Padme uma santidade, demonstrando que ela não estava envolvida com esses acontecimentos.
No instante da fuga de Obi-Wan a bordo de uma nave que eu creio que era do Gal. Grievous (nave com estilo bastante legal, que lembra carros dos anos 50) ele recebe uma comunicação do senador Bail Organa e ele comenta que não recebeu resposta da frequencia 913. Eu tentei achar o 1138 nesse filme e não consegui outra possibilidade senão: pegue 913, subtraia 8 do 9 inicial e jogue para trás, resta 1 no inicio e fica 1138. Outra possibilidade que pensei mas é fantasiosa demais é: quando Yoda está conversando com o Conselho Jedi durante sua estadia em Kashyyyk, há uma cena do Conselho Jedi, há 8 jedi sentados, 3 deles são hologramas. Poderiamos assim talvez pensar em 11 sendo Obi-Wan e Anakin que estão no Conselho, 3 sendo os jedi em holograma e 8 sendo seu total.
Detalhes a parte, vamos às lutas. Ponto que eu tanto temia nesse filme, mas não me decepcionei, exceto pela falta de habilidade de Grievous, que era tão articulado no desenho e só vi essa habilidade dele quando ele vai montar em sua moto num movimento que parece uma cambalhota. Durante a luta ele é bastante fraco, ao ponto de deixar ser amputado por duas vezes, por apenas 1 jedi, quando ele era capaz de acabar com um grupo de 4 jedis em Clone Wars.
Palpatine era alguém que eu não desejava ver lutando, mas gostei de uma coisa, percebi que ele não é bom no manejo de um sabre de luz, realmente ele prefere usar os poderes do lado negro para desferir raios ou então usar de truques sujos, somente utilizando o sabre quando não há outra alternativa. Contra Mace e os outros jedi ele teve que sacar o sabre pois os jedi já chegaram com armas em punho, mas ele se valeu do efeito surpresa e acabou rapidamente com Eeth Koth, Saasse Tin e Kit Fisto. Para aqueles que julgaram que eles morreram facilmente, eu encaro assim: quando Mace se dirigia para o hangar para ir prender Palpatine, ele está acompanhado dos outros jedi, Anakin chega para falar com ele, revelando que acredita que o Sith Lord é o chanceler, mas nessa conversa os outros jedi já embarcaram na nave, somente Mace Windu ouviu a conversa, e arrogante como ele é, não deve ter comentado nada com os outros jedi por não confiar no que Anakin disse até poder comprovar com seus próprios olhos. Assim Mace Windu chega no gabinete do chanceler esperando encontrar um Sith Lord enquanto os outros apenas esperam prender um simples senador. Ponto para o efeito surpresa de Palpatine nesse instante. E bem feito para o Kit Fisto, assim ele não irá mais sorrir como na batalha de Geonosis, ou no pior dos capítulos de Clone Wars. E contra Yoda, o plano dele era fugir, foi forçado a lutar com o sabre (que alguns questionaram onde ele arranjou sendo que perdeu o outro pouco depois de estourar a janela da sua sala), mas logo que mudou de campo de batalha, mudou sua estratégia.
Já que falamos de Yoda, esse era o que eu mais falava mal, devido sua luta em Ataque dos Clones ter sido ridícula, gratuíta, desnecessária, ilógica, contraditória aos princípios que ele pregava, idiota pelo fato de Yoda ter caído num joguete de Dooku, e toda a luta em si ter sido feita apenas para agradar ao público, a juventude corre-pula-tiro-explode. Dentro do filme ela não tinha razão de existir, suas razões eram fora do filme. Pois mesmo com todos esses pontos negativos para uma luta do Yoda, em A Vingança dos Sith, Yoda luta, e eu gosto! Sua luta tem um propósito: diante da desesperadora situação, com tantos jedi mortos, a República tombando para dar lugar a um Império, a única alternativa seria tentar eliminar o mal drasticamente, e os únicos para tal tarefa eram Yoda e Obi-Wan, e Yoda não julgava Obi-Wan preparado o suficiente para encarar um Sith Lord. Portanto sua luta com Palpatine é plenamente justificável e possui um contexto. Não é apenas pra agradar o público. Sua chegada já tem bastante estilo, quando os guardas imperiais tentam alguma reação e são facilmente nocauteados. Palpatine logo demonstra seu poder com o lado negro, mas Yoda também demonstra que é forte com a Força, o que faz Palpatine pensar em fugir, mas Yoda bloqueia sua fuga e o obriga a lutar com o sabre. Mas assim que pode Palpatine muda a estratégia já que sabe que não é bom usando lightsaber. Palpatine começa a arremessar plataformas flutuantes dos senadores, e podemos ver que Yoda quer lutar com sabre, pois ele desliga o sabre, desvia das plataformas arremessadas e volta sempre a ligar o sabre, até o ponto que alcança Palpatine na plataforma em que ele está, mas sofre um golpe, de raio lógico, perde seu sabre e acaba tombando. Diante dessa situação desfavorável só resta a Yoda fugir. Quem diria que esse é o Yoda do "Do or do not, there is no try!".
Anakin eliminando os separatistas apesar de mostrar seus assassinatos claramente não é tão pesado quanto a cena dele ligar o sabre diante dos younglings. Engraçado é que a edição da forma como foi feita até cortou parte dos atos dele, pois pouco antes dele matar Nute Gunray vemos a sala de reunião com aquela longa mesa e na cabeceira está em pé e vivo aquele alien da União das Máquinas (aquele que no Episódio 2 tinha um sintonizador de rádio no peito), e não é mostrado como Anakin o mata, depois vemos apenas o corpo dele caído perto daquela mesa e Anakin admirando a paisagem.
Interessante a capacidade de se camuflar de Obi-Wan, pois quando ele chega em Utapau ele consegue fazer todos nós não vermos que ele não está na sua nave quando ela parte, mas tudo bem que aí foi de propósito, afinal o truque está na forma como o filme é editado, mas o problema é que somente na 4a. vez que eu vi o filme que eu o vi entrando na nave de Padme antes dela ir para Mustafar! Pois bem, Padme chega em Mustafar e encontra com Anakin, e o dialogo deles também tem mais referencias à Trilogia Clássica, quando Anakin propõe "Join me and together we can rule the galaxy". Ahh... não comentei antes, mas Palpatine fala para Anakin "Search your feelings", mais uma frase que remete à Trilogia Clássica. O diálogo entre Anakin e Padme é triste, pois nos mostra que Padme também esteve cega por amor só que agora ela percebe a realidade. Interessante o aspecto ciúmes nessa relação. Desde o início do filme quando Padme pergunta se Obi-Wan os poderia ajudar quanto ao bebê, Anakin já demonstra ficar incomodado e querer deixar Obi-Wan de lado. Nesse dialogo então Padme fala que Obi-Wan estava certo e pior de tudo, ele ainda por cima aparece, saindo da nave dela! Eu compreendo o que Anakin pensou de sua amada. E também o que ele pensa de Obi-Wan, bastante claro quando ele fala "You will not take her from me!". Para alguém que já saiu matando todos os jedi por aí, abraçou o mal de peito aberto, tudo por amor a essa mulher, ir contra seu mestre, que considera como um pai, um irmão, pode ser difícil, mas dá pra encarar. E é o que Anakin faz, pois durante toda a luta praticamente Obi-Wan se conteve, e Anakin que avançou. Interessante também que Anakin fala antes da luta "Don't make me kill you" que também remete a outra fala da Trilogia Clássica, o "Don't make me destroy you" que ele fala para Luke em Império Contra-Ataca.
Na luta há o terrível erro de edição em que Anakin aparece forçando o sabre de Obi-Wan contra ele, e num corte de cena pra mostrar outro angulo ele já está empurrando a mão de Obi-Wan segurando seu sabre, não o de Obi-Wan como antes, mas quem viu isso viu, quem não viu, depois do cinema não vai ver, pois duvido que quando sair o DVD isso esteja lá. Exatamente igual ao final de Ataque dos Clones, onde Padme no casamento não segurava a mão mecânica de Anakin, e no DVD ela segura.
A luta prossegue para o rio de lava e a única coisa que eu não gosto é o fato de Obi-Wan ficar apoiado sobre uma plataforma, Anakin sobre um droid, e estes irem onde eles querem como se estivessem sendo conduzidos. Não creio que uma justificativa do tipo dizendo que eles estavam conduzindo suas bases através da Força convença, mas tudo bem. Então finalmente Anakin faz Darth Maul ser o maior idiota da saga Star Wars, mais idiota até mesmo que os membros da família Fett. Boba Fett foi atingido pelas costas e seu jetpack foi danificado. Jango Fett podia ser estúpido ao ponto de sempre depender de seu jetpack e mesmo assim o deixar ser danificado por 2 vezes, mas era inteligente pelo menos. Mas Darth Maul é estúpido! O cara é super ágil a ponto de fazer toda aquela macaquice (que para quem não sabe é outra luta que eu abomino além da do Yoda no Episódio 2) mas mesmo portando um sabre de luz ligado em sua mão, ele é capaz de deixar Obi-Wan pegar impulso, pular, puxar o sabre com a Força, passar por cima de sua cabeça e cair no chão, pegar o sabre, liga-lo, girar o corpo e corta-lo ao meio! Obi-Wan não deixou Anakin nem mesmo ameaçar fazer algo parecido. Obi-Wan avisou para ele não fazer aquilo, mas Anakin cego de raiva avançou, apenas para cair sem as duas pernas e sem o braço organico que ainda tinha. Detalhe para uma pequena contagem: 2 mãos de Dooku, a cabeça de Dooku, 1 cabeça do guarda-costas do Grievous, 2 mãos de Grievous, 1 braço do Mace Windu, 2 cabeças de clones cortadas por Yoda num golpe só, e agora 2 pernas e mais 1 braço do Anakin, acho que esse filme é recorde de desmembramentos e decapitações.
Obi-Wan demonstra todo seu desapontamento com seu padawan quando apenas se vira de costas, pega o sabre no chão de Anakin no chão e vai embora. Interessante também vermos que mais uma coisa da personalidade de Obi-Wan é construída. A de que muitas das verdades que acreditamos depende do nosso ponto de vista. Anakin não deixou sabre nenhum para ser entregue ao seu filho, mas com certeza era assim que Obi-Wan desejava que fosse, e por isso assim contou à Luke na Trilogia Clássica. Porém Obi-Wan não foi prudente de ter total certeza do fim de seu padawan, pois como diz o ditado, vaso ruim não quebra fácil, e Anakin mutilado, queimado, a beira de um rio de lava, não morre!
Vemos sua mão mecânica se esforçando para mover seu corpo (e cá entre nós eu achei a mão mecânica parecida demais com a mão do Terminator, seria mais uma referência de George Lucas ao seu amigo James Cameron?) e então Darth Sidious chega para resgatar o corpo mutilado de Anakin.
Temos então uma sequencia interessante: Padme em mesa de parto com visão superior e simultaneamente Anakin em mesa de operação também com visão superior. Há bastante ironia nessa sequencia. O nascimento dos bebês, que são a nova esperança, e a morte de Anakin Skywalker que era a esperança de ser o escolhido para trazer equilíbrio à Força. Ao mesmo tempo é a morte de Padme Amidala, o que Anakin tanto temia, e que por seus próprios atos acabou ocorrendo, e o nascimento de Darth Vader, o preço que Anakin Skywalker pagou para tentar salvar Padme!
Eu não queria os bebês nos filmes, por duas razões principais: primeiro que Obi-Wan na Trilogia Clássica dizia "O Imperador sabia, como eu, que se Anakin Skywalker tivesse descendência, ela seria uma ameaça a ele", e por essa frase eu julgava que Anakin nunca poderia saber que Padme esteve gravida, portanto no filme Padme só poderia estar levemente grávida, isso é, grávida de pouco tempo. Além disso, Léia diz ter recordações de sua mãe, como uma pessoa bela porém triste, e para Léia se lembrar de sua mãe elas teriam que ter convivido por algum tempo. Fato é: os bebês nasceram, Vader sabia que Padmé estava gravida, mas não sabia que eram gemeos, foi dito a Vader que Padme morreu e os jedi sabiamente enterraram Padme com uma barriga falsa. Mas e Léia? Para tapar esse buraco há diversas teorias. Cheguei a ouvir de minha amiga Cris que talvez seria o fato do bebê Luke ter nascido de olhos fechados, enquanto o bebê Léia de olhos abertos, teoria essa que foi por terra na última vez que vi o filme, já que ambos os bebês estão de olhos fechados. O que restá é considerar que já que Léia e Luke são sensitivos da Força, Léia foi capaz através dessa capacidade de sentir a tristeza de sua mãe durante a gestação, já que foi uma gestação triste para Padme, ficar longe de seu amado, sofrendo imaginando se ele voltaria ou não de cada batalha na Guerra dos Clones e depois o pior de tudo, encarar que seu amado tombou para o Lado Negro e que a atacou. Isso seria motivos suficientes para Padme ter uma gravidez bastante triste ao ponto de Léia, sendo mulher e portanto mais sensível a sentimentos, e ainda mais uma sensitiva da Força, perceber essa tristeza. E o fato de Léia dizer que sua mãe é bela é facilmente justificável considerando que Bail teria mostrado fotos de Amidala pra Léia, até pq em questão de história, não haveria senso em Bail esconder isso de Léia, uma vez que essa adoção é um reflexo da vida real, onde George Lucas possui 3 filhos adotados e se orgulha disso. Mais um ponto a favor disso é o que meu amigo Thom comentou: Luke pergunta para Léia se ela se lembra de sua mãe, sua verdadeira mãe, indicando que Luke queria saber se Léia se lembrava algo de Padme, uma vez que Luke não quer saber da esposa de Organa e que para ele perguntar assim, sobre a verdadeira mãe, o fato de Léia ser adotada não deveria ser segredo para ninguém.
Não lembro quem comentou que não gostou também da forma como Padme batiza as crianças, meio ao acaso, mas nao acho que foi ao acaso, talvez para Palpatine dar o nome Darth Vader sim, mas não para Padme, afinal um dos hábitos de toda mulher grávida é ficar escolhendo nome da criança, e pra se garantir, geralmente se pensa um nome caso nasça um menino e outro nome caso nasça uma menina. Padme teve a chance de usar os dois nomes que pensou durante sua gravidez já que teve gêmeos de ambos os sexos. Oras é tão fácil aceitar essa idéia que não sei pra que se tenta complicar.
Só pra comentar mais uma falha de edição do filme que não vi ninguém comentar, e talvez até saiba o porque. No final da transformação de Anakin em Vader, vemos seu rosto totalmente deformado, seu queixo e pescoço queimado, isso é, ele naõ está utilizando a parte de baixo de seu capacete, ele não foi colocado. A mascara está ali no alto e começa a ser baixada, e Vader não está com a parte de baixo da máscara. A cena muda de angulo, vemos a visão de Vader, o que ele em todos esses anos viu através daquele capacete e então a máscara se encaixa na parte de baixo do capacete! Ué, mas ela não estava lá! Pois é, George Lucas deveria diminuir um pouco o salário de Ben Burtt. Acho engraçado ninguém ter comentado disso ainda. Talvez seja a emoção do momento que faz com que ninguém se apegue a esse tipo de detalhe, mas para alguém como eu, que foi capaz de perceber que o sol em Tróia nasce do lado errado, ver que faltava uma parte da máscara de Vader foi fácil. Difícil mesmo é só ver Obi-Wan entrando em lugares escondidos, hehehe!
Agora algo que vi muita gente comentar e que aconteceu o mesmo comigo, foi logo após a transformação. A primeira coisa que Vader fala é perguntar sobre Padme! Nunca imaginei a figura do vilão que por tanto tempo conheci se preocupando com alguém. Realmente esse filme mudou a forma como vemos a Trilogia Clássica. Não consigo mais ver Darth Vader como um vilão, apenas como uma vítima das circunstâncias, alguém que fez tudo que fez por amor a alguém e perdeu esse alguém. É um destino triste. Curioso também que na primeira vez que vi o filme, diversas cenas me deixaram com os olhos marejados, mas não chorei nenhuma vez. Apenas na terceira vez que fui ver o filme, acabei chorando quando Vader descobre que sua amada está perdida. Estranho essa sensação de perda não ter mexido comigo antes.
Padme é enterrada numa grande cerimônia em Naboo, e finalmente George Lucas honrou os atores que contratou no Episódio 2 para serem a família de Padme e simplesmente cortou suas cenas do filme, incluindo-os apenas nos extras do DVD. Dessa vez esses atores puderam mostrar seus rostos.
Até Jar Jar que teve menos participação que C-3PO (que já foi bastante figurante nesse filme) pode aparecer um pouco mais.
O bebê Léia é dado a Bail que leva para sua esposa em Alderaan, e que a recebe com alegria no rosto, mais um indício que não há motivos para a esposa de Organa ser a mãe triste de que Léia se recorda.
O bebê Luke é entregue por Obi-Wan para Beru, que fecha o filme com uma bela cena ao lado de Owen, admirando o duplo por do sol de Tatooine.
Num aspecto geral esse filme apesar de ser para mostrar o nascimento de Darth Vader como evento mais importante, ele é claramente roubado por Ian McDiarmid, em sua brilhante interpretação no papel de Palpatine. O filme é todo dele, é ele quem conduz todas as peças desse imenso xadrez. Parabéns para o brilhante ator.
Hayden, Natalie Portman, Ewan e os outros cumprem bem o seu papel, mas não julgo que mereçam nenhum comentário excepcional. Yoda CGI continua feio e nada parecido com o boneco da Trilogia Clássica, que pra mim é sagrado, e podem me chamar de purista absoluter a vontade. Mas admito que dessa vez sua luta no filme teve propósito e que sem o CGI ela seria impossível.
A trilha sonora é magnífica, realmente John Willians é mestre em seu trabalho. Muitos elogiaram o tema na sequencia silenciosa de Padme e Anakin admirando o por do sol e refletindo sobre seus destinos. Infelizmente apesar da cena ser muito bela eu não gostei tanto de sua música, pois em todas as vezes que a vi lembrei de como aquele tipo de música com aquelas vozes cantarolando já foram usadas e saturadas em filmes como Gladiador, Tróia e afins. Mas gostei bastante da música que toca na primeira aparição do Gal. Grievous. Gostei também de ouvir Duel of Fates durante Yoda versus Palpatine. Assim como Marcha Imperial por aqui e Tema da Força por ali e acolá.
Assisti ao filme a primeira vez na pré-estréia na meia-noite do dia 18 para 19, no UCI Cinemas do Shopping Jardim Sul, na sala 10, com projeção digital, e não posso dizer com certeza, mas apareceu dizendo que a sala era THX Certified Cinema, e realmente o som estava FODA! Não lembrei de medir a tela mas pela minha experiência está entre 10 e 12 passos de largura. Não houve traileres, apenas Star Wars. Único ponto negativo para a projeção digital foi o filme ter começado com a lente errada colocada no projetor, dando no início do filme um aspecto meio esticado para os lados, que logo foi corrigido (a tela ficou preta por 1 segundo quando trocaram pela lente correta) e o problema da versão digital distribuída pela Fox conter os erros de legendagem, quando por 2 vezes Padme fala "Threepio" e na legenda aparece "R3", e na sequencia final onde Bail diz para apagar a memória do droid de protocolo, que é importante frisar pois R2 não teve sua memória apagada, e a legenda diz ao capitão Antilles "e apague o programa de suas mentes", dessa forma dando a entender que R2 também será apagado e fazendo com que a risada eletrônica que ele dá fique sem sentido. Mas também querer o que de uma empresa que muda nome de personagens para Dookan e Zaivo Vias!
Assisti pela segunda vez no dia 19 de maio, no cinema do Shopping Morumbi, que é de uma empresa chamada Cinearte, na sala 3, com projeção de película, mas achei a película bastante boa e limpa, talvez por ser o primeiro dia de exibição, o som não era THX, era Dolby Digital, mas devia ou estar com qualidade demais ou volume no talo pois foi ótimo! A tela da sala media 11 passos largura, e eu cheguei um pouco atrasado e só vi segundos finais do trailer de Quarteto Fantástico.
Assisti pela terceira vez no dia 23 de maio, no cinema do Shopping Taboão, que é da empresa Cinematográfica Araújo, na sala 2, tela com 12 passos de largura, sala com projeção de película e som dublado! E vou dizer, gostei da versão dublada sim, mesmo com a voz de Anakin Super Man Smallville, a voz de Padme ser acho que da lourinha do Smallville e de eu ter me assustado com a voz de Palpatine, pouco após sua deformação, ser extremamente parecida com a voz do antigo dublador de Darth Vader na versão da Globo que passava na Tela Quente, gostei bastante da versão dublada, e considero que os dubladores interpretaram sim, não apenas narraram suas falas sem expressão ou emoção durante o filme. E Threepio é chamado de C-3PO e Organa fala claramente para apagar a memória do droid de protocolo. Ponto pra dublagem! Cheguei atrasado para o filme, e portanto nao vi trailer algum, nem sequer a vinheta de qual padrão de som foi aplicado, entrei na sala tava tudo escuro que mal podia andar e logo fui surpreendido pela fanfarra da Fox, somente graças a luz emitida pelo logotipo da Lucasfilm consegui enxergar um lugar para sentar. O detalhe dessa sessão foi que o cinema do Shopping Taboão fica com o ingresso retido. A moça na porta da sala de cinema pegou o meu ingresso pra conferir e logo o rasgou no meio, o que me fez gritar e pedir para ela me devolver. Ela disse que teria que ficar com o ingresso por ser norma da empresa, e eu disse que tenho todos os ingressos dos últimos 7 anos e que não me foi avisado que o ingresso ficaria retido. Ela falou que eu poderia falar com o gerente ao fim da sessão e eu pedi para ela separar meu ingresso. Fim do filme, conversei com o gerente e nada dele liberar, disse que somente com autorização da matriz, disse para eu entrar em contato nos dados contidos num folheto e aguardar, e que o máximo que ele poderia me dar era um recibo, o qual eu peguei. A empresa não tem site na internet, no folheto havia apenas um telefone que fala a programação das salas e um email @terra. Cacei de todas as formas na internet e nada. Fiquei puto e voltei lá no dia seguinte para querer um telefone da matriz. Não consegui falar com o gerente. No dia seguinte, acabei achando na internet o site de uma empresa de informática que fez o sistema de informática para a empresa de cinema. Liguei para eles, pedi o telefone da empresa de cinema, liguei para a empresa, conversei com a moça de lá e pedi pra ela autorizar o gerente a me dar o meu ingresso. Ela falou que iria ligar para ele. Sem confirmação nenhuma eu fui novamente ao cinema, consegui conversar com o gerente, ele me explicou tudo e falou que a matriz achou engraçada a minha estória e deixou ele me liberar o meu ingresso. Finalmente consegui por as mãos nas duas metades do meu ingresso rasgado para guarda-lo. Ninguém se mete com Landau.
Depois assisti o filme pela quarta vez no dia 26 de maio, com o Thom, o qual estava junto na pré-estréia, e com o Goleth, que havia perdido a pré-estréia por falta de ingresso. Fomos ao Shopping Jardim Sul, assistimos na sala 9, a maior do UCI, com projeção de película, mas numa tela com 19 passos de largura. Som dolby digital, mas achei fraco e baixo, acho que THX me acostumou mal. Mas o pior desse dia mesmo foi eu ter perdido meu telefone celular. Nessa sessão cheguei antecipadamente e consegui ver todos os traileres: Batman Begins, Guerra dos Mundos, Guia do Mochileiro das Galáxias e Quarteto Fantástico.
Resumindo tudo, considero Revenge of the Sith o segundo melhor filme da saga. Os coloco em ordem de preferência da seguinte forma:
Star Wars - Episode V - The Empire Strikes Back
Star Wars - Episode III - Revenge of the Sith
Star Wars - Episode IV - A New Hope
Star Wars - Episode VI - Return of the Jedi
Star Wars - Episode I - The Phantom Menace
Star Wars - Episode II - Attack of the Clones
The circle is now complete!
Qualquer fala do Palpatine
"Master Skywalker, there are too many of them. What are we going to do?"
"Ani, you are breaking my heart!"
"You were the Chosen One!!!!!"
"So incivilized!"

- Landau,o renegado, 08/05/05 - 01:02. Também em Landau
O filme é O Senhor dos Anéis, só que com o maldito elfo viado do Legolas fazendo os discursos no lugar do Aragorn...
A estória trata sobre as disputas pela cidade de Jerusalem lá nas bandas do século XII... a cidade estava sob domínio dos católicos... usufruindo de uma paz relativa com Saladino... mas sempre há aqueles que gostam de perturbar a paz em busca de poder... só que foram mexer com o cara errado... e aí no meio de toda a confusão... tinha que aparecer um maldito elfo viado sensível e puro de coração... um exemplo de ideal... um exemplo de virtude... alguém que quer ir até Jerusalém apenas em busca de um perdão divino... não em busca do poder... alguém tb bastante hipócrita pra dar uns catas na mulher alheia... e depois negar formalizar uma relação com ela (e evitar maiores problemas para o mundo todo)... realmente esse elfo é um cafageste...
mas pior que isso é ele se meter a Aragorn... com seus discursos vazios pra motivar soldados... vai se ferrar... e dane-se tb do filme achar que esses malditos exércitos de clones... meia dúzia de figurante duplicado no computador... pra fazer grandes planícies ficarem cheias de soldados... isso não impressiona mais... de resto só fica uma mensagem que o Legolas tenta passar... que aquela cidade não pertence a esse ou àquele povo... deveria ser uma cidade de todos os povos... de todas as religiões... mas essa paz e harmonia que ele prega é um saco... é mais fácil os americanos jogarem logo uma bomba atômica lá e pronto...
Mas deixando isso de lado... o que é duro de engolir nesse filme é que um boboca que vivia como ferreiro de uma hora pra outra se torna um genio militar... capaz de superar até a genialidade de Saladino...
É uma porcaria... e o pior de tudo... ele perde... mas ainda faz pose de vencedor... pra que o orgulho ocidental cristão nao seja ofendido por ter perdido para o oriente islamico...
Se fudeu elfo viado... VC PERDEU!!!
"I am your father."
"So be it."
"May the peace be with you."

A Queda
- Landau,o renegado, 08/05/05 - 01:02. Também em Landau
O filme é alemão... antes de começar a projeção apareceu um aviso todo daqueles que sempre falam que o filme é protegido e não se deve copia-lo e blábláblá... só que todo em alemão.. não entendi lhufas...
Aí começa o filme mesmo... cara.. genial... todos os dialogos em alemão... nada daquela putaria de nazista que fala inglês... é tudo chucrutes mesmo... O filme se passa sob a ótica da Srta. Traudl, uma jovem de munique contratada para ser a secretária pessoal de Hitler... é incrivel como ela transpira inocência... ela é a perfeita encarnação do povo alemão ingenuamente cativado pelo carisma de Hitler... e o ator que faz o papel de Hitler é o oposto... acaba o tornando tão humano... desmistificando a lenda... tornando homem um nome com uma potência titânica... vc vê um Hitler velho... cansado... mas tb enérgico... paranoico... quando se sente contrariado é nervoso e bastante explosivo... engraçado tb Eva Braun... ela parece ser completamente alheia a guerra... meio avoada... os russos pertinho de Berlin e ela organizando festas no Bunker...
Aliás isso é incrível... tem horas que o filme se torna sufocante... aquelas paredes do bunker em todas as cenas... poucas tomadas externas... mostrando as ruas de Berlin destruídas... legal tb ver as intrigas dentro do alto comando do reich... aqueles que veem Hitler como um louco, mas tem dificuldade em deixar de seguir suas ordens... e tb aqueles fanaticos que não constestam nada das ordens dele... ou da sua ideologia... a ponto de ir a extremos... legal tb algumas coisas que mostram após o encerramento do filme... dizendo como alguns personagens que devem ser reais talvez... como ficou a vida deles após os fatos do filme... inclusive com uma surpresa sobre a Srta. Traudl...
A única falha do filme é na cena em que Hitler fica admirando a maquete da cidade que pretendia construir... que nos dialogos dele com as pessoas ao redor da maquete dá uma crise de Encontros e Desencontros (by Corel) e fica aparecendo o microfone no alto da tela... dá até pra ver o microfone sendo mexido de perto de um ator pra mais perto do outro... um tanto cômico... mas ainda assim vale cada centavo
"Eu a chutava às vezes escondido e ele estranhava o comportamento dela."

Robôs
- Landau,o renegado, 26/03/05 - 09:22. Também em Landau
Nessa aventura ele vai acabar enfrentando um vilão capitalista que prefere que os robos virem sucata por não ter dinheiro pra comprar peças novas do que colocar em mercado peças de reposição para modelos antigos...
O nosso herói é dublado por Ewan McGregor com seu característico sotaque... que dá a ele um ar legal de 'cara do interior'...
uma das amigas do herói é uma robozinha amarela que se for ela que foi dublada pela Halle Berry... dá uma sacada legal numa piada em que ela imita uma gata, fazendo com as mãos movimento como de garras e dizendo que morde... boa sacada...
sacada legal tb é as plaquinhas na porta do banheiro... com a tomada e o plugue...
tb achei legal a citação a 2001... quando o grande robo estava dando defeito e nosso heroi tentando conserta-lo enquanto ele cantava "daisy, daisy / give me your answer do..."
mas o melhor de tudo foi quando o robo que inseria cartuchos de voz lançou a melhor frase do filme...
vale a pena assistir... assisti legendado portanto não se se a versão com dublagem dos atores da Globo seria uma boa... mas vale o ingresso sim... vc se diverte despretenciosamente...
"The Force is strong with him!"
Constantine
- Tabasco, 18/03/05 - 18:49.
""The name is John Constantine, asshole."
"This is called pain, you should get used to it."

O Fantasma da Ópera
- Landau,o renegado, 08/03/05 - 01:02. Também em Landau
O filme conta a clássica estória do fantasma que assombra um teatro de Paris e se apaixona pela solista da opera... e faz de tudo pelo seu amor... apesar de sua terrível faceta oculta...
A atriz principal é linda... simplesmente linda... totalmente meu naipe... branquinha de cabelos negros (pro diabo com a ditadura das louras)... cacheados... pena que em algumas cenas a achei um tanto vesguinha... mas ainda assim a pouca vesguice dela é linda... e gostaria de acreditar que a voz que canta as canções por ela interpretadas fosse dela... apesar de duvidar disso...
a mulher que cuidava da Opera apesar de ser uma personagem boa sempre me tinha uma imagem ruim... devido ser a vilã em A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça...
e o Fantasma tinha uma cara de galã canastrão desgraçada... não sei como a garota pode se encantar por ele...
Os efeitos especiais no filme são muito bem utilizados pra criar uma atmosfera antiga... com detalhe pras cenas em preto e branco... dando pra realidade um ar cru... e tornando as lembranças mais vivas devido suas cores... e parabéns para a primeira cena em cores... com o tempo sendo soprado.. trazendo de volta o passado em toda sua glória... jogando fora a poeira e o envelhecimento... Ótimo filme...
"Senhores, boa sorte. E se precisarem de mim, estarei na Austrália!"
Closer
- Landau,o renegado, 08/03/05 - 01:02. Também em Landau
Closer trata dos relacionamentos de 2 casais um tanto problemáticos que acabam se cruzando... e dessas inter-relações... surgem as situações e os dialogos mais incríveis...
O filme não é erótico... e não é pornográfico... porém possui dialogos recheados de palavras de baixo calão... palavrões obcenos mesmo... porém isso não é colocado gratuítamente... mas sim no contexto... e num contexto que espelha uma realidade... afinal... nós seres humanos usamos palavrões a torto e a direito... e os personagens apenas são humanos ali...
As situações vão acontecendo de forma não esperada... e fora de controle... tal como nossas vidas... e o final não é o que se espera...
Ótimo filme...
"Hello, stranger."
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 24/01/05 - 23:02
Na boa, Demolidor é uma obra de arte, é a Monalisa da 7ª arte perto de Elektra. Tudo bem que o filme não é tão ruim quanto aquela desgraça da Mulher Gato, afinal de contas nem tem nenhum Deus egípicio na história, mas cara, que filme bosta. Pra se ter uma idéia, dá pra contar nos dedos o número de pessoas que a Elektra aparece matando nessa coisa.
A parada começa até em grande estilo. Elektra (interpretada pela Sidney Bristow, cujas expressões mtas vezes lembravam algum objeto inanimado qualquer) invadindo um lugar lá pra matar o cara, só na moita, dá uns teco no segurança e tal. Mas po, no finzinho da cena inicial já começa a palhaçada. Tá a Elektra na porta, e o cara olhando pro lado oposto, numa cadeira um tanto longe. Ai absolutamente do nada a Elektra aparece atrás dele sussurando no ouvido do sujeito, e no segundo seguinte ele já está exatamente onde estava antes, zunindo uma Sai na no cara. Porra, ela virou o Noturno agora, por acaso? Ou seria ela um Cavaleiro de Ouro?? E o pior foi descobrir mais pra frente que, além disso, ela ainda previa o futuro. Oi???
Ai depois começa a zona. Tipo, a história do bagulho é que a Elektra é contratada pra matar um cara lá e a filha dele, só que ela acaba se apaixonando pelo sujeito ( hm...não, a Elektra não faria isso....) tem seu espírito maternal despertado pela guria (não, definitivamente a Elektra não faria isso...). Dai ela passa a protege-los dos vilões bizarros da Tentáculo.
E por falar nos vilões, acho que nunca vi tanto vilão jogado no lixo que nem nesse filme. Porra, tem tipo 5 vilões principais e tal. Um é um cara que parece primo do grandão de A Espera de Um Milagre, cara bem bacana até, só que não dura nem 2 segundos e morre com uma árvore, que ele próprio derrubou, caindo em sua cabeça. O Pica-Pau não teria feito melhor. Ai tem o pior deles, o cara é praticamente um funkeiro ninja. Nem o Fresh Prince anda com tanta ginga quanto esse maluco, que por sinal morre toscamente com um cordão lá. Ai tem um cara cheio de tatuagens de animais pelo corpo, e que as tatuagens saem dele e tal. É até uma ideia legal, se não fosse pelas aberrações de efeitos especiais que eram os animais voando depois que saiam dele. Tem seu pescoço quebrado pela Elektra enquanto fica sentado esperando ela chegar. Ai tem a Mary Tiphoid. A cena do beijo dela e da Elektra eh bizonha, e ela morre com uma Sai arremessada a 2km. E por fim, tem o vilão principal, extremamente sem graça, que morre de uma maneira asquerosa (a Elektra levanta a Sai e ele corre em direção a ela, praticamente), e ainda participa de uma primeira luta com a Elektra extremamente tosca tb, na qual um monte de lençóis começam a voar do nada. E tipo, voar mesmo, ficam um monte de pano dando voltas pela sala.
E como se não fosse suficiente, os ninjas ainda viram....er..purpurina quando morrem.O_o.
Vale um comentário também sobre a cena dos ninjas chegando na floresta, descendo de cordas das árvores, no melhor estilo da SWAT.
Pois então, o filme (que não tem nem uma hora e meia de duração. Pombas, o Didi segurava um filme por mais de uma hora e meia) é no máximo engraçado. Não que tenha boas piadas, mas tem umas cituações risíveis de tão ridículas, eheh. Mas eu acho bem mais produtivo ler um bom livro, ou dar umas voltas por ae do que ver o isso ae. =D
E por favor, Deus, com toda a sabedoria de seu moicano verde, não permita que façam Elektra 2...

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 24/01/05 - 23:02
Tá, o filme não é tãaaaao bom assim pra ter um bonequinho com braços levantados ali em cima. Mas po, perto das tralhas que eu assisti ultimamente...E bem, Desventuras também é bem bacana. Uma ou outra coisa mais infantil, mas dá divertir na boa.
A história é sobre os órfãos Baudelaire (viva o Google): Violet, a mais velha, cheia das invenções; Klauss, o do meio, que sai decorando tudo que vê pelos muitos livros que já leu; e Sammy, a mais nova e fodona, que vive mordendo as coisas (Pipoca, alguém??) e e tem as melhores falas do filme, embora ainda não saiba falar.
Dai, com a morte de seus pais, eles são deixados sob a guarda de um parente distante, o Conde Olaf (o sempre engraçadão Jim Carey), que só tá interessado na grana. As crianças acabam conseguindo escapar dele, só que ele continua a persegui-las, utilizando-se de vários disfarces e tal, mas sendo sempre reconhecido pelos garotos, embora ninguem acredite neles.
O visual do filme é muito foda. Toda aquela atmosfera meio sombria, meio melancólica. E os efeitos especiais também ajudam muito. A casa da tia deles, ou o ataque das sanguessugas, por exemplo, ficaram supremos. Além disso, o filme também tem uns momentos bem engraçados, até mesmo tendo visto dublado (nossa, mesmo o dublador do Olaf tendo sido até bom, como deve ser foda o Jim Carey na voz original).
O único ruim mesmo é que como é um filme pra crianças também, volta e meia tem umas coisinhas mais infantis. Mas não mais do que os Harry Potters da vida. Inclusive tem até coisas que seriam teoricamente até meio pesadas pras crianças, como a morte de personagens e tal, mas até que da forma que fizeram ficou na boa pros dois lados.
Então, o filme é uma ótima opção pra assistir. Principalmente ultimamente, quando o resto não coopera muito. Se possível legendado, mas até que o dublado nem compromete tanto. =D

- Landau,o renegado, 24/01/05 - 01:02. Também em Landau
Melhor Citação:
Acorda, Fabio, cabou o filme.
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 19/07/04 - 23:02
Escrever atrasado é o que há. Mas bem, tá brabo de ter tempo ultimamente né.
Entonces...Até pq eu sempre me perguntei se alguém le isso. Mas vamos lá.
A história do filme (cujo título deve ter sido traduzido pra nego se confundir com o da Xuxa...eahUEHAUEh) fala sobre o Ben Franklin Gates (a-há!!!, muleke..lembrei dos 3 nomes do maluco), um sujeito vindo de uma família de historiadores que por gerações estava atrás de um suposto tesouro perdido, escondido por uma seita maçônica, ou sei lah o que. Os caras eram até motivo de piada na comunidade científica e tal, por causa das suas idéias. Até que o tal do Ben Franklin (interpretado pelo cara que teria sido a cara do Norman Osborn no Aranha) encontra a primeira pista para o tesouro (o que me fez pensar: os caras ficaram gerações procurando, e só esse foi achar a primeira pista?? porra, bando de inúteis hein...), num navio perdido em algum pólo da vida ae. Só que, depois de uma dedução BIZONHA pra sacar a pista (o cara é uma Bene Gesserit, como bem disse o Slau) ele acaba sendo traído pelo seu financiador (o Boromir), que foge atrás da próxima pista, que se encontra atrás da Declaração da Independência dos EUA.
Não conseguindo convencer ninguém de que a Declaração corre risco de ser roubada, Ben, juntamente com seu companheiro expert em computação (sempre tem um), acabam decidindo roubar eles mesmo a Declaração, antes que o Boromir pudesse pega-la. E ai vem a sequência mais fuderosa do filme. O roubo é muito muito bacana, bem melhor do que aqueles roubos toscos de 12 Homens. Mostra todo o planejamento e tals, de ambos os lados, bem foda.
E isso tudo é tipo só o comecinho do filme, já que os caras só encontram mais pistas pro maldito do tesouro.
Com umas cenas de ação bem bacanas, humor sempre presente, e uma história até que bem inteligente (principalmente se for comparar com o que se tem visto ultimamente), o filme é um ótima opção. Isso, é claro, se ele ainda estiver em cartaz né...
"Olhem!...Uma escada!"
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 01/01/05 - 13:58
Antes de mais nada, eu duvído que não façam outro Blade, eheh. É só faltar idéia que eles vão acabar voltando nisso.
Mas então. O filme começa com os vampiros chegando num templo no meio do deserto, objetivando (??) acordar aquele que foi o primeiro da espécie dos vampiros.
Depois mostra o Blade (interpretado pelo Ronan) caindo num truque dos vampiros (mto bem bolado, por sinal), e por isso passa a ser perseguido também pela polícia.
Dai, depois de um ataque ao esconderijo e da morte do velho mentor, o "DayWalker" (isso me lembra tanto da rapten...eahueh) acaba preso, sendo resgatado por um grupo encabeçado pela filha do velho (a Legolas do filme) e pelo engraçadão Hannibal King.
Além desses dois, o grupo conta com uma série de personagens clássicos nesses filmes: uma cega esperta, o cara que inventa as armas, um negão e uma criança. Do lado dos vampiros, nós temos o Drake (o primeiro da linhagem), interpretado pelo John Doe (caralho, eu fiquei o filme todo tentando lembrar quem era), e uma vampira meio irritante que parece a Pink (vai dizer que não??). Ah, e claro aquele cachorrinho, que eh pouco engraçado.
No mais o filme é bem bacana. História normal, cenas de ação bem legais, vampiros tomando teco pra tudo quanto é lado (tem uns vampiros japas que são mto bizarros), várias cenas engraçadas (sendo quase a totalidade por causa do Hannibal), e por ae vai. Tem uma ou outra coisa meio estranha, tipo a garotinha sumir no final, ou então a mulher ir lutar ouvindo música com fones de ouvido (o que, convenhamos, eh uma pusta duma burrice, visto que ela não ia escutar mais nada ao redor). Mas no fim das contas eh bem divertido =D.
(ps: eu inclusive acho que vou por ele de tema agora no início de janeiro, já que não tem mais nada, e já que ele tem uns personagens bem legais).
"Você tem 20 segundos...20! (corpo caindo no chão)"
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 01/01/05 - 13:58
Bem, antes do filme em si, dexa eu comentar essa maravilhosa tradução do título.
Primeiro que porra, "Doze homens e outro segredo", por si só, já é tosco demais. Agora, eu depois que vi o filme fiquei pensando no sentido do título.
[Spoiler]Oras, pq diabos "12 homens"?? O grupo do primeiro filme é composto só por 11 mesmo (o jorge clone, o brad apito, o jason bourne, o chines, os dois negões, o cara que me lembra o jason statham, o cara de bigode tosco, o velho, o comediante e o pai do ross). E não entra ninguém de novo no time nesse filme. Até pensei em estar se referindo ao Raposa Noturna, só que o título original é "Ocean´s Twelve", e o Raposa não eh "do Ocean". Então só se for pela júlia roberts mesmo, mas ai "Doze Homens e Outro Segredo" fica meio sem sentido, hehe. Mas tb, do que que eu to reclamando. Imagina se colocassem "11 Homens, Uma Mulher e Outro Segredo"...
Então, a história. Depois de uns anos do primeiro filme, o mané que tinha sido roubado começa a ir atrás de cada um do grupo, dizendo que eles só tem duas semanas pra devolver a grana roubada. Dai a cambada toda se junta de novo pra arrumar um jeito de juntar o dinheiro, até que eles descobrem que outro ladrão tinha denunciado eles pro mané do primeiro filme, e por ae vai.
Uma coisa que ficou estranha é que, tirando os principais, o resto do grupo praticamente não faz nada no filme. Eu inclusive nem lembrava mais qual era a especialidade de cada um, tirando o pobre chinês acrobata (que me lembrou POUCO do Bernardinho na cena da mala...eehaUEh). Fora isso, até que a história corre na boa. Vários flashbacks, mas da pra acompanhar. E no final, como em todo filme desse tipo, vem aquela informação marota que vc não tinha como saber antes e que graças a ela os caras dão a volta nos vilões. Huehaeh, sempre.
Agora, na parte da comédia o filme vai que é uma beleza. Eu pelo menos morri de rir. É claro que tinha uma ou outra situação meio absurda, hehe, mas que eram bem engraçadas, aah eram.
E bem, eu recomendaria assistir o Onze Homens e Um Segredo antes de ir ver. Só pra estar com "quem é quem" fresco na memória, além de ter uma ou outra citação ao filme. =D
(ps: aqueles nomes de golpes eram mto ridículos, hehe)
- Landau,o renegado, 08/03/05 - 01:02. Também em Landau
Tb não achei legal a Catherina Zeta Jones investigando roubos... eu já não vi isso em A Armadilha com o Sean Connery? pois bem... mas achei legal a idéia do assalto... que dá errado por culpa de um ladrão concorrente... e a idéia apelação que eles tiveram pra tentar concluir o roubo... Julia Roberts sensacional... coitado do Bruce Willys...
mas não entendi o lance da mãe do Identidade Bourne aparecer...
assim como não entendi direito o lance da disputa ter sido planejada pelo velho... mas dane-se... o filme serve pelo menos pra distrair...
"Mulheres grávidas tendem a ficarem ambidestras!"
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 01/01/05 - 13:58
Cara, colocar dois ladrões que se fantasiam de Papai Noel e Duende no Natal foi uma parada genial. Pra ficar perfeito só faltava colocar o Linhares de Papai Noel e ou o Dedé ou o Bernardinho de anão, ehaUEhAUEh.
Mas como ninguém ouve os meus conselhos, cabou que os ladrões são o Billy Bob Torto e o anão do clipe de Breakout (foda-se, eu nunca vi Eu, Eu Mesmo e Irene). Ambos esperavam até a época fodona do natal, e trabalhavam em shoppings fantasiados de Papai Noel e Duende, pra poder ter livre acesso ao local e poder aprender os procedimentos de segurança e tal, pra então no finzinho do ano darem o golpe. Tudo uma maravilha, se não fosse pelo fato de que o Noel tava começando a perder a noção, fazendo coisas como encher a cara cada vez mais, xingar as crianças no trabalho e pegar gordas nos provadores de roupas do shopping. Além disso, o chefe da segurança do shopping também começou a dar mais atenção a eles, complicando ainda mais. Até que o Bom Velhinho é forçado, por determinadas situações, a conviver com um mulekinho gordo e meio retardado. Ai fode tudo de vez =D.
Os dois personagens principais tão maravilhosos. O Bob Torto tem mó cara de bêbado mesmo, e o anão (como qualquer bom anão, ehAUEHAUEHAUeh =DD) é mto mto engraçado. Além dos dois, tem a mulher de Gilmore Girls, que eu na verdade não sei mto bem o que faz no filme, e o tosco chefe da segurança, que praticamente passa o tempo todo tentando estragar o que tinha de bom no filme, hehe. E, claro, o garoto, que mesmo que não abrisse a boca já seria extremamente hilário.
O melhor do filme mesmo eh ver o cara, que teoricamente teria que ser bonzinho e sorridente, fazendo merda o tempo inteiro. E ele faz MTA merda. O cara não perde uma única oportunidade de xingar as crianças (e o engraçado eh que os palavrões rolavam na frente das criancinhas sem o menor pudor tb. HeuaHe, aaah se fosse meu primo ali. "André, vc falou que não ia mais falar palavra feia!!"), e a cena do cara levando o muleke em casa eh a coisa mais foda de todas. É claro que no final ele meio que "se redime", mas mesmo assim ainda continua fazendo merda, ehehe.
É claro que volta e meia tem umas cenas meio desnecessárias, umas piadas toscas e tudo mais, mas não chega a tornar o filme ruim não. Isso, é claro, se você não tiver nada contra ver o Papai Noel espancando crianças...

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 19/12/04 - 21:38
Cara, esse filme é perfeito. Tipo, não que seja o "melhor filme do ano", ou coisa do gênero, até pq eu sou horrível pressas coisas (do tipo que responde "gosto igualmente dos 6" quando perguntam qual SW eu gosto mais). Mas po, é aquele tipo de filme que, pelo menos eu, assisto e não vejo uma única coisinha que pudesse estar melhor.
A história gira em torno do Sr. Incrível, um herói de uma época onde eles eram comuns pela cidade. Só que começa a rolar uma série de processos contra eles, e o governo acaba mandando todos prum programa de proteção, no qual eles passam a ter que viver somente com suas identidades secretas. Dai ele vive uma vida pacata com sua família, até que surge uma oportunidade de voltar a ativa..e ai começa a aventura e tals.
Uma das coisas mais bacanas do filme é a relação dos poderes com as características de cada um, genial isso. O Sr Incrível com força sobrehumana por ser o pai da família e tal; a Mulher-Elástica tem que se esticar toda pra cuidar dos filhos; a Violeta é aquela típica adolescente querendo sumir do mundo; o Flecha é aquele garoto excessivamente ativo (que nem meu primo, eheh); e o bebê Jack-Jack, digamos, está numa fase de mudanças, heeh. Além disso, as características são mtto bem exploradas. Assim como os caras elevaram o teletransporte do Noturno a algo fantástico no X-Men 2, os produtores dessa animação também capricharam na criatividade pra utilizar os poderes. Até aquela coisa de se esticar, que eu sempre achei deveras tosquinha no Sr. Fantástico, ficou mó legal no filme.
O visual também ficou excelente, já que não tenta ser tão próximo à realidade assim, o que combina bastante com o desenho. Assim como as vozes. HuehaUEha, a dublagem da Edna e do Gelado (sobretudo na cena dele discutindo com a mulher dele) ficaram supremas, eahUEhau.
Mas então, filme maravilhoso, história maravilhosa, momentos hilários, personagens supremos, diversão garantida. Éeeee, meu filho, Pixar ordena e o resto obedece. =D
- Landau,o renegado, 14/12/04 - 01:02. Também em Landau
Confesso que não estava nem um pouco interessado em ver esse filme... não sou grande fã de filmes de animação... mas esse filme seria uma ótima oportunidade para sair junto com uma pessoa... então fui...
Acabei sendo surpreendido por um filme legal... bem bolado...
O filme fala sobre a família de Beto Pera... um ex-super-heroi que por causa de uma política governamental de não haverem mais herois é obrigado a ter uma vida monótona... por mais que ele deseje se manter ativo...
Quando surge uma oportunidade para que ele volte a ser heroi ele resolve encarar... mesmo que com isso ele esteja mentindo para sua família... escondendo isso...
Quando ele fica em apuros... não resta a não ser sua família para resgata-lo...
É legal que aos poucos vc percebe que somente o trabalho em equipe pode os ajudar...
Beto Pera... o pai da família possui super-força... mas mesmo assim possui fraquezas...
Helena Pera... a mãe da família digamos que ela possui 'flexibilidade' suficiente pra administrar o lar...
Flecha Pera... o garoto é uma típica criança 'hiper-ativa'...
Violeta Pera... a adolescente... é uma jovem insegura... naquela fase em que se sente vontade de sumir...
E há o bebê... que não tem poderes... é apenas uma criaturinha bonitinha...
Detalhe que assim que vi o vilão já sabia o que seria o objeto de sua ruína... será que as crianças tem mais dificuldade em juntar as coisas? Interessante que o filme explora um pouco da inocência das crianças... Há morte no filme... isso é evidente... mas ela não é mostrada... inimigos em situações que claramente resultam em morte... apenas são deixados de lado... afinal logo a trama faz vc pensar em outra coisa...
Tirando que saí da sala de cinema com uma dor de cabeça terrível... que começou nas cenas de correria do garoto em meio a selva... o filme foi perfeito...
Mesmo assistindo em versão dublada... as vozes estão muito bem colocadas... as alterações de nomes dos personagens não agride nada... e até que pra uma sessão de domingo com crianças na platéia... correu tudo bem...
Recomendo...
"Eu ainda não estou forte!" Sr. Incrível

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 5/11/04 - 11:38
Uma fotografia perfeita, ação de primeira, piadinhas hilárias, uma penca de referências e um roteiro que, se não é lá nenhuma obra de arte, também não compromete. Ou seja, mais do que o suficiente pra valer a pena dar uma conferida em Capitão Sky e o Mundo de Amanhã.
O filme, que se passa lá pro fim dos anos 30, conta a história do mercenário cujo nome e a roupa me lembram o saudoso Capitão Boeing e da jornalista Polly, que investigam o sequestro de vários cientistas. Os raptos são obra de um cientista louco da vida ae, que se utiliza de robôs gigantes e coisas do gênero. Ambos protagonistas tinham tido uns rolos no passado e tals, o que rende ótimas piadinhas. Principalmente depois que surge a versão feminina do Nick Fury (com direito a uma base voadora que é a cara da S.H.I.E.L.D), que tem uma participação curta, porém bastante significativa. Por falar nisso, será que virou onda colocar mulheres com tapa-olhos nos filmes?? E mais, será que ela também ofendeu o Pai Mei?? ehaUEhAUHe!
As cenas de perseguição aérea no início do filme são deveras fuderosas, e os personagens no geral são bem legalzões também. Mas o mais supremo mesmo nesse filme pra mim era a beleza das imagens. Po, mais da metade das cenas ali já valia só por vc ficar olhando o tom das cores, os efeitos de luz e tudo mais. Fora que porra, o filme todo foi feito só com computação gráfica, e tem mtas horas que nem parece. Viva o CGI bem utilizado, como diria o Landau. Tem também todo aquele clima meio antigo, melhorado ainda mais pelos efeitos sonoros e por alguns efeitos visuais, como aquelas ondas que saem quando mandam algum sinal, ou então aquela arma do Dex.
Por fim, não se esqueça de ficar atento e ver o 1138 na porta do laboratório de um cientista lá, e o 327 na hora que o avião vai pousar na "S.H.I.E.L.D". Tem também a parte de Valfenda, mas porra, da pra vc notar que a parada é igual mesmo que vc feche os olhos na cena, eheheh =D.
- Landau,o renegado, 23/11/04 - 13:27. Também em Landau
O filme é muito bom... apenas não correspondeu um pouco com tantas expectativas que eu criei... afinal... é um filme bem estilo Sessão da Tarde... pra assistir descompromissadamente...
O filme narra as ações de um mercenário chamado Captain Sky (e dane-se a ordem do adjetivo no inglês) que possui uma frota de aeronaves e uma equipe que o auxilia em suas missões...
E ele é chamado quando imensos robos aparecem nas cidades causando alguma destruição...
A mocinha não é uma bobona que só se enfia em problemas... ela é uma esperta repórter chamada Polly Perkins... que se mete nas encrencas tb... louca para registrar tudo...
Todos esses robos estão agindo conforme ordens de um tal misterioso Totenkoft (que apesar de não ter nada a ver... toda vez que eu vejo o nome eu me lembro do Imhotep de A Múmia)...
Então parte o Captain Sky e a mocinha para descobrir e impedir os planos do terrível Totenkoft...
Tudo isso recheado de cenas de combates de aeronaves contra robos no maior estilo retrô... com uma belíssima fotografia... naquele estilo de filme velho... com cores meio sépia... porém eu sei que isso só se deve ao uso cavalar do CGI nesse filme...
Mas nesse filme vale a pena...
O único problema é algumas falhas de roteiro... do tipo o filme se desenvolver fácil demais...
Não tem lógica nenhuma na hora do aperto dentro do covil do Totenkoft aparecer o Dex, junto com os cientistas... porra meu... o herói vai até lá e nem sequer participa do resgate?!...
Detalhe para um monte de referências de Star Wars que eu só fiquei sabendo através dos meus amigos... pq eu sou ruim pra essas coisas...
Citação:
-
"Eu ... tirei uma foto do chão." Polly
"...HAHAHAHAHAHAHAHAH!!!!!!!" Capitão Sky
Estava tampada. Capitão Sky

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 5/11/04 - 18:58
Uma mulher perde seu filho num acidente aéreo, e passa meses e meses choramingo pela morte do garoto, fazendo tratamento psiquiátrico e tudo mais. Até que em determinado momento, as fotos e vídeos do muleke começam a sumir ou a se modificar, e todos a sua volta começam a dizer que ele na verdade nunca existiu, e que ela tinha criado isso na cabeça dela. A mulher, desesperada, começa a tentar descobrir o que aconteceu, até que encontra um outro sujeito cuja filha havia morrido no mesmo acidente. Ambos passam a ser perseguidos pela NSA (hey, Alias??), e tentam descobrir que diabos tá acontecendo e onde raios estão os filhos deles.
Po, vai falar que até ae não é uma história beeem fodona?? Como me falaram antes, é digno até de um episódio de Arquivo X. Só que depois de fugir de um dos agentes da NSA, a mulher encosta numa parede e olha para o alto, e nesse momento o filme descamba totalmente. Não é nem que a história do meio pro final seja tão ruim (embora seja bem ruinzinha, vai...), mas do jeito que fizeram, ficou tãaao fraco. O diálogo final da mulher com...er...vilão é uma coisa assim porquíssima.
Do meio pra frente, só se salvam mesmo uma cena em que uma casa vai pros ares, e uma batida de carro que ficou MTO, mas MTO foda. Vale destacar tb o clima do filme, que eh bem rlz, meio sinistrão e tals, e ex-jogador de hóquei que tb teve sua filha perdida. HeuaheuaHe, o cara é muito engraçado quando tá bebado, no início do filme.
Então é isso, pode até ir pela curiosidade, ou pelos poucos e bem raros sustos que tem no filme, mas não espere nenhuma trama muito complexa não, ehehehe...=D
Citação:
-Você sempre fica bêbado de noite?
-Não...As vezes eu já estou bêbado desde o meio dia...

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 5/11/04 - 18:58
Sei lá, eu acho que a pior coisa desse filme é que é impossível ve-lo sem lembrar do Procurando Nemo. E Procurando Nemo é infinitamente melhor, eheh.
Mas então, a história é sobre Oscar, um peixe meio rapper (praticamente o Fish Prince of Bellair...tá, eu sei, horrível horrível..) que trabalha num lava-jato de baleias (??) e sonha ficar famoso. Ele trabalha junto com a Bridget Jones (pois é, eu não sei o nome da personagem, e mto menos sei escrever o da atriz), que é apaixonada por ele, e vive armando uns golpes fracassados pra tentar enriquecer facilmente.
Enquanto isso, temos Lenny, um tubarão vegetariano e que vive protegendo os animaiszinhos. Só que ele é filho de Don Lino, tipo o Poderoso Chefão dos tubarões, e vive ouvindo sermão do pai, que quer que ele seja mal que nem o irmão, para que ambos possam assumir os negócios da família.
Dai, confusão vai, confusão vem, acaba que cai uma âncora na cabeça do irmão do Lenny, e o Oscar acaba levando o crédito por ter matado o tubarão, se tornando o herói da cidade. O problema é que ele tem que passar a cuidar de Lenny, que fugiu do pai e ameaça contar seu segredo. Além, é claro, dos outros tutubarões (quem lembra daquele desenho??), que querem vingar a morte do outro lá.
Então, o filme é até muito bem feito, em relação à animação e tals, tudo bem bonitinho. Só que a história, principalmente do meio pro final, eu achei beeeem fraquinha. Fora que a trilha sonora também não é lá grandes coisa.
Agora, a pior coisa mesmo era o maldito do Oscar. Nossa, por mais que eu adore o Will Smith, aquele peixe é muito insuportável. A cada frase, ele deve falar umas 5 gírias e cantar uns 3 raps diferentes. Outros dois que também tão sempre cantando são aquelas duas águas-vivas. Bá, musicais só são legais quando se tem o Burro cantando, ehaUEhAUEhaueh. Já aquele peixe que é o chefe do Oscar (o Martin Scorcese) é beem engraçadão.
Mas é isso, o filme nem é ruim, mas também não é lá essas coisas. =DD

Kill Bill volume2
- Landau,o renegado, 06/09/04 - 01:02. Também em Landau
Nessa continuação do primeiro Kill Bill, Tarantino pisou no freio... a ação foi diminuída ao extremo (ou será que ela voltou ao normal e o primeiro que era uma overdose?) e enfiou no filme um monte de estórias e filosofia...
O filme mostra como foi a tentativa de matar a noiva durante o casamento dela... (só depois de muito papo entre ela e Bill)... depois volta ao tempo atual pra mostra-la indo atrás de Budd... que a pega de jeito... e a enterra viva...
Cara... a sequencia dela enterrada é a melhor coisa do filme... é caustrofóbico aquilo... o som da terra sendo jogada sobre o caixão é aguniante...
Depois temos uma volta no tempo para o treinamento da noiva com o Pai Mei... um chinês muito hilário... huauauau adorei a barba dele...
Então o filme volta pra noiva... saindo do caixão...
Nisso vem a minha querida Elle Driver... que nesse filme não assovia... e talvez até tenha sido bom... assim a cena dela do primeiro filme continua clássica e não é explorada comercialmente como o George Lucas faz nos seus filmes...
O quebra pau entre a noiva e a Elle Driver é muito loko... e o desfecho é surpreendente...
Ahhh.... e descobrimos finalmente o nome da noiva... não é Bridget como eu li nos lábios de um ator no primeiro filme... mas realmente começa com B... cheguei perto...
Depois ela vai até o Bill, e novamente mó ladainha... e então... pá-pum... já acabou...
Sem graça isso...
No geral o filme ainda vale... mas sei lá... pra quem espera um Kill Bill igual ao primeiro em ação... cuidado pra não se decepcionar...
Melhor citação:
Budd: "Eu não tenho peitos.... bonitos.... gostosos... como os seus... por isso não imagino o que vc está sentindo", após meter dois balaços no peito da noiva com um puta rifle style

Resident Evil: Apocalipse
- Landau,o renegado, 06/09/04 - 01:02. Também em Landau
Pra começar antes do filme teve trailer de Captain Sky and The World of Tomorrow... MUITO FODA!!!...
Geralmente filmes inspirados em videogames são uma porcaria...
Mas esse resident evil não é não... o filme é sensacional... mantém constante o clima de ação numa dose certa... e lembrando bastante o jogo...
Pra começar temos novamente Mila Joloco-vish que nome complicado... fazendo o papel de Alice... ex-funcionária da Umbrella que acaba sendo usada nos projetos de armas da corporação... e uma outra gata deliciosa de lindos olhos fazendo o papel da Jill... heroína do primeiro jogo...
só pelas duas o filme já vale... além do mais que já percebi que esse diretor tem como hobby colocar a Mila praticamente nua em seus filmes...
O filme começa quando agentes da Umbrella tentam voltar à colméia... base do primeiro filme... mas com isso começa uma terrível infecção pelo vírus T que transforma a cidade num caos... uma evacuação começa... mas quando se percebe que será difícil controlar... os capitalistas da Umbrella simplesmente fecham a cidade e o povo que se foda... beleza... nossos herois estariam em maus lençóis se não fosse por um cientista da Umbrella que não conseguiu retirar sua filha de dentro da cidade e começa a ajuda-los a sair em troca de sua filha...
Os zumbis estão ótimos no filme... apesar de se abusar um pouco das tomadas em camera desfocada e meio que lenta... mas o melhor de tudo cara!!! tem hunters e cachorros no filme!!! uhuuuu... e o melhor de tudo... o vilão Nemesis tem o maior estilo Jason de levar tiros e sair andando numa boa... mas melhor do que aquele facão... só mesmo uma puta metralhadora giratória e um lança-mísseis... a primeira luta dele contra a Jill é a melhor coisa do filme...
O filme vai muito bem até que no final o roteirista ou o diretor cagaram no filme... aquele duelinho no final estragou todo o filme cara... puta merda... tava indo tão bem...
E já que é pra falar mal... o negão quando mostrou ele morto dá pra ver de longe os olhos dele fechados tremendo... não sabe nem fingir de morto... hauauuauauauauauua acho que ele já tava virando zumbi... huauauauau
E é impressão minha ou a garotinha que eles foram salvar foi a inspiração do cientista que projetou a identidade que controlava a colméia no primeiro filme... aquela garotinha de computador... cara... se for... 10... muito bom...
Se vc curte videogame, garotas com roupas provocantes dando tiros em zumbis comedores de cérebros... assista!!!
Melhor citação:
Nemesis: "GGGRRRR.... *BANGBANGBANGBANGBANGBANGBANGBANGBANGBANGBANG...*"

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 3/10/04 - 11:32
Mas bem, o filme. Eu já fui ver sem esperar muita coisa, visto que o filme humildemente se entitulava "a verdadeira história por trás da lenda". Aham. Mas até que ele foi melhor do que eu achava. O que não quer dizer que ele não foi ruim, eheh.
O filme conta a história do Arthur, e também de seus cavaleiros. Segundo a parada, eles eram descendentes de cavaleiros de determinada região, que havia sido conquistada por Roma. Como preço por terem sido deixados vivos, eles são obrigados a servir Roma por certo tempo, e também seus descendentes. Dai Arthur e sua trupe já tá quase no fim de seu período de serviço, porém são designados para uma última missão: salvar uma família que se encontra após o território dos "selvagens" woads, e que está quase sendo atacado pelos saxões. Ou seja, pouco fudidos né...
Além do Arthur e sua voz de apresentador do JN, tinham o Lancelot (interpretado pelo Bolt), Gawain (Owen Lars), Galahad (aquele muleke de Presença de Anita), Tristan (o Aragorn), um gordo engraçadão e um outro lá que fez que nem o irmão mais velho em Irmão Urso. O mais ninja é o Tristan, bem rlz ele lutando, e com aquele pássaro. Praticamente um ranger ele.
Agora, por Zeus, que diabos era aquele Merlin?!? Caramba, o cara não faz nada, tem mó visual tosco, bizarro demais. Que nem aqueles vilões também, bem fraquinhos. Outra figura que pouco acrescenta eh a Guinevere.
Quanto a ação, tem até umas cenas legais, tipo aquela tomada por baixo do gelo quando ele tah quebrando, mas também já tem umas bem batidas já. E po, já deu de filmes com batalhas assim, não?? Gladiador, Senhor dos Anéis, Tróia, Último Samurai, esse, vai vir o Alexandre.
Mas então, é aquela coisa. Eu acho que o cara que fez isso ter pego toda e qualquer lenda ou evidência história e queimado numa grande fogueira. E também não tem lá nenhuma inovação muito grande. Mas se não tiver nada mais pra fazer, da pra assistir na boa ... =D
Citação:
Lancelot: "Tem vários homens solitários lá."
Guinevere: "Não se preocupe, eu não vou deixar que eles violentarem você."

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 1/10/04 - 11:32
Mas bem, o filme se passa um tempo depois do primeiro. O Bourne tá agora vivendo feliz com sua mulher numa vila longe de tudo, tentando esquecer de seu já esquecido passado (??). Porém, ocorre um assassinato de um agente da CIA (ou de alguma dessas genéricas, não lembro) que estava negociando informações, e as pistas levam a crer que o assassino é o pobre do Jason. E pra piorar, um cara ainda é mandado pra mata-lo, o que resulta na morte da mulher dele. Ai já viu né, baixa o Steven Seagal no cara e ele sai pra tentar descobrir o que tá acontecendo e pra vingar a morte da mulé.
O filme passa por vários países e tal, a medida que o cara vai matutando pra descobrir o porque de estar sendo perseguido, e ao mesmo tempo acaba lembrando mais de seu passado. Enquanto isso, a polícia continua a persegui-lo, com uma agente lá (se eu já não lembrava do nome quando cheguei em casa no dia, imagina uma semana depois) fazendo de tudo pra pegar o cara. Acontece até uma pseudo-reviravolta deveras previsível depois, com aquela coisa bem clássica de um personagem descobrir uma falha no plano do vilão, mas acabar contando justamente pra ele (oi?? Minority Report??).
Agora, a melhor coisa do filme é certamente a perseguição no final. Tudo bem que já tiveram umas melhores (Matrix, Bad Boys 2, quiçá até o Carga Explosiva), mas essa também vale a pena. Coitado do táxi, só tomando e muito. Por falar nisso, nego gostou de destruir táxis em filmes ultimamente, hein??
Mas então, o filme é bem legalzão. Melhor que o primeiro, pra mim. Afinal, nunca é demais ver umas porradarias envoltas numa boa história. =DD

- Landau,o renegado, 06/09/04 - 01:02. Também em Landau
O filme é bastante genial... e prova que não são necessárias as perniciosas presenças de Eddie Murphy ou Jim Carrey para se fazer humor... Tom Hanks é Biktop Hobopcku (Victor Navorsky... huauauaua eu adoro saber que eu sei russo)... um imigrante vindo de um fictício país do leste europeu chamado Krakhozhia (essa é a grafia em ingles... se fala Cracógia)... e que por causa de um golpe de estado em seu país tem seu direito de visto cancelado assim que chega aos estados unidos e é proibido de sair do aeroporto... Impossibilitado de 'entrar' nos estados unidos... ou de voltar pra seu país... não resta outra alternativa a não ser ficar no aeroporto mesmo...
Vale as engraçadíssimas cenas iniciais... quando Victor não tem nenhum conhecimento de inglês e usa frases prontas pra falar com as pessoas...
Aos poucos ele vai aprendendo ingles... dando jeitinho pra ganhar dinheiro no aeroporto e se alimentar (ele comendo aquelas amostras gratis de bolachinha com aqueles sachês gratuitos de catchup e mostarda dá muita dó...)
Aos poucos Victor vai conquistando os funcionários do aeroporto... que ficam seus amigos exceto o super-intendente responsável pelo aeroporto... que quer de qualquer jeito se livrar de Victor e preferiria que ele saísse do aeroporto e fosse preso como imigrante ilegal e fosse deportado...
Há um pseudo-romance no filme mas que nem merece ser comentado... afinal... não convence...
só serve para a muito foda e cômica cena do jantar a 2... cara... aquilo é o melhor do filme... Gupta rules!...
No fim... é explicado pq ele veio aos estados unidos... e eu não vou contar pq assim talvez os executivos de alguma outra produtora me agradeçam... huauauauauauau
Citação:
Viajante: "As vezes não te dá impressão que moramos no aeroporto"
Victor: "..."

Bem, o filme é sobre uma comunidade que vive numa vila, próxima a uma floresta. Tudo uma maravilha, a não ser pelo fato de que nessa floresta vivem criaturas lendárias e perigosas, que vivem numa espécie de acordo com os moradores da vila: ninguém entra no bosque, e as criaturas não atacam a vila. Além disso, ninguém pode ter nada da cor proibída, vermelho, por perto. Nisso, um jovem, Lucius (um que também fez Sinais), decide pedir permissão ao conselho de dirigentes (e que tradução tosca pra "elders" hein??) para atravessar o bosque e ir até a cidade, em busca de remédios para a vila, pois uma criança tinha acabado de morrer doente e tals. Só que as criaturas aparentemente quebram o "pacto", e começam a invadir a vila, deixando marcas nas portas e matando animais.
O clima do filme, principalmente no início, é perfeito. As cenas a noite eram mó tensão, e eu particularmente me assustava toda hora (o que não diz absolutamente nada, visto que eu me assusto por qualquer coisa...ehaUEHAUeh..). Outra coisa que é bem legal é como as pessoas lidavam com o perigo na floresta, como por exemplo uns adolescentes que brincavam de ficar em pé, num tronco em frente a floresta, pra ver quem tinha coragem de ficar mais tempo.
Dentre os moradores da Vila, além do monossilábico Lucius, tinha a Ivy, filha mais nova do líder da comunidade (o cara que fez o Duque Leto Atreides, no Duna), que é cega, porém com uns momentos de deixar o Matt Murdock embasbacado; e o Noah (carinha do Pianista), que é o mais fodão do filme. O cara é tipo meio louco e tals, e o ator manda muito muito bem. É engraçadão o cara todo feliz comemorando que os monstros tão indo atacar a vila. E ele gostava da Ivy. Dai fode a porra toda quando o Lucius e a Ivy decidem se casar (por sinal, como eu ri na parte que a irmã da Ivy se declara pro Lucius). O Noah acaba enchendo o cara de facadas, deixando-o gravemente ferido. A garota fica transtornada, e pede para o pai para que a deixe ir até a cidade para buscar remédios que possam salva-lo. E ai que vem a primeira das "revelações"...
Desde a primeira vez que uma das criaturas apareceu que eu não levei muita fé nelas (embora tenha tomado um puta susto, eheh). Mas bem, devido a urgência da situação, pai dela resolve contar a história toda: na verdade não tinha criatura nenhuma na floresta, tinha tudo sido inventado pelo conselhos dos "anciões" pra evitar que as pessoas da comunidade saíssem de lá e fossem pra cidade. Por que? Porque eles, que fundaram a vila, tinham todos tido alguma tragédia por causa de violência na cidade. Dai decidiram passar a viver escondidos de tudo, longe da sociedade, pra tentarem viver em paz. Os "monstros" na verdade eram apenas eles disfarçados (po, ninguém me convenceria que uma "criatura" ia deixar aquelas marcas vermelhas nas portas, heeh), só pra manter as pessoas realmente assustadas e sob controle.
Feito isso, lá se vai a cega atravessar o diabo da floresta pra chegar até a cidade. E depois de tombos, chuva, buracos e afins, ela acaba topando com uma das criaturas. Ai po, mas já não falaram que não tem criatura nenhuma? Pois é, mas mesmo assim dá pra assustar até, porque fica aquela coisa de não saber quem tá ali. Dai temos a segunda "revelação" do filme: numa cena paralela os pais de Noah, que havia sido "preso", descobrem que ele fugiu, e pior que ele já havia a tempos encontrado uma das fantasias de monstro que eles tinham escondido na casa. Ou seja, os animais mortos que apareciam pela vila, que os dirigentes achavam ter sido um deles que tinha feito, eram obra do enlouquecido Noah. E, obviamente, é ele que tava lá seguindo a mulher na floresta. Ai, depois do momento mais Demolidor dela, ela dá um drible no "monstro", que cai no buraco onde ela quase tinha caido e vai pro saco.
E ai vem a última "revelação". A Ivy continua sua jornada, até dar de cara (literalmente) com um muro. Ela (sabe deus como) escala e pula pro outro lado, e vai parar meio que numa estrada. Como assim?? Na verdade, a Vila ficava no centro de uma espécie de reserva florestal, que foi criada (acho eu, essa parte eu me perdi um pouquinho) pelo pai dela (afinal, tá até escrito "Walker" no carro do guarda que aparece lá, e é o sobrenome do pai dela). Mas porra, carro no início do século 19? A história na verdade se passa nos dias atuais, e os caras fingiam ser nessa época provavelmente pra viver uma vida mais simples e tal. Dai, depois disso, a mulher consegue convencer o guarda florestal lá a pegar os remédios pra ela (e o Night Shyamalan aparece nessa cena), e consegue voltar pra vila. E, como ela volta inclusive contando que foi atacada por uma criatura, os moradores da vila continuam acreditando nessa história, embora os anciões fiquem meio na dúvida se devem ou não continuar com a farsa. E o filme acaba.
Po, tipo, vendo assim até que é legal. Filme normal e tals. O que compromete e muito é toda a expectativa que as malditas propagandas criam ao redor do filme. Eu vi uma penca de gente saindo do cinema e falando "porra, era esse o final?!?". Eu acho que os caras destruíram o filme por causa dessa frescura toda. Mas bem, foda-se né?? Heheheh..
Mas se você for no cinema sem esperar um Sexto Sentido, até que vale muito a pena =DD
- Landau,o renegado, 06/09/04 - 20:02. Também em Landau
Fahrenheit 9/11
- Landau,o renegado, 06/09/04 - 01:02. Também em Landau
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 27/08/04 - 11:32
Nossa, ver esse filme me fez passar a manhã toda hoje jogando Hitman. Assassinos estilosos distribuindo tiros pra todos os lados ruleiam. Só faltava o Tom Cruz-Credo também ter um código de barras na nuca.
Mas bem, o filme é o seguinte: Max era um taxista gente fina, e que dizia que aquilo era só um trabalho temporário, até que ele juntasse grana pra abrir a empresa dele e tals, só que ele tava nessa enrolação ah 12 anos já. Até que ele pega um passageiro, Vincent (o Tom Cruz-Credo), que paga um por fora pra ele leva-lo em 5 locais diferentes naquela noite, porque ele tinha que fechar um negócio. Só que vai tudo as favas quando o taxista descobre que o passageiro na verdade é um assassino, e é forçado a leva-lo até suas vítimas prele fazer seu trabalho.
E boa parte do filme é meio que isso. Os dois no táxi, discutindo, o Max desesperado porque não quer levar o cara pra matar os outros. Uma hora ou outra ficava um pouco parado até, mas no geral era até bem legal ver os dois conversando. E, claro, também tem umas ótimas cenas de ação e um tantinho de suspense, com o Vincent enchendo os malucos de tiro (literalmente, eram uns 5 por pessoa). Tinha até alguns momentos engraçadinhos, tipo a cara de "não creio" que o Max fez depois que o Vincent matou o detetive lá. Fora o estabaco maravilhoso que o Tom Cruz-Credo toma no fim do filme. Ninguém me convence que aquele tropeção tava no roteiro, ehehe.
Do elenco, pouca gente tem alguma participação significativa além do Tom Cruz-Credo e do negão que faz o taxista (que por sinal mandam mto bem). Tem o Mark Rufallo, que faz um detetive que investiga o caso, e tem a Niobe, que faz uma passageira do Max no início do filme e que volta no final. E ainda tem uma participação ínfima do pobre do Jason Statham, que já fez um monte de filmes supremos, tipo Porcos e Diamantes e Saída de Mestre, e nesse se limita a dar uma ombrada no Vincent no iniciozinho do filme. Podiam ter posto o Linhares lá que não ia mudar nada, ehheauEh.
Agora, uma das coisas que eu achei mais legais foi o visual do filme e tals. Los Angeles mó sombria, as luzes dos prédios a noite. Muito rlz.
Mas então, tirando umas horas que fica meio cansativo, e o final, que acontece de forma meio tosquinha, o filme vale muito a pena. Amanhã eu vou ver se vejo A Vila, láaaa no BPS..Heuaheuh, acho que vou pra lá de táxi.....ehaUEhAEha.....=D
Citação:
Max: There´s a fucking dead body in the motherfucking car!!

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 27/08/04 - 11:32
Nossa, ver esse filme me lembrou do quanto eu não gosto de novela das 8 e/ou minisséries...
Bateu um soninho terrível nessas looongas 2 horas e vinte minutos..eheh....
Mas bem....
A história, obviamente, gira em torno da Olga Benari, que era uma judia alemã e comunista, que foge para a Rússia. Lá, ela é designada para escoltar Luís Carlos Prestes até o Brasil. Eles acabam se apaixonando na viagem, e ela decide ficar no país, onde inclusive engravida. Só que descobrem e prendem eles dois, e deportam ela lá pra Alemanha, onde o Hittler tava caçando os judeus.
Tipo, a produção do filme tava até muito boa. Cenários bem feitos (deus, como raios eles filmaram aquilo em Bangú?!?), o figurino, aquelas poucas cenas de guerra no início e tudo mais. Tinha umas cenas que eu até gostei muito mesmo, tipo quando ela vê a bandeira nazista no navio, ou então quando tiram o bebê dela.
Agora, no geral eu achei aquele filme muito chatinho, muito devagar, sei lá. Parecendo alguma minissérie da Globo mesmo. Meio entediante. Fora umas coisas que chegavam a dar raiva, tipo a confusão que faziam com as línguas. Po, ou você faz o filme todo em português, ou coloca cada um falando sua língua direitinho. Agora, o foda é na mesma cena a Olga estar fazendo um discurso em português e depois começar a gritar em russo. Ai vai na outra, e a enfermeira alemã fala em alemão, pra depois falar em português. Só se for todo mundo poliglota (ou troglodita, como já diria o Seu Madruga).
Agora, sem dúvida o que mais me irritou nesse filme foi aquele maldito do Luís Carlos Prestes. Na boa, o John Arbuckle tinha menos cara de babaca que o Prestes (e olha que as do John ainda eram propositais). O cara passa o filme todo, principalmente no início, com aquela cara meio de demente. Ele consegui ofuscar até mesmo aqueles olhares sonhadores tosquíssimos da Olga, tipo quando falam pra ela da Coluna Prestes no início. Po, chamem o Renato da próxima vez, que ele faria um Prestes muito mais digno, ehaUEHAUh.
Ou seja, por mim a única coisa boa messsmo desse filme foi o trailler dele, que é com certeza o melhor trailler de filmes brasileiros. Agora, como quase todo mundo que eu conheço e viu esse bagulho gostou, entonces sei lá né, veja e tire suas próprias conclusões. Pelo menos, se não gostar, da pra rir um pouco da cara do Prestes...

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 7/08/04 - 11:02
Nossa, como eu adoro aquelas ficções científicas que se passam na Terra mesmo, em algum futuro não tão distante (principalmente aquelas baseadas em obras do Isaac Assimov, Philip K Dick, entre outros..). Eu adoooro Minority Report, A.I.,e até também seria maravilhoso, se não fosse pelos enoormes exageros...E apartir de agora eu também adoooooooro I, Robot...heeh =D
A história se passa num futuro próximo, onde robôs são coisas comuns entre as pessoas..Aquela coisa de sempre, robôs trabalhando como empregados, lixeiros, entregadores e tudo mais. Eles são teoricamente perfeitos, já que as Três Leis os impedem de fazer qualquer mal aos humanos. Só que um cientista, por sinal o cara que era considerado o "pai da robótica", é encontrado morto, com suspeita de ter pulado pela janela. E o detetive Spooner (por sua vez, o Will Smith) vai investigar o caso. O problema é que o cara odeia todo e qualquer tipo de robôs, e cisma que o cara foi assassinado por um robô. Dai ninguém acredita nele, ele faz de tudo pra provar que tá certo, e a história vai rolando até o fim...=D
No início do filme eu achei que o Will Smith ia passar o tempo todo fazendo só piadinhas toscas, mas até que ele fica beem engraçadão depois. Tem umas cenas tipo mto hilárias. Já a mulher (que eu jurava que era a Jean Grey, mas nem eh..) não faz nada de muito bom no filme. Agora, o Sonny é mto mto mto mto style. Nussa, eu adorei aqueles robôs. Eu tava até com um pé atrás em relação a eles antes de ver o filme, mas eu achei que no filme mesmo ficou muito bom. E além de tudo, o Sonny é POUCO ninja...ehhehe....
Agora, uma coisa que eu achei muito boa messmo nesse filme são os efeitos especiais. Eu gostei muito daqueles robôs, a cidade, todas as coisas mais futuristas, como aquele holograma..(falando nisso, uma das coisas que eu mais gosto nesse tipo de filme é a ambientação e tals)...Até o braço do Will, em determinado momento do filme, ficou mó bem feito (ou ali já seria dito como "maquiagem"? Ou maquiagem também faz parte de "efeitos especiais"??). Muito bom mesmo.
Bem, as únicas coisas ruins que eu achei são uns pequenos exageros que tem de vez em quando (mas que não são NADA, se comparados a O Pagamento), e aquelas propagandas TOTALMENTE DESCARADAS que tinha toda hora. Tipo, normal ter propaganda em filmes assim. Tem umas que até vai, tipo a Audi, que só aparece o símbolo no carro, ou a Fedex, que aparece com um robô no inicio do filme. A JVC já começou a ficar meio chato, pq volta e meia a imagem parava em cima de um aparelho dela, bem em cima da marca, sem lá mto motivo, hehe. Agora, a All-Star, cara, ela deve ter dado a mãe de cada funcionário pros produtores desse filme. O tênis do Will Smith é citado míseras 4 vezes, sem motivo nenhum. É coisa do tipo "hey, muito bonito o seu tênis", ou "esse é meu novo modelo do All-Star, uma maravilha"...ehAUEH, até aquelas 'propagandas' que as pessoas faziam no Show Da Vida, Show de Thruman (não necessariamente nessa mesma ordem) eram mais discretas...
Mas bem, no geral, eu achei o filme é maravilhoso. Boa história, dialogos legais (um deles, inclusive, um fora humilhante do robô no Will Sith), cenas de ação e/ou bem engraçadas, efeitos fodões...ehauhe, eu adoro esses filmes..=D
(obs: atenção ao pláaaaaagio total daquela cena da chegada dos droids na Batalha de Naboo....heAUEHUAEHAUh.....)
Citação:
Spooner:Um robô pode criar uma sinfonia? Um robô pode pegar uma tela em branco e transformar numa obra de arte?!
Sonny:Você pode?(TOOOOMAAAAA!!!!!!)

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 1/08/04 - 11:02
A história é tipo..Durante a Segunda Guerra, os alemães já tavam meio desesperados e começam a apelar até pra magia negra (o Wolfstein não tinha umas paradas assim?). Dai, com a ajuda de Rasputin (que eu cismei que era a cara do Cypher..embora já tenha visto que nem parece tanto..), os nazistas abrem um portal pra trazer uns demônios pra cá. Eu só não sei o que eles pretendiam fazer depois que os demônios viessem, já que, convenhamos, ia sobrar pra todo mundo. Mas bem...
Poré, os americanos preveram a estratégia alemã, e um grupo de soldados, juntamente com o especialista em coisas paranormais do governo americano (cujo nome eu já esqueci faz tempo...), e conseguem acabar com a farra, com o Rasputin morrendo e tals. Mesmo assim um demônio bebê escapa do portal, e passa a ser criado pelo especialista lá, sendo chamado por eles de HellBoy.
Nisso, já nos dias atuais, o HellBoy faz parte de uma divisão do FBI para assuntos paranormais (aaaaah se o Mulder soubesse dessa...), e protege a Terra de demônios e afins. Ele conta com a ajuda de Abe Sapiens, que é um cara meio peixe mó inteligente, com uma capacidade meio de ler a mente das pessoas, e com uns poderes de saber o que se passou em determinado local (o cara de Millenium não fazia isso??), da Liz,que é uma garota com poderes no naipe do Pyro, e de uns agentes meio inúteis lá... Dai o Rasputin renasce, e começa a festa...=D
O mais legal do filme é que o HellBoy, muito embora já deva ter uns 60 e tantos anos, ainda é mó adolescente e tals (afinal de contas é um demônio e tudo mais...). Dai ele se comporta todo errado, tipo fugindo de casa toda hora..O maluco fica até de castigo..E poutz, a maquiagem no ator ficou perfeita..Tanto a dele, quanto a do Sapiens também, ambos ficaram muito fodas visualmente. Já as cenas da mulher tacando fogo eu achei meio tosquinhas... E, terminando os bonzinhos, tem o agente Myers..que tirando uma ninjitude exagerada lá no final, nem é grandes coisa...
Já os vilões poderiam ter sido bem melhores..O Rasputin, que tinha tudo pra ser bem legal, é mó mané. Só não é pior porque tem aquela mulher junto com ele, que consegue ser mais porca do que ele. Pelo menos aquele cara mascarado é muito foda, extremamente ninja, principalmente no início do filme. E a cara dele sem mascara também ficou deveras bem feita. Por fim, tem o Sammael (esse não é um dos nomes do capeta???), que era um demônio lá que toda vez que morre, renascem dois dele...
O filme tem umas cenas bem maneiras, tipo as cenas iniciais e as brigas do HellBoy com os demônios (falando nisso, porque sempre tem porrada no metrô em filmes de super heróis??). Porém, também tem umas cenas bem estranhas. Por exemplo quando tem uma porta fechando lá, e o HellBoy consegue jogar um agente lá por baixo dela. Só que ai ele ainda leva móoo tempão, e depois consegue passar por baixo da porta também, que parecia que tava fechando de novo. Bizarrão.....O_o
Outra coisa estranha é que o Abe Sapiens e principalmente o diretor careca do FBI meio que somem no meio do filme, sei lá, param de falar deles..Se bem que eu sou palhaço e esqueci que tinha cenas depois dos créditos, dai nem sei..Se alguém for ver o filme, aguenta lá nos créditos pra poder me contar depois o que é a cena..eheh =D
Mas bem, no geral o filme é bem foda..vale a pena ver..isso, é claro, se tiver tempo né..maldita volta as aulas...=/
(obs: ênfase no "morto" que serve de guia pro HellBoy e é mó engraçadão, e pra cena totalmente O Chamado que tem com a Liz..)
Citação:
Eu estava muito melhor quando estava morto!!

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 19/07/04 - 23:02
Mas bem, nada disso importa, pq o filme eh maravilhoso....hehehe......
O filme é tipo a história do Joel (Jim Carey) e da Clementine (a mulé do Titanic) ... Eles eram tipo um casal e tals, até que a Clementine resolve literalmente apagar o cara da vida dela. Ela vai tipo numa clínica que, atráves de uns aparelhos (que parecem ter saído de algum epi do chapolim..hehe...) apagam determinados momentos da memória da pessoa...
Ai o Joel fica revoltado, e resolve fazer isso também...Só que ele acaba se arrependendo, e faz de tudo pra tentar voltar atrás e salvar suas memórias da garota lá...
E é tipo fantástico a jornada dele pela mente dele...Parece tipo aqueles sonhos que não fazem lá muito sentido, que ficam mudando de uma coisa pra outra meio que do nada...
Enquanto isso, ainda tem a história do dois caras que trabalham na clínica e tão apagando a memória do cara (interpretados pelo Frodo e por um ruela lá que eu não conheço), do tiozão que é tipo dono da clínica e criou o processo e tals, e da Mary (interpretada pela Mary Jane), que é secretária lá do local, além de passar pela mão do cara que eu não sei o nome e do tiozão...
Além das cenas das viagens pela cabeça do Joel, também é mó legal as cenas deles apagando a memória dele. É tipo, o cara dorme, e eles vão até a casa dele com o equipamento pra fazer o trabalho. Daí, os caras fazem mó bagunça na casa do coitado...pegam bebida da geladeira dele, ficam ouvindo música, quase pisam nele o tempo todo...eheehAUEHauh... pusta sacanagem com o maluco...
Bem, eu nunca fui lá muito de reparar atuação não, maas o Jim Carey manda moh bem...
Hheuah, embora não seja exatamente o tipo de filme que ele costuma fazer, com diversas caretas e tals, mas ficou muito muito bom...Só as vezes que ele volta nas lembranças de criança que ele parece mais o Jim Carey dos filmes de comédia...ehauhe, mto hilário....
A mulher do titanic tá mto bem também (e tem umas horas que ela parecia a Rachel..ehaUEhah, não só pelo cabelo colorido....ehAUEuh..)..e o Frodo REALMENTE não sabe rir...
O filme tem uns efeitos especiais meio toscos, que parecem que foram tirados do chapolim (ehaueh, vai falar que aquela cena dele criança tentando comer a bolacha não é chapolim/chaves total??), mas isso nem atrapalha em nada, deixa até mais engraçado...
A trilha sonora é maravilhosa, e os ambientes são perfeitos tb..ambos deixam o filme com um clima bem tristonho e tals....perfeito...
Tipo, concluindo..eu adooorei o filme...Não é lá um tipo de filme muito comum, e muito menos o tipo de filme que eu costumo gostar, mas foda-se, eu adorei...eheheh..
Citações:
"Por que eu sempre me apaixono por qualquer garota que mostre algum interesse?"
"Ei, tem gente saindo da sua bunda!" (ehauhe, só vendo pra entender essa...)"
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 19/07/04 - 23:02
Nussa, eu sempre adorei o Garfield. Um bicho gordo, que vive dormindo e odeia segunda feira (eu sempre achei que o Jim Davis tinha se inspirado no Linhares...). Aquele desenho que passava no Cartoon (e que ainda tinha a fazenda do orson)era deveras supremo.....ehaUeh, morria de rir...
Mas ai eu vi que iam fazer filme...e, principalmente depois de ter visto Scooby Doo, já fiquei um tanto com medo. E eeeeeh, o filme conseguiu ser tão ruim ou pior que o Scooby...eheeh...(Bem, pior naum, pq aquela do scooby loo eh imperdoavel...)
E eu já comecei mal, vendo dublado..
Mas bem...
O filme começa lá com o Garfield acordando de manhã numa segunda feira, pra ir acordar o John...(pausa - quando diabos que o Garfield ia acordar cedo numa segunda feira???? -)...Dai depois o John acaba adotando o Oddie meio que sem querer, só pra impressionar a veterinária lá cujo nome já me esqueci faz tempo...
Ai começa o Toy Story. O Garfield fica com ciúmes, acaba expulsando o Oddie, que vai parar nas mãos de um apresentador de tv esquisitão, e então o Garfield tem que salvar ele, terminando o filme com umas pseudo lições de moral que doiam profundamente no meu fígado (ehauehauhe, quanto tempo eu não falava isso...ehauehaueh...)
Mas nem tudo estava ruim. O CGI do Garfield tava perfeito, nussa, ficou mto rules. Ele se mexendo e tals, empurrando o Oddie da cadeira, ficou bem foda. Agora, nego exagerou demais nas ações dele. Onde já se viu o Garfield correndo atrás de (e alcançando) um carro...ou então a pior de todas, ele plagiando o Legolas naquela escada....ehaUEhah, como disse o Bizarro, se ele fizesse aquilo no Tony Hawk´s Pro Skater, ele ia ganhar uma porrada de pontos...ehaUEhAUEH
O Oddie, no início, eu achei bem tosco..Mas depois eu até meio que esqueci que ele era de verdade. Tipo, seria infinitamente melhor se ele fosse CG tb, mas pelo menos ele era meio burrão e tals, ficava perseguindo o rabo e coisa e tal....
Detalhe pra cena dele dançando, que dava pra ver na boa que devia ter alguém antes ali com um pedaço de carne ou coisa do genero..ehaUEhAUEH....
Já o John tava um tanto quanto idiota demais....e aquele "vilão" do filme foi uma das coisas maaaaiiiissss porcas que eu vi recentemente...colocassem o Rodrigo de vilão que ficaria uma parada mais legal...
Mas bem, o filme no geral é uma bosta, sobretudo se for dublado...Só vale a pena mesmo pela curiosidade de ver pelo Garfield, mas sem lá mta esperança...eheh =D
E pelo amor de Deus, que não façam uma continuação disso...
Melhor Citação:
Hmmm.....bem...er...ah cara, sei lá....

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 02/07/04 - 21:31
Nossa, primeiro que eu já sou fanático pelo Aranha desde os gibis...
Eu comprava um ou outro do Batman, menos ainda do X-Men, e seempre comprava os Homem-Aranha e Teia do Aranha....depois continuei quando mudou praquela bosta de revista mensal cara pra caramba..e parei quando mudou tudo e ia começar desde o inicio, pq eu tb não sou palhaço.....
Dai eu já tinha adoraado o primeiro filme...mas nussa, esse eh muito melhor que o primeiro...mesmo com os defeitos que tem, eh fantástico.....
Nos créditos inicias já começa muito bem, mostrando as principais cenas do filme anterior, com uns desenhos supremos (me disseram que era do Alex Ross) ... muito estiloso...
Ai o filme vai se desenvolvendo..mostra o Parker sofrendo de todas as maneiras possíveis (por falar nisso, o cara só da azar em praticamente o filme todo...chega a dar pena....), com aquela coisa de não poder ficar com a Mary Jane, problemas no trabalho e na faculdade, Tia May quase sendo despejada, fora que ainda começa a ter problemas com seus super poderes....
Nisso, ele é convidado pelo Harry Osborn pra conhecer um dos ídolos dele, o Dr. Otto Octavius, que tava fazendo umas experiencias doidas lá pra criar algo parecido com um mini-sol, sei lá.. Era bem diferente dos qu adrinhos, mas também tem que ver a diferença de época...O experimento dá errado, o Octavius vira o Octopus, foge depois e cisma de querer refazer o experimento, fazendo um acordo com o Harry, no qual ele teria que capturar o Aranha pra pegar mais de um elemento lá que ele precisava...
Dai o Parker, depois de uma sequencia absurda de coisas dando errado na vida dele, desiste de vez de ser o Aranha...só voltando depois de uma lição de moral da tia May e depois que o Octous pega a M.J (rotina, alguem??), pra dai ir pro final e tals....
Agora, as cenas...nossa, esse filme tem umas cenas absurdamente mto boas..Tanto em ação, comédia, umas coisas mais dramáticas...
A cena do acidente com a experiencia ficou muito boa...todo mundo correndo, a mulher dele morrendo, aquela explosão...
O Octopus saindo do hospital foi muito bom....ehauhe, as mulheres berrando, arranhando o chão, geral desesperado, e os tentáculos dele só varando nego pra tudo quanto é lado...
A parte do aranha salvando a Tia May, tirando a ninjitude da velha em se pendurar no prédio, foi muiiito boa.....As cenas mostrando as indecisões do Peter, tipo quando tão espancando um muleke na rua, ou quando ele salva a garotinha no prédio...
E nussa, aquela cena do trem foi a melhor de todas...eles se espancando, desvidando das coisas, entrando e saindo dos vagões....muito bom...e depois ainda todo mundo querendo ajudar o aranha, e o Octopus abrindo caminho tal qual Moisés abriu o mar (e por sinal o Aranha toma um teco na cabeça nessa parte que deve ter doído muito..)..
E bem..os personagens...
O Peter Parker tá bem legal...O ator com aquela cara meio de idiota, mas ficou muito bom...Já ele de Homem Aranha tava perfeitamente perfeito..Ele se mexendo rapidão, pulando de prédio em prédio, fazendo umas piadinhas..muito bom...
A Mary Jane também ficou maravilhosa, embora loira...(por sinal, aparece atuando numa peça do Oscar Wilde..flávia, alguém??), enquanto o Harry tb fez lá bem o papel dele...
Agora, a nata do filme...
O Octopus tava muiiiito foda...a única coisa que estragava um pouco era aqueles acessos de "My Preciouuusssss" que ele tinha...affe, ninguem merece ele conversando com os tentáculos (que até onde me lembre, ele nunca fez isso nos quadrinhos), no melhor estilo Gollum...Mas de resto, nussa...O cara é bem parecido com o dos quadrinhos, e os tentáculos, POR DEUS, perfeição total...Ele escalando as paredes, varando gente pra tudo quanto é lado, dando umas porradas muito feias no Aranha...cara, aqueles tentáculos foram absolutamente perfeitos...
A Tia May também ficou muito rlz...Dava muita pena dela (por falar nisso, que diabo de banco dá uma torradeira de premio pra quem faz um deposito de 300??)...
E nussa, o Jamesson é simplesmente O cara nesse filme...Ele conseguiu ficar mais igual do que o Octopus..Ele consegue até ser mais o Jamesson do que o Hugh Jackman é o Wolverine....Caramba, eu rolava de rir em cada cena dele, o Jamesson ficou muito muito bom.....
Ainda aparecem no filme o Kurt Connors, o filho do Jamesson, e aquele negão do Clarím Diário, que eu esqueci o nome...Robbie, eu acho.....
Ou seja, o filme é supremo...
Eu só não gostei mesmo foi da deixa praquela armadura tosquérrima de Duende Verde voltar a aparecer no próximo filme, mas bem, como o Lagarto também deve aparecer, então tá manero...
E nussa, vejam esse filme de qualquer maneira, vale extremamente a pena...
- Landau,o renegado, 20/06/04 - 20:02. Também em Landau
"rain drops falling on my head..."
filme é MUITO BOM... o maior clichê do Aranha que é abandonar a vida de Aranha e jogar fora o uniforme fica legal... e pô... depois do que ele passa... eu já teria desistido faz tempo... ficou muito legal...
assistam...
Citação
Peter Parker: I´m back!! I´m back!!!...(queda dolorosa)..My back..my back..."
Jameson: Obrigado pela boa notícia

- Flávia Kings, 27/06/04 - 9:13. Também em Liberdade Digital
Para aqueles que pensavam que eu morri, eu voltei pois quem é vivo sempre aparece. Eu ainda sou integrante legítima e membra honorária mais bonita do Blog do Barbosa. Voltei para retomar posse da minha cadeira de cinema e aqui estou eu.
Bem, ontem eu vi o filme do Cazuza. Para falar a verdade, eu não vi no conforto de uma cadeira de cinema com som e imagem perfeitas e límpidas mas acho que isso não afetará meu julgamento. Eu vi o filme no dvd aqui de casa já que minha mãe comprou um "piratão-10-reau-é-só-levá-é-só-levá" na Praça Sãens Peña. Eu já não esperava muito qualidade e devido o filme ser bem recente eu já sabia que com certeza tinha sido gravado diretamente do cinema mas eu só não esperava por ver cabeças de transeuntes na frente da tela.
Sobre o filme, o que podemos dizer? É o filme da história de Cazuza da fama à decadência, do luxo ao lixo. Cazuza foi considerado por muitos o poeta dos anos 80, aquele que todo mundo queria ser um pouco e tinha vergonha. Suas letras traduziram os sentimentos de muitos e suas atitudes revelaram todo o fervor de Carpe Diem.
Cazuza era o maior seguidor do estilo Live Fast, Die Young. Vivia cada dia como se fosse o último em meio a promiscuidade, álcool e drogas. E claro, muito Rock n' Roll.
O filme começa no começo da história, antes de tudo ficar grande. O primeiro ensaio do Barão Vermelho com Cazuza se apresentando como vocalista, primeiro show, primeiro disco e por aí sucessivamente, passando pela saída de Cazuza da banda devido a discordâncias sobre o tipo de música até chegar na fim da estrela, quando ele descobre que tem AIDS e assim vai definhando devido à doença.
Acho que Cazuza toca as pessoas porque era de tudo um pouco: livre, louco, poeta, apaixonado, sem vergonha, promíscuo, estrela, escrotinho, burguês, amigo, alegre, enfim, uma bomba H sempre pronta pra explodir. Nem sempre pro bem, claro.
Ele passou como um cometa, deixando aceso enquanto passava, mão ao contrário de uma estrela que morre, Cazuza ainda vai deixar seu brilho até as próximas gerações.
A atuação de Daniel de Oliveira, Marieta Severo e de todos os outros são perfeitas. A luz e a fotografia infelizmente eu não posso avaliar devido à qualidade do meu dvd.
O filme só peca por mostrar Cazuza como um grande herói, coisa que ele queria ser, mas não era. Está certo que o filme procurava comover devido à morte de Cazuza, mas ele deveria ser um pouco mais imparcial. Ficar mostrando tudo que ele fazia, todas as loucuras, e no final fazer parecer que ele se redimiu não é de todo bom mas como não é documentário, isso não afeta.
É isso aí, gente, o Tempo Não Pára.

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 20/06/04 - 20:02
(oia spoilers hein.....)
O filme é muito rlz, engraçado demais. Faz mó tempão que eu vi o primeiro Shrek, e por sinal nem lembro direito (fui lembrando um monte de coisas quando tava vendo o 2), mas acho que é tão bom ou melhor que o primeiro. E putz, BURRO RULEIA!!!!!!
Mas bem...
O filme mostra o Shrek e a Fiona felizes depois do casamento e tals, num início parecido com o do primeiro filme (embora "All Star" fosse infinitamente melhor do que a música que tava nesse.heeh....).
Dai chegam uns mensageiros do rei, pai da Fiona, dizendo pra eles irem pra lá e tals..
Ai, obviamente, os pais dela ficam pasmos com o Shrek, e as brigas entre o shrek e o rei são hilárias..ehaUEh, mto bom... Depois ainda chega a Fada Madrinha, que eh mãe do Príncipe Encantado, com quem a Fiona deveria ter casado..e por isso faz de tudo pra acabar com o casamento dos dois e fazer ela casar com o príncipe. Dai a história vai indo...Aparece o Gato de Botas, que tinha sido contratado pelo rei pra cabar com o Shrek, mas depois se junta a ele..e vai até o final, que nem vou falar pra não estragar....
Agora, caramba, o Burro ruleia muito...Eu já acho o Eddie Murphy mó engraçado (inclusive to me lembrando dele falando naquele I Spy..ehaueh, mto hilário..), mas ele na voz do Burro é perfeito. Hahaha, o Burro enchendo o saco do Shrek na viagem (parece eu quando ia pra Macaé), durante o jantar,depois que toma a poção ("Eu estou trotando, eu estou trotando!") com ciúmes do Gato de Botas...heAUHE, mto bom..
Por falar nisso, o Gato de Botas também é ótimo, ehaueh! Ele e o Burro provocando um ao outro eh maravilhoso...e tinha umas garotas atrás de mim que ficavam falando o tempo todo que queriam levar o Gato pra casa, quando ele fazia aquela carinha de abandonado...
E o filme também tinha umas paródias ótimas...O Shrek, Burro e o Gato sendo presos, num estilo meio Swat.... Nego salvando eles depois missão-impossivel-style (que por sinal eh uma das cenas maaaaais hiláaaaarias de todas....ehaUEhA, pinóquio pinóquio...)...tem até SdA no início...
Ou seja, eh muito bom...vale muito a pena o filme, é muito muito engraçadão....
E ainda tem mais coisa depois dos créditos, não ousem sair do cinema antes....é tipo MUITO BOM...hheAUHEAUHe..... =DDDD
- Landau,o renegado, 20/06/04 - 20:02. Também em Landau
O rei não vai com a cara do Shreck... e a recíproca é válida...
Entra em cena o Gato de Botas... huauaua muito engraçado... ele rende mais
situações engraçadas que aquele burro... (cara... Eddie Murphy não é nada
engraçado pra mim... tão ruim quanto Jim Carrey e Will Smith)... depois ainda na
estória entra a Fada Madrinha... que não apoia o casamento de Shreck com
Fiona... pois ela estava prometida ao filho dela... o Príncipe Encantado... aí o
filme fica muito divertido... com essa coisa do Príncipe querer a Fiona pra
ele... a Fada com o mesmo objetivo... o Shreck lutando pra ficar com seu amor...
e ainda mais engraçado com as participações dos outros personagens de conto de
fadas... como o Lobo Mau... Pinóquio... os 3 porquinhos e tal...
Melhores trechos:
Guarda:Herb!
Gato de Botas: It´s not mine!

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 07/06/04 - 10:02
Duas antes de falar do "filme"...
Primeiro, ahá!!...dessa vez eu vou falar de um filme que eu já li o livro....=)
E segundo....eu gostaria de desejar, do fundo do meu coração, que um raio partisse ao meio o desgraçado responsável pelo fato do dvd acabar antes de começar o Filhos de Duna em si....
Bem, me explicando ali em cima...
O dvd do Filhos de Duna seria a continuação da minisserie Duna, que havia sido baseada no livro homonimo...Só que o Filhos de Duna iria incluir o segundo livro (Messias de Duna) e o terceiro (Filhos de Duna)...Porém, sabe deus porque, o dvd acabou no final do Messias..e não mostrou bosta nenhuma do Filhos...mto embora eu já tenha visto fotos na internet, e no proprio trailler que vem no dvd...e isso me deixou extreeeeeeeemamente puto.... O_o
Mas bem, dexa eu falar pelo menos da parte do Messias...
Nossa, por mais que tenha erros de adaptação ... por mais que tenham cortado várias partes do livro...é tipo maravilhoso ver a história assim na tela. Eu não vou ficar contando a história, porque já que provavelmente ninguém leu, ia ficar algo com menos sentido ainda. Mas até que a história do Messias de Duna ficou bem colocada lá (pra quem leu o livro, é claro). Colocaram todas as principais partes, pelo que me lembre, algumas até com diálogos iguais. Colocaram até algumas coisas mais fúteis, como a Alia (weeeee!!!!!) treinando. A parte do Queima-Pedra também ficou beem aceitavel, assim como o final. E nossa, a parte do nascimento dos gêmeos ficou supreeeeeema, com aquelas cenas intercaladas, aquela música rlz...
As adaptações, em sua maioria, tavam até que aceitaveis..tipo a Weniscia (por sinal, a Susan Sarrandon..ou como raios se escrever isso...) aparecer já pelo início, ou alguns dialogos em momentos errados. Teve até adaptação que ficou muito boa, tipo a cena que aparece o Farad´n ainda criança...
Só algumas coisas que eram extremamente inaceitaveis, tipo aquela maldita cena deles capturando o Verme de Areia. Totalmente ridiculo aquilo...Ou então aquelas visões que o Paul tinha do filho toda hora....
A parte de ambientação pra mim é o melhor. Tudo bem que da pra ver de longe que aquilo é feito por computador (acho até que o Landau ia odiar...), mas putz, é mto mto bom ver Arrakeen (perfect!), Salusa Secundus (que podia ter sido um pouco mais escuro..), Caladan (perfeita tb...inclusive, lembrava um pouco Naboo....)...Até as cenas em interiores em Arrakiss...com aquela luz do sol entrando...ficava tudo meio dourado...muito muito foda....Realmente esses caras nasceram pra fazer a ambientação de Duna...
Já a parte de atores..Bem, como eu comecei a ler os livros depois de ter visto o dvd do Duna uma vez, eu meio que fiquei com a imagem da maioria dos personagens do primeiro livro iguais aos atores da minissérie. Então foi muito bom terem colocado o mesmo cara pra fazer o Paul (um tal de Alec Newman... perfeito no papel), e se não me engano as mesmas atrizes fazendo a Irulan e a Chani também. A Susan naum-sei-o-que também manda muito bem como Weniscia, o Bijaz ficou perfeito (tipo um anão extremamente chato..heeh..)...E o Gurney, por mais que seja o mesmo ator, tá mó diferente.
Agora, como é que os caras mudam o Stilgar, que tinha mó barba e tals, prum maluco careca?? E aquela Lady Jessica também, completamente nada a ver. O Duncan é outro que mudou também, e embora nem esteja ruim, eu ainda imagino ele como o ator antigo...O Scytale eu achei que ficou meio porco, mas nem por culpa do ator..acho que podiam ter dado mais espaço pra ele, talvez....E a Reverenda Mãe eu achei beeeem tosca, sei lá, esperava algo mais "bruxa da disney"..eheh...
Quanto ao Leto e a Ghanima, que deveriam aparecer na parte do Filhos de Duna, até que pareciam bons, tirando o singelo fato de que eles deveriam ter 9 anos, e ali não tinham menos do que 19...O_o
E, por fim, a Alia tá suprema...seja dando cambalhotas no treinamento (que por mais que tenha sido tosco, era a Alia neh..), seja fazendo discurso...acho inclusive que apareceu pouco..eheheh...
Por fim, a parte de efeitos especiais tá muito boa também, acho até que ganhou uns prêmios por isso...
Os Vermes de Areia tão maravilhosos, a explosão do Queima-Pedra ficou bem legal, o Edric até que ficou bom também..
Os caras só não conseguem se acertar mesmo é com os olhos. O efeito pra deixar os olhos totalmente azul, devido ao consumo da especiaria, é algo de uma podridão absoluta...Primeiro que os olhos deveriam ficar totalmente azuis, sem nem a parte branca. Além disso, eles ficam variando a tonalidade, uma hora tá mó azul, outra hora parece que nem tem efeito..terrivel...
Além disso, os olhos "queimados" do Paul ficaram também mó porcos...E os do Duncan eles nem tentaram deixar metálicos, como deveria ser os de um Ghola..Por favor, pra quem faz um Verme de Areia, colorir olhos não deveria ser uma tarefa muito dificil...
Mas bem, SE VOCÊ LEU OS LIVROS, o dvd é muito bom, e altamente recomendavel, nem que seja pra vizualisar as coisas e tals..E ele com certeza seria melhor ainda, se mostrasse o Filhos de Duna também, por que pelo trailler, tava beeeem roxxxx...
Agora, se você não leu e não faz a menor ideia do que seja Duna, mantenha-se beeeem afastado do dvd, por que você não iria entender lhufas....
E pelo Shai-hulud, se alguém souber o porque desse maldito dvd acabar no Messias de Duna, ou então souber como eu possa ver o resto dele, favor avisar-me... =D
Melhor trecho (por sinal, do trailler..da parte do Filhos de Duna..e igualzinho no livro):
Ghanima: Um de nós tinha que aguentar a agonia. E ele sempre foi o mais forte.
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 07/06/04 - 10:02
Tipo, o filme é bom...tem lá suas coisas que eu achei meio tosquinhas, mas tb tem coisas mtto fodas...
Eu não li o livro, mas pelo que falaram esse foi tipo um dos menos fiéis..mas bem, adaptação também nunca é igual, entonces...
(lembrando sempre que tem spoiler a vontade ae hein..)
O filme começa naquela de sempre..o Harry (interpretado pelo Nash) saindo da casa dos tios e tals. Dai ele pega lá aquele Onibus doidão...E vai pruma hospedagem lá..
Dai aparece o Rony (que tá engraçadão) e a Hermione...e avisam ao Harry pra ele tomar cuidado com o Sirius Black, que tinha fugido de Azkaban. Haha, adorei aquele cartaz de "have you seen this wizard" com o Sirius gritando lá.
Depois mostra eles no trem indo para Hogwarts, que é abordado por um Dementador (interpretado pelos Espectros do Anel). Embora o deja vu de "já vi esses caras em algum lugar", eu achei que eles ficaram bem legais..Principalmente nessa parte, com a janela lá meio que congelando, ele abrindo a porta lá com os dedos, bem style.
Dai chegam em Hogwarts, música legalzinha, Dumbledore que se não falassem que o outro ator tinha morrido eu (pessoa praticamente atenta, observadora e sarcastica) naum ia nem notar, Lupin é o novo professor lá pras aulas de defesa contra as artes das trevas..aquele hipogrifo bem legal..cena meio "i am the king of the world" quando o harry tah voando...e ai eu já não faço mais ideia da sequencia direitinha dos fatos..hehe.
Bem legal aquela partida de Quadribol na chuva.E muito muito bom o Snape dando aula no lugar do Lupin. Hahah, o cara parecia a Sônia Chi, minha professora de literatura do ano passado, que já entrava na sala gritando "apostila, página 60!".
Dai o filme vai seguindo, até o final, que eu realmente achei meio tosco.Sei lá, não gostei muito da história no fim e tals,não fui muito com a cara do Sirius Black, aquele lobisomen foi bem torto, e eu sempre achei viagens no tempo coisas meio controversas. E hahahaha, na boa, aquele cena final é totalmente Neo no primeiro Matrix.
O filme tem tipo umas cenas beem bonitas, tipo aquelas ceninhas entre uma cena e outra. E é legal também que usam mágica praticamente o tempo todo. Desde aquelas coisas de ataque e defesa até pras coisas simples tipo abrir/fechar portas/janelas e tals.
Mas bem, no geral o filme é legal, piadinhas, bouuas cenas..=DD
- Landau,o renegado, 05/06/04 - 01:02. Também em Landau
O terceiro filme da série de livros de J.K.Rowling segue seu estilo... aventura divertida com uma pitada de suspense... dessa vez dirigido por Alfonso Cuarón.
O filme fala da fuga de Sirius Black, um terrível assassino, da prisão de Azkaban (de onde ninguém foge... bem Alcatraz o lugar...) e que pra variar quer matar quem? um figurante qualquer? não... ele quer Harry Potter...Em cima desse suspense sobre onde raios estará Sirius Black e se ele pegará ou não Potter é que a trama se desenvolve.
O filme tem uma ótima montagem e edição principalmente por eventos que serão mostrados mais próximos ao fim... Hermione está linda no filme... Rony continua engraçado... destaque para uma breve cena enquanto ele dorme... Há um professor novo para as aulas de proteção contra as artes das trevas (oh matéria maldita... em 3 anos... 3 professores diferentes...) e o prof. Snape ganha uma participação maior, muito bom... "...page three hundred ninety-four"...E até a mudança de ator que interpreta o prof. Dumbledore, devido a morte de Richard Harris, não estragou o filme...
O que estraga é que a revelação do final é meio broxante... quase a ponto de estragar o filme... mas os eventos que se seguem bem editados seguram a atenção...
Não li o livro mas ao fim do filme algumas pessoas sentadas próximas a mim, ficaram conversando e criticando coisas que não foram mostradas... não li... mas acho que a linha principal do filme estava lá montando uma trama legal...
só não gostei do final... filme médio... recomendo..
Melhor citação do filme (ou quase isso)
Snape: Pois é melhor que se cuide no jogo, pois contusões não serão aceitas como motivo para não entregar a redação..

- Landau,o renegado, 02/06/04 - 01:02. Também em Landau
Melhor momento do filme:
Laura cuidando de Sam pra não morrer de
frio depois do telefonema.
- André Barbosa (a.k.a Corellian), 24/04/04 - 01:02
"Heeeeeeeeeeecccccccccttttttttttttttooooooooooorrrrrrrrrrr!!!!!!!!!!!!!!!"
Por Zeus, que filme foda...
Tipo, tem batalhas fuderosas, tem nego lutando ninjamente com espadas, tem Ctrl+c Ctrl+v saindo pelos ouvidos, tem aqueles (mini) discursos pré-batalhas fodões, cidades queimando...mto mto mto bom!!!!!
Mas bem..vamos a história...
Antes de ir ver o filme, minha noção sobre Tróia era "Cavalo...Helena..Tróia...". Ai eu sempre achei que era tipo, os troianos sequestram Helena, e os gregos bonzinhos vão lá salvar ela.
Mas lhufas disso...É tipo, a guerra tava rolando solta, com a Grécia tomando tdo quanto é reino.
Nisso, Esparta (do lado dos gregos) e Tróia estavam entrando em acordo..só que a Helena, mulher do rei de Esparta, foge por livre e espontânea vontade (ou por simples piranhisse mesmo..) com o traste do Páris (interpretado pelo Legolas), que eh um dos príncipes de Tróia. Ai começa a confusão.
O rei de Esparta, incorfomado, vai pedir ajuda pro Agamenon, todo poderoso da Grécia, pra invadir Tróia e se vingar do Páris e da Helena. Ele junta os exercitos de toda a Grécia, incluindo ae o Ulisses (interpretado pelo Boromir), rei de Ítaca, e o Aquiles (interpretado pela Feiticeira..ou vai dizer que com aquele cabelo, bombado daquele jeito, naum era ela..), que é tipo o guerreiro mais fodão de todos.Nisso ainda tem o Hector (interpretado pelo Hulk), que é tipo o outro dos principes de Tróia.
Dai os caras partem pra Tróia, e rolam batalhas e mais batalhas fuderosas e tals...mto bom...
Bem, quanto aos personagens. O Aquiles é tipo O lutador nesse filme. O cara humilha, muito messmo, consegue dar umas giradas naquele escudo sabe deus como, além de ser o rei das frases fodonas nesse filme. O único problema é que alguém podia ensinar pra ele um conceito básico, chamado "cueca"..ou então "pijamas"...
O Hector é outro que eu achei muito supremo. O cara também luta pra caramba, é praticamente o líder lá de Tróia, mata muita gente...E o Erick Banna mandou muito bem interpretando ele..
O Ulisses também é bem legal, só nas ideias ali, enquanto a Helena pouco aparece.
Agora, na boa, o Páris é o maior zé mané de todos. Tipo, a guerra toda é por causa dele, ele tem mó cara de criança (principalmente quando tenta fazer cara de mal), ele toma uma surra HOMÉRICA do corno marido da Helena, e depois ainda se arrasta no chão e fica se agarrando na perna do irmão. E no fim, quando podia ter feito algo decente, ainda mata o cara que salvou a prima dele. Lastimável ele...E o Príamo, que era o rei de Tróia, também é um sujeito meio estranho...o Páris teve a quem puxar...
O resto dos personagens tinham nomes bizarros, no naipe de "Pátroclo"..ai nem rola de lembrar.....
Agora, as cenas...Cara, o Aquiles encarando geral no inicio eh foda...TODAS as batalhas são fodas...Ele zunindo as lanças nas cabeças dos caras é foda...Ele lutando com o Hector é MTO foda, nossa, maravilhosa aquela luta,mesmo com as poses de Power Ranger do Aquiles.......
o ataque ao acampamento dos gregos, com as bolas de fogo e tals, eh MTO MTO foda... e provavelmente mais coisas que eu esqueci ae...mto bom...
Ou seja....é maravilhoso o filme...vale muito a pena mesmo... =D
Melhor citação do filme
Aquiles: You know what´s behind this dunes? Imortallity!!!! It´s yours!! Take it!!!!

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 24/04/04 - 01:02
Tipo, pra gostar de Van Helsing vc tem que ir no cinema já com algumas coisas em mente...
Primeiro que o Van Helsing é o 007 papal, o Homem-Morcego da inquisição.....e que o Vaticano é praticamente a sede de alguma agência secreta da vida ae...(tinha até o Q lá..aquele cara que arruma os equipamentos do 007...)....
Além disso, tem se que aceitar tb que a história do filme faz praticamente uma chacina com a história de todos os personagens ali...tipo o Liga Extraordinária, por exemplo....os caras misturam todo mundo das formas mais curiosas possiveis (heuah, eh esquisitão ver aquele bando de monstro junto sem ser na Turma do Arrepio..)....
agora, no que diz a ação e efeitos especiais fodões, o filma rula e mto......
bem, a história é o seguinte....
O Van Helsing (interpretado pelo Wolverine) trabalha tipo pruma Ordem lá dentro da Igreja...e eles mandam ele matar monstros por ai e tals....Ai eles mandam o cara lá pra velha e boa Transilvania pra catar o Drácula...isso pq há mto tempo atrás, um cara tinha jurado que sua familia só iria descansar em paz no céu quando ele matasse o Drácula...e passaram 400 anos, ninguem o fez, e a familia dele já tava no finzinho...tinha sobrado só a Anna (Kate Beckinsale..ou sabe como..) e o irmão dela..
Bem, mas até ai só temos o Drácula..e pra que o Lobisomen e o Frankstein?? Bem...o primeiro é tipo usado pelo Drácula e tals, e depois tem diversas participações na história que se eu contar estraga.E já o Frankstein é tipo a chave pro maligno e vil plano do Drácula, que quer dar vida a toda sua pequena ninhada.
Tipo, nada confuso...
Mas bem, mandando a história pastar, o filme tem umas cenas muito styles. Eu achei o Dr. Hyde no inicio do filme (que aparece naquelas sequencias iniciais que só servem pra mostrar que o herói é foda mesmo) beem mais estiloso que o do Liga Extraordinária... E falando nisso, as transformações (em lobisomen, vampiro e tals) desse filme humilham totalmente aquela transformação porquíssima do Hyde no Liga.
Outra coisa muuiito muito fodona são as noivas do Drácula. Caramba, elas ruleiam muito..voando de um lado pro outro e tals..acertei em cheio em por uma delas lá no banner lá na página principal. Elas atacando a vila meio que no início é muito supremo. Só é meio irritante quando elas tão normais perto do Drácula, cheio de gritinhos e caras toscas.
Os cenários do filme também são muito maneros. Aquela vila, o pouco grande vaticano, e tals...
E por fim, dos vilões principais, pra mim só se salvou mesmo o Lobisomem..porque sei lá, o Frankstein ficou um cara meio esquisitão.E o Drácula eu achei beeeeem tosco.Putz, dava pro Drácula ser bem melhor...
Agora, o Lobisomem comanda. Ficou bem feito pacas, desde ele se mexendo até as transformações e tals.
Mas bem, é aquela coisa. Pela ação e pelos efeitos, o filme vale e muiito. Já pela história e fidelidade a qualquer coisa relacionada aos personagens, ai eu já achei que ficasse meio devendo. E Landau, realmente não veja o filme...você eu tenho absoluta certeza de que iria odiar....
Melhor citação do filme (na verdade, das poucas que eu me lembro..soono..)
Anna - Você não sabe o que é "perdão"??
Van Helsing - Sei..eu costumo deixar que eles peçam perdão antes de mata-los.."

- Flávia Kings, 25/04/04 - 20:53. Também em Liberdade Digital
Eu quero falar de video também.
Eu sou ou não sou funcionária padrão? Trabalhando até no domingo, fazendo hora extra.
Eu sei que essa sessão é de cinema mas, por enquanto, como eu chamo essa sessão de MINHA, eu quero falar de fitas que eu tenho assistido no meu cinema particular, em casa.
Cá entre nós, cinema é bem caro aqui no Brasil. É uma facada, melhor dizendo. E sempre rola aquelas reuniões entre amigos, aquela baguncinha pra ver um filme. É sempre bem divertido, especialmente nesses feriados monótonos onde a cidade está toda fechada.
Hoje eu não vou falar de nenhum filme cult, vou falar de filme BLOCKBUSTER mesmo, favorito da garotada: Demolidor - O Homem Sem Medo ("Daredevil").
Mais uma vez esses tradutores de título, não satisfeitos e tentando fazer valer seus empregos, adicionam um subtítulo desnecessário. Mas tá aí.
A Historinha do "Homem sem Medo" é simples: Ele, depois de ter seu pai morto pelo vilão da cidade, o Rei do crime, se revolta e quer vingança. Essa fórmula pra super-herói é velha. Todos eles ficam órfãos e resolvem fazer justiça com as próprias mãos. Só que nosso diabinho vermelho tem uma diferença: depois de um acidente com resíduos biológicos ele fica cego. Mas mesmo assim ele ninjamente treina seu corpo e, se adaptando a vida, vira guardião do seu bairro, a Cozinha do Inferno.
Ele cresce e vira advogado levando uma vida dupla: de dia ele é Matt Murdock e de noite é Maria, opa, digo, Demolidor.
Até que chega um belo dia em que ele conhece uma bela moça chamada Elektra Natchios (hahah a mulher tem nome de comida mexicana). Ela é filho do milionário Nickloas Natchios que trabalha para o Rei do Crime. Matt se apaixona pela moça e, sendo muito bom de papo e de briga, depois de uma porradaria nosense em um parquinho eles dormem juntos e todo aquele melodrama.
A cena da briga do parquinho é muito nosense mesmo. Isso é que é 1° encontro!
Só que o Rei do Crime, sabendo que Nickolas quer ralar peito do negócio do crime, manda matá-lo. Para isso ele chama um bandido bom de mira, chamado Mercenário.
O Mercenário está muito bem interpretado pelo Collin Ferrel, típico assassino maníaco psicótico. Mercenário, ou Bullseye como no orginal, é dotado de uma mira maravilhosa e usa isso como técnica para matar. E lá vai ele matar o pai da moçoila quando aparece o Chapolin Colorado, digo, o Demolidor para impedir. Só que ele não consegue e Elektra passa a pensar que a morte de seu paizinho querido se dá ao Homem Sem Medo. Aí ela entra na dança do "eu quero vingança também".
Pra quem não sabe Elektra desde os 6 anos foi treinada em artes marciais e é mestre em Sai. Só que ela é meio burrinha e numa falha, Bullseye se aproveita e bye bye. Morreu. Ou pelo menos é o que acham.
O filme é bem razoável, a história está bastante fiel aos quadrinhos, mais do que eu esperava. Eu nunca simpatizei muito com o Ben Affleck, mas ele exerce seu papel como manda a cartilha. A Jennifer Garner fez um papel muito pequeno para ser comentado. Ela pelo menos deu alguma porrada. O Collin é a maior estrela pra mim nesse filme.
Tem uns erros de continuação mas como toda grande super produção. Nada que atrapalhe o andamento da história. Só pessoas meio afetadas, como eu, que repararam os furos maiores.
Querem fazer o "Demolidor 2" dando continuação a saga do herói de Frank Miller, mas o Ben não está muito entusiasmado. Para quem ficou com gostinho de quero mais pode esperar 2005 porque em maio agora começam as gravações de "Elektra: Assassina". Isso aí, ela não morreu. Aí eu quero ver o bicho pegar.
Yapa, yapa, chamem seus amigos pra sua casa e fiquem brincando de achar os 7 erros de continuação. Diversão garantida a tarde toda!
Melhor citação do filme:
(durante a cena do parquinho)
Matt - Pare de me bater!
(...)
Matt - Um cara tem que passar por tudo isso só pra saber seu nome?
Elektra - Tente só perguntar o meu telefone...

- André Barbosa (a.k.a Corellian), 24/04/04 - 23:02
Heeeeeyyyyy pessoas! =D
Bem, o motivo da sessão aqui a Flávia já explicou bem ai embaixo...Entonces vamos ao Kill Bill (Kill Bill)...
Primeira coisa: Tal qual o Tom Ripley, a Noiva (Uma Thurman) é má. Só que ele é aquele cara mal com estilo. Já a Noiva quer vingança, a Noiva tem uma espada, a Noiva fala "fucking" umas trocentas vezes. Ela tem até seu momento Shaft, quando fecha a porta na cabeça de um cara repetidas vezes enquanto grita "Where is Bill?!?" Além disso ela não tem o menor problema quanto a cortar as pessoas como quem corta o pão para o café da manhã. Ou seja, ela é FODA!
Mas bem, vamos a história do filme. A Noiva era uma assassina, do grupo DiVAS, que a trai e extermina todo mundo no dia do casamento dela. Só que, como ela mesmo diz no filme, eles "deviam ter matado 10 ao invés de 9". Ela acaba sobrevivendo (o que por sinal eh improvável, depois do teco que ela toma do Bill) e passa 4 anos em coma. Dai ela acorda, acaba fuderosamente com duas pessoas no hospital, e parte pra vingança.
Uma coisa meio estranha no filme é que ele não eh cronologicamente linear. O filme é contado em capítulos (que nem o Dogville, por exemplo), e logo no início eles mostram ela matando já sua segunda vítima, para só depois voltar no tempo e explicar tudo e tals. Falando nisso, pouco foda o desfecho da luta. Quentin Tarantino nem garantindo um terceiro filme ali...
Dai depois vem uma sequência estilosa e sangrenta em anime, mostrando a origem da personagem da Lucy Liu, cujo nome é algo indecorável para pessoas não-ocidentais. Ela,uma das integrantes do DiVA e a primeira vítima da Noiva, também é outro poço de maldade, tanto no anime quanto na parte que mostra ela numa reunião.
Ai a Noiva parte lá pro Japão atrás de uma espada, e depois vai atrás de sua primeira vítima. O que nos leva a SUPREMA sequência de luta na qual a Noiva picota uma penca de japoneses doidos mascarados. E a sequência é cheia das coisas, tipo cenas em preto e branco, cenas com luz apagada. É muito bom! Ênfase na luta dela contra a Gogo, que deve ser a pessoa mais atormentada desse filme. Depois disso o filme segue e eu nem vou falar porque vai que alguém não viu ainda, eu estrago alguma coisa, e o cara resolve vir se vingar né.... =D
Só uma última coisa a ressaltar, a trilha sonora é tipo, sei lá, muiiiiiito exótica, digamos assim, hehe. E aquela música que toca na cena que tá a Noiva de moto e a Lucy Liu andando lá com sua comitiva é muito rlz.
Eu só sei de uma coisa, nem que você tenha 5 anos de idade, VÁ ARRUMAR ALGUM JEITO DE VER ESSE FILME!!!!!!!! =DDD
E que chegue logo o Kill Bill 2....
Melhor citação do filme:
Noiva - "Mas mesmo assim eu vou lhe fazer perguntas. E a cada vez que você não me responder eu vou lhe arrancar uma parte do corpo. E eu lhe garanto que elas vão lhe fazer muita falta...."
- Flávia Kings, 24/04/04 - 13:22. Também em Liberdade Digital
Algumas pessoas já me conhecem sim e agora eu estou por aqui, pelo ilustríssimo Blog do Barbosa metendo o meu bedelho também.
Haha. Agora eu sou membra honorária. Barba, quando é que eu ganho um escritório com uma mesa? Sou uma quase agente dupla. Mas vocês não vão me ver no Blog só nessa sessão de cinema recém aberta. Essa sessão destina-se a comentar os filmes que nós, aspirantes a cinéfilos, vemos ao decorrer dos nossos geralmente ociosos fins-de-semana.
Eu já assisti uns bons 20 filmes esse ano mas vou comentar do mais recente e depois vou retrocedendo conforme for me lembrando. Bem-vindos a Pseudo-cinefilia S.A.
Bem, o filme mais recente que eu vi foi "O Retorno do Talentoso Ripley" ("Ripley's Game"). O Barba já viu esse filme também. Acho que a película agradou a ambos pois estava dentro dos nossos padrões de porradaria sem sentido.
Três tópicos a serem ressaltados:
- Mr. Ripley é um cara mal.
- Mr. Ripley é um cara muito mal.
- Eu fico com medo só de olhar pra cara do John Malkovich.
Bem, tópicos devidamente lembrados, vamos falar do filme.
Como diz o título, é o retorno do talentoso Ripley. Eu fui com algum receio de ver o filme por nunca ter visto o primeiro (ainda não vi) mas, pelo que parece, os dois não estão muito interligados não.
Ripley é um bom vilão daqueles sem escrúpulo de matar. Estilo english-gentleman, frio e calculista. Ele se diz "um improvisador talentoso", mas eu acho que ele remoe bastante os planos naquela mente perigosa. E a diferença dele para alguns dos vilões clássicos é que ele sabe que é uma pessoa má, um ser humano desprezível. Ele tem alguma consciência por detrás daquela careca branquela assustadora.
Bem, o roteiro não é de todo fraco. Eu já esqueci parcialmente do que ele se trata mas tem algo de um amigo do Ripley querendo acabar com seus concorrentes e liga para o seu talentoso amigo para fazer a sujeira. Ripley não quer meter a mão no sangue (por enquanto) então ele diz que tem a pessoa perfeita: um dos moradores da pequena cidade italiana que ele reside agora. O rapaz será perfeito pois está morrendo, está duro, tem família e é bem inocente. Será melhor usa-lo pois, ao invés de um profissional, esse cara ninguém nunca viu mais gordo. O cara faz o serviço e depois é enrolado pelo amigo de Ripley que o obriga a fazer mais um. Uma vez que se entra no jogo não se tem mais volta. Só que o segundo serviço, mesmo com a ajuda do POUCO MAL Ripley, dá errado e um dos semi-assassinados sobrevive e parte para retaliação. Daí partimos para reta final que eu não vou contar porque não sou estraga prazeres.
No balanço do resultado, "O Retorno do talentoso Ripley" é um bom filme, apesar de deixar um pouco a desejar. O filme não se aprofunda nos personagens e eles ficam agindo sem sabermos a motivação interna deles. Para Ripley isso é um charme, pois torna-o enigmático, mas isso não funciona para os outros, fazendo-os quase que peças do cenário. Um exemplo é a esposa pianista de Ripley, uma mulher feiosinha e insossa com sotaque.
Falando na mulher sem-sal-nem-açucar dele, as cenas de quase-sexo entre os dois são bem nojentas. Ele é um cara assustador e ela também não colabora. A dobradinha sexo-viôlencia não rola nesse filme.
Mesmo assim, amantes de uma porrada explícita, peguem esse feriadão preguiçoso e vão assistir esse filme. Ele não é cine cafri, que tem que ficar queimando miolo, e dá pra se divertir um bocadinho, comer pipoca.
Melhor citação do filme:
John - "Você não está com medo de tudo isso?"
Ripley - "Não. Estou só quase sujando minhas calças."